
Investigações podem ter causado variação nas pesquisas
Deu na CNN
Interlocutores da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) atribuem parte do desgaste político e da variação do petista nas pesquisas eleitorais ao chamado “Fator Lulinha”. A avaliação é do analista de Política da CNN Caio Junqueira.
O fenômeno está relacionado à abertura de inquéritos contra Fábio Luiz Lula da Silva, filho de Lula, investigado por suposto tráfico de influência e por ligações com o caso das fraudes no INSS.
A Polícia Federal encontrou mensagens trocadas entre Fábio Luiz — conhecido como Lulinha — e a lobista Roberta Luchsinger, investigada pelas fraudes no INSS. A descoberta trouxe novos detalhes sobre a natureza do relacionamento entre os dois e ampliou o escopo das investigações acerca do possível papel de Lulinha no trabalho da lobista.
IMPACTO – Segundo Caio Junqueira, analista de Política da CNN, basta observar as curvas das médias das pesquisas do último mês para perceber o impacto direto das investigações nos números eleitorais. “Desde dezembro, quando Flávio Bolsonaro foi anunciado, Flávio subiu, chegou a passar o Lula, mais ou menos ali em março, abril”, explicou.
Em seguida, com o caso Dark Horse e a operação contra Flávio Bolsonaro, em maio, a tendência se inverteu: Flávio caiu e Lula subiu nas sondagens. O movimento voltou a se reverter quando Lulinha passou a ser investigado formalmente, com a abertura de inquéritos no Supremo Tribunal Federal, ao final de julho, somada a suspeitas sobre o ex-chefe de gabinete do presidente Lula.
“Bastou ver Lulinha e Marcola, Flávio voltou a subir e o Lula voltou a cair”, afirmou Caio Junqueira. O resultado, segundo ele, foi o retorno a uma situação de empate técnico entre os candidatos.
PESO NAS URNAS – A leitura dos especialistas em pesquisas, conforme relatado por Caio Junqueira, é que o eleitor sensível a esse tipo de notícia — acusações e denúncias de corrupção — é exatamente aquele que tende a decidir a eleição.
“Por isso que é muito importante a gente observar em que pés estarão essas investigações ali em outubro”, destacou o analista, ressaltando que informações divulgadas na reta final do segundo turno, entre os dias 15 e 27 de outubro, podem ser determinantes para o resultado.
Em 17 de agosto, data da análise, o cenário era de empate técnico, em grande medida em razão das denúncias, acusações e aberturas de investigações contra o filho do presidente da República.
Pof outro lado, Chaves explica:
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Na campanha de Lula, revelações sobre Lulinha são vistas como ‘fatos gravíssimos’
Aos poucos a relação entre o Lulinha e a lobista Roberta Luchsinger ganha contornos de maior preocupação para o governo Lula.
O site Metrópoles revelou um diálogo, via WhatsApp, em que a investigada por suspeita de participação no esquema de fraudes do INSS diz ao filho do presidente que “nosso nível tá outro. Nosso futuro é Suíça”.
Em outro diálogo, ele informa ter se reunido com Marco Aurélio Ribeiro, o Marcola, ex-chefe de gabinete de Lula, e com o ex-secretário-executivo do Ministério da Saúde Swedenberger Barbosa.
Oficialmente, a resposta-padrão da defesa de Lulinha é que o vazamento de informações sobre o caso deve ser apurado com rigor: “uma vez mais, rígidas apurações da nefasta instrumentalização de parte das nossas instituições por interesses políticos e eleitorais”.
Ou seja, a defesa quer discutir o vazamento e não o conteúdo do vazamento.
A propósito, os vazamentos podem resultar, na visão dos advogados de Lulinha, numa provável ação pedindo a nulidade de todos os três inquéritos nos quais o filho do presidente é investigado.
Mas nos bastidores da campanha presidencial do PT o clima é de extrema tensão, amplificada pelo início para valer da temporada eleitoral.
Diz um auxiliar direto de Lula, não sobre os vazamentos, mas sobre os diálogos capturados pela PF em relação não só a Lulinha como também a Marcola:
— São fatos gravíssimos. Mesmo que no futuro não seja constatado nenhum crime, politicamente pode ser um desastre para a campanha de reeleição.
Fonte: O Globo, Opinião, 18/08/2026 05h52 Por Lauro Jardim
Mas por quais cargas d’água a imprensa omite e não menciona o real nome do ” suspeito ou acusado ” investigado Fábio Luiz da Silva , filho de Lula , não seria o caso de o juiz do STF André Mendonça corrigir ou justificar tais omissões deliberadas ?
Se falarem o PIX do dia 30 não cai na conta.
E depois, pagar a manutenção das Bigs Mansões da Vila Madelena tem um custo muito alto….
Os condomínios cobrados pelo Sindico são muito altos…
Não é uma sensação de preço alto, como diz a Ecomunista de Araque, é real mesmo, os valores pesam no bolso todos os meses…
aquele abraço
Sr. Newton
Veja a foto do meliante,ops, errei, filho do Defunto de Nove Dedos.
Não é uma gracinha, como dizia a Hebe Camargo.?
Rosto parecendo um panetone, bem nutrido, deve estar se atolando numa bacia de Paella Valenciana todos os dias…..
E tudo com o dinheiro suado dos velhinhos aposentados,, uma atrocidade cometida pelos Pai, Filho e Tio …
Por falar nisso, ontem conversei com um velhinho aposentado e estávamos falando a respeito do Bandidão Defunto quando o aposentado me disse que também sofreu o roubo em sua aposentadoria pelos meliantes Fat-Baby e o famoso Cabeça de Arrombar Navio, vulgo Frei Chico, que está foragido, escondido em alguma mesa de redação…
aquele abraço
Para o oficial graduado, havia o risco, sim, de um iminente de golpe de Estado
– As Forças Armadas são muito grandes. Eu não sabia qual era a posição do almirantado. Eu sabia a posição do almirante Garnier (então comandante da Marinha e, segundo ele, favorável ao golpe); a posição do Alto Comando da Aeronáutica, mas as pressões foram muito grandes em cima de todos os comandantes militares. Eu temia por uma ruptura entre tropas, ou seja, alguma iniciativa que não estivesse alinhada com a decisão do general Freire Gomes, principalmente, porque o Exército tem uma capilaridade muito grande — acrescentou.
“Havia o risco”, disse um melancia. Mas não disse que houve a tentativa, como quis o Lixo Careca.
“Assim é, se lhe parece”, escreveu Luigi Pirandello.