PGR reforça pedido para afastar definitivamente Marco Buzzi do STJ

7 thoughts on “PGR reforça pedido para afastar definitivamente Marco Buzzi do STJ”

  1. NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – É uma vergonha a proteção que a Polícia Federal dá a parentes de Lula que seguem o exemplo dele e se corrompem, recebendo dinheiro sujo ou desviado de cofres públicos. Na CPI do INSS já temos dois casos: o de Frei Chico, irmão de Lula, e o de Fábio Luiz, o Lulinha, que Lula julgou ser “o Fenômeno” do meio empresarial, quando na verdade é apenas mais um corrupto como outro qualquer. Diz o ditado: Tal pai, tal filho. (C.N.)

  2. P.S. – Lulinha está foragido na Espanha, onde se relaciona com os dirigentes da ONG Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI), uma falsa instituição internacional que no governo Lula passou a faturar mais de R$ 1 bilhão por ano no Brasil, prestando desnecessários “serviços” ao Planalto, a governos estaduais e a prefeituras, como a do Rio de Janeiro. A OEI recebeu cerca de R$ 400 milhões, limpos e sem impostos, para “organizar” o fracasso da CPO30 em Belém, conforme denunciamos aqui na Tribuna da Internet, com absoluta exclusividade, e ninguém teve coragem de nos processar. Detalhe importante: Desde 2023, Janja da Silva é a coordenadora da OEI no Brasil. Neste cenário, se Lulinha não voltar e continuar foragido, vai explodir a candidatura do pai. Comprem pipocas. (C.N.)

  3. Para a 5a. Série, Estudo e Análises…

    Comissão do Planalto oculta trambiques da OEI, ONG espanhola ligada a Janja

    NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – A reportagem indica que a Comissão de Ética é uma vergonha para este país e tenta levar a erro os jornalistas do Estadão, fornecendo informações manipuladas. A primeira é ocultar que Barchini era o nº 3 do MEC, como secretário-adjunto, licenciou-se para “dirigir” a OEI no Brasil. Durante sua gestão fez a ONG faturar cerca de R$ 1 bilhão, tendo o próprio MEC como um dos clientes. Depois, voltou ao MEC para ser o nº 2, secretário-geral.A segunda inverdade é dizer que o Brasil é integrante da OEI desde 1949. Nenhum presidente brasileiro jamais assinou ingresso na OEI. O único documento existente foi firmado em 1957 por um funcionário do MEC, Francisco Montojos. Isso significa que a OEI não pode atuar no Brasil. Quanto à dona Janja, nas redes sociais ela se apresentou em 2023 como “coordenadora” da OEI no Brasil. O assunto é quente. Depois voltaremos a ele, sempre com informações exclusivas e explosivas. (C.N.)

    https://tribunadainternet.com.br/2025/05/06/comissao-do-planalto-oculta-trambiques-da-oei-ong-espanhola-ligada-a-janja/

  4. Espanhóis da OEI faturaram mais de R$ 1 bilhão com corrupção no Brasil

    P.S. 1 – A mistura de impunidade e ganância foram fatais para a falsa organização intergovernamental, que não passa de uma ONG altamente trambiqueira. Se não tivesse dado o golpe de R$ 478,3 num só contrato com a Casa Civil, sob os auspícios da coordenadora Janja da Silva, não teria surgido o escândalo e o Tribunal de Contas da União não estaria colocado o time em campo.

    P.S. 2 – E para que ninguém esqueça. Organizações estrangeiras só podem fazer contratos com o presidente da República, que nem pode delegar poderes. Mas o contrato com a OEI foi assinado por Francisco Montojos, funcionário do MEC, e depois o então ministro Paulo Renato assinou um acordo de sede. Ou seja, o funcionamento da OEI é ilegal, nenhum presidente assinou contrato com a audaciosa e ardilosa organização. (C.N.)

    https://tribunadainternet.com.br/2025/03/19/espanhois-da-oei-faturaram-mais-de-r-1-bilhao-com-corrupcao-no-brasil/

  5. NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Parece Piada do Ano! Estamos cansados de avisar aqui que Lulinha está foragido. Foi para a Espanha por causa da proteção da OEI (Organização de Estados Ibero-americanos), uma ONG que faturou no Brasil R$ 1 bilhão em 2025, e levou R$ 400 milhões somente para “organizar” a COP30, que foi aquele fracasso. Leia a Tribuna da Internet e fique bem informado. (C.N.)

  6. STJ decide tirar cargo de ministro por acusações de assédio sexual

    Processo contra Marco Buzzi foi encaminhado à AGU para abertura de ação no STF

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