
Copa derrotou a polarização política
Eliane Cantanhêde
Estadão
Sim, a Seleção do Brasil venceu não só os adversários até aqui, mas também a exaustiva polarização política, devolvendo a camisa e as cores verde e amarelo para todos os brasileiros. Chegamos às oitavas de final com os estádios americanos e as cidades do nosso País dominados pelo amarelo vibrante, que é de nós todos e ninguém tasca.
A Copa de 2026 pegou o Brasil e os brasileiros desanimados com Ancelotti, a Seleção, a saúde do Neymar, as ausências de Endrick, tudo isso em meio a uma montanha de denúncias de corrupção e muita gente temerosa de usar a nossa camisa para não ser confundida com um lado da polarização.
AMARELO NAS RUAS – O clima mudou dentro e fora de campo e nosso amarelo está de volta com a sua força, que o mundo inteiro reconhece e que nós, brasileiros, precisamos honrar. Inclusive com o básico: votando com consciência, informação e segurança. E a eleição não é só para presidente, minha gente! É para governador, deputado e senador.
Quem viu o estádio de Houston todo amarelo para a sofrida, mas linda vitória de virada do Brasil sobre o Japão, não consegue identificar, ali, quem vota em Bolsonaro, Lula, Caiado, Zema, Renan ou qualquer outro que se aventure a disputar as eleições de outubro.
O verde e amarelo está de volta, como se viu também na alegria de São Paulo, Rio, Belo Horizonte, Recife e no País inteiro depois do passe genial de Bruno Guimarães e do gol espetacular de Gabriel Martinelli, que entrou de última hora e salvou o Brasil já nos acréscimos – que, aliás, não acabavam nunca, para desespero do também campeão Galvão Bueno.
EXEMPLO – É disso que o Brasil precisa: disciplina, estratégia, força, garra, fé, civilidade nas disputas e união soberana contra times, governos e ameaças externas, venham de onde vierem. A Seleção Canarinho ainda tem imensos desafios nesta Copa, mas já se mostra um excelente exemplo.
É preciso insistir em superar a polarização insana entre extremos, passar a discutir política com um mínimo de racionalidade, vasculhar biografias, técnicos, equipes, cobrar propostas factíveis, planos concretos de governo e, depois, ganhe quem ganhar, ficar em cima para fiscalizar e exigir o cumprimento.
Os brasileiros que metem a camisa verde e amarela, que nos deu tantas alegrias em nossa história, em governos de direita, esquerda ou sei lá o quê, também devem vestir a camisa contra a corrupção arrasadora que corrói nossa confiança e compromete o futuro. Ela não é exclusividade de um lado ou de outro – e está vencendo o jogo.
SEM PARTIDO – O escândalo do Banco Master, de Daniel Vorcaro, confirma como a corrupção não tem partido nem bandeira. E temos, ainda, o do INSS, o das Americanas e o do banco do enigmático Edir Macedo, o Digimais, que, vamos combinar, nem sabíamos que existia. Sem falar na infiltração das organizações criminosas nas instituições.
A mesma camisa que é contra tudo isso é a favor das nossas vitórias, mais ou menos como foi, com desonrosas exceções, com “Eu Ainda Estou Aqui” e “O Agente Secreto” no Oscar e dos nossos atletas nas Olimpíadas e nas Paraolimpíadas e em cada campeonato da ginástica olímpica, do vôlei, do basquete, do skate, das nossas meninas do próprio futebol… Temos muito a combater, mas é bom ter também o que comemorar.
A alegação de monopólio das cores da bandeira e da camisa da seleção ruiu a partir do momento em que os bolsonaristas estenderam uma enorme bandeira norte-americana na manifestação da avenida Paulista, justamente no Dia da Independência de 2025.
À arrogante, prepotente e autoritária extrema-direita faltam inteligência e sabedoria.
Acho que esse último parágrafo se trocarmos a direita pela esquerda, não terá diferença nenhuma. Em uma coisa a esquerda é superior em falta de inteligencia
1) A meu ver, polarização política faz mal ao Brasil…
2) Precisamos nos unir e respeitar os diferentes… seguindo a máxima que Jesus e Buda ensinaram:
3)”Amai-vos uns aos outros…”
4) Conheço muita gente das direitas, e os respeitos… com frequência faço orações por eles…
O FATO é que se a classe política gerada pela plutocracia putrefata, made in USA, copiada mal e porcamente no Brasil, há 136 anos, pela república golpista do militarismo e do partidarismo, politiqueiro$, e seus tentáculos velhaco$, que até os dias atuais, em sistema de revanchismo, perfazem a maldita polarização nefasta, infiltrada nas instituições (inclusive na imprensa), que tanto manipula, divide, torna inimiga, rivaliza, inferniza e infelicita a vida e a Humanidade, e torna impossível a boa convivência social, pacífica, ora representada por Lula versus Bolsonaro, enquanto expressões majoritárias da dita-cuja, tivesse capacidade para jogar bem, como, p. ex., a seleção brasileira de futebol, formada pelo mérito dos convocados, relacionados entre os melhores jogadores do mundo, capaz de empolgar o povo brasileiro, como propõe a Democracia Direta, com Meritocracia e Deus na Causa, genuinamente brasileira, made in Brasil, no bojo de um megaprojeto de redenção do país, da política e da vida da população, focada no sucesso pleno do bem comum do conjunto da população, alicerçado na paz, no amor, no perdão, na conciliação, na união e na mobilização pela mega solução, via evolução, há cerca de 40 anos na estrada da vida, não obstante vetada, cercada, boicotada, ignorada, cancelada e excluída da cena política e eleitoral pelos partidos, pelo establishment, pelo capital velhaco e pela imprensa falada, escrita e televisionada dos me$mo$, (vendedora de factoides, alienações e ilusões e frustrações vãs, operante, por isso, à moda agente protetora e conservadora não apenas dos interesse$ dos EUA mas principalmente da dita-cuja plutocracia plutocracia putrefata dos me$mo$, com jeitão de cleptocracia e ares fétidos de bandidocracia, o mal e doença maior que está levando à Humanidade à loucura compulsiva por dinheiro, poder, vantagens e privilégios, sem limite$ ), tenho certeza que a esta altura do campeonato das nações já seríamos a nação n. 1 do planeta terra, a vanguarda democrática do necessário novo mundo civilizado, que, no caso, seria rebatizado como Planeta Vida. https://tribunadainternet.com.br/2026/06/30/vitoria-da-selecao-devolve-o-verde-e-amarelo-a-todos-os-brasileiros/#respond
A tia do disjuntor, uma tucanóide que despreza o verde-amarelo da canarinha, tentando limpar a barra dos narco-socialistas petralhas. Não consegue convencer nem a si mesma.