Dino reage à pressão política sobre o Judiciário
Mariana Muniz
O Globo
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino afirmou nesta terça-feira que é “falso” dizer que o Judiciário vive uma “crise terminal e apocalíptica”, mas defendeu uma série de reformas para aprimorar o funcionamento das instituições jurídicas do país.
Em publicação nas redes sociais em homenagem aos 199 anos dos cursos jurídicos no Brasil, o ministro reconheceu que há problemas nas instituições, mas criticou o que classificou como uma narrativa alimentada por interesses políticos, ideológicos e econômicos.
“CRISE TERMINAL” – “Claro que há pontos negativos em tais instituições, porém é falso que existe uma ‘crise’ terminal e apocalíptica no mundo do Direito, mormente no Judiciário”, escreveu. Segundo Dino, essa visão é, “no mais das vezes”, resultado de “objetivos ideológicos, oportunismos político-eleitorais e interesses econômico-financeiros” ou de “vieses de confirmação” que distorcem a realidade.
Apesar da crítica ao discurso de crise, o ministro afirmou que mudanças são necessárias. “Acredito que reformas são sempre necessárias para que os profissionais do Direito sirvam cada vez melhor à nossa Nação”, escreveu.
MOROSIDADE PROCESSUAL – Na postagem, Dino elenca o que considera prioridades para uma eventual reforma do sistema de Justiça, citando a redução da morosidade processual, a punição de profissionais corruptos, o enfrentamento ao “uso e abuso da inteligência artificial”, o combate a “precatórios fabricados e utilizados para perpetração de crimes”, a utilização de fundos para lavagem de dinheiro e a compra e venda de decisões judiciais.
Ao concluir a mensagem, o ministro afirma que é preciso conduzir essas mudanças com “perseverança e coragem”, preservando os direitos fundamentais e os princípios constitucionais da legalidade, moralidade, impessoalidade, publicidade e eficiência.
‘Vídeo do governo Trump sobre domínio dos EUA nas Américas MIRA o Brasil’
Fonte: O Estado de S. Paulo, Política Internacional, 12/08/2026 | 13h04 Por Felipe Frazão
Mas onde está a novidade nisso?
O objetivo dos Bolsonaro sempre foi claro: dar golpe e implantar uma ditadura no país.
Fracassados na tentativa por incompetência, buscam agora a intervenção do governo Trump no país para derrotar Lula, dando a soberania nacional e os recursos do Brasil em troca..
Mas os Bolsonaro que se cuidem com Trump
A oposição de direita na Venezuela viu seus planos tradicionais atropelados pelo pragmatismo de Donald Trump, que se acertou com a esquerda chavista local.
Após a ação militar dos EUA que tirou Nicolás Maduro do poder em janeiro de 2026, Washington optou por negociar diretamente com a chavista então vice-presidente Delcy Rodríguez, alçando-a à presidência interina em vez de entregar o comando aos líderes opositores locais de direita.
Forças dos Estados Unidos capturaram Nicolás Maduro em janeiro de 2026, desestabilizando a cúpula chavista tradicional, mas abrindo espaço para negociações de emergência.
O governo de Donald Trump preferiu a continuidade institucional com chavista Delcy Rodríguez, avaliando que ela tinha controle prático do aparato estatal e disposição para cooperar com os interesses dos EUA no setor de petróleo e segurança.
Figuras proeminentes da oposição de direita, como María Corina Machado, perderam espaço na condução imediata da transição traçada pela Casa Branca, gerando frustração nos setores oposicionistas.
O governo norte-americano formalizou o reconhecimento da gestão de Delcy Rodríguez e passou a apoiar pautas conjuntas, incluindo acordos energéticos e de inteligência.
A administração Trump atuou em tribunais dos EUA para garantir imunidade diplomática da chavista/esquerdista Delcy Rodríguez em processos civis.
Apesar de trocas de recados tensas iniciais sobre o ritmo da transição (jogo de cena), Caracas e Washington mantêm canais abertos de cooperação econômica e diplomática.
Se juntar a cabeça do Xandão com o Flavão do Maranhão, o que é que dá?
DINOVO
Dino desfilava com a viatura e o cargo familiar.
E só quem vira a garrafa de vinho e fuma um trago é que paga sozinho o pato?
Jornalista agora é “perseguidor”?
O falso perseguido.
Os perseguidores de jornalistas.