
Relação estava estremecida desde a rejeição de Messias
Isabella Calzolari
G1
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), trocaram afagos nesta segunda-feira (17) durante uma visita ao navio-sonda da Petrobras no Oiapoque, município localizado no extremo norte do Amapá.
Foi a primeira aparição pública deles após terem a relação política restabelecida. Os dois estavam com a relação rompida desde que o Senado rejeitou a indicação de Jorge Messias para uma vaga no STF, em abril deste ano.
DESCOBERTA – Lula e Alcolumbre visitaram o navio-sonda da Petrobras que realiza a prospecção de petróleo em águas profundas na Margem Equatorial, na Foz do Amazonas. Na última sexta (14), a Petrobras anunciou que encontrou hidrocarbonetos em um poço exploratório na bacia da Foz do Amazonas, no litoral do Amapá. A descoberta indica a presença de petróleo ou gás natural na região.
Senador pelo Amapá, Alcolumbre é um dos principais articuladores políticos em defesa da exploração de petróleo na Margem Equatorial, área que abrange a costa amapaense. Durante discurso, o presidente do Senado afirmou que Lula enfrentou “tudo e todos para defender” o projeto.
“Reconhecimento é fazer justiça. É preciso que a gente de uma vez por todas reconheça no Brasil aqueles que enfrentaram causas e muitas das vezes foram contestadas ou até mesmo criticadas, não só por parte de brasileiros que não compreendem a importância da soberania energética, sobretudo aqueles outros países que infelizmente insistem em querer tutelar o futuro do brasil e dos brasileiros”, afirmou.
SOBERANIA – Alcolumbre também defendeu a soberania brasileira. “Sob a sua liderança e a trincheira de defesa do Congresso, dizemos de uma vez por todas: deixem que nós brasileiros, que lutamos pela defesa do Brasil, que nós decidamos o que queremos para o Brasil”, disse o presidente do Senado.
Em seguida, o presidente Lula fez elogios a Alcolumbre e afirmou que o amapaense “teve uma atitude muito importante para o Brasil” nesta semana, em referência ao fato de o senador ter encaminhado para análise das comissões as três principais prioridades do governo federal na Casa: Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala 6×1 (seis dias de trabalho para um de folga); PEC da Segurança Pública; Projeto de lei que estabelece o marco legal de minerais críticos e terras raras.
NA GAVETA – “Essa semana, tive uma conversa com o senador Alcolumbre e ele mandou para as comissões três projetos de importância vital para o Brasil”, disse o presidente. Os temas estavam parados na gaveta de Alcolumbre em função do rompimento entre ele e Lula. Os dois retomaram o diálogo nas últimas semanas e, apenas na semana passada, se encontraram três vezes.
Apesar de o despacho de Alcolumbre ser um gesto ao governo e a Lula na véspera do início da campanha, a avaliação no Senado é que esses temas devem ficar para depois das eleições. Antes das eleições, o Congresso terá só mais uma semana de esforço concentrado no início do mês de setembro.
DISTANCIAMENTO – O distanciamento entre Lula e Alcolumbre foi atribuído por aliados dos dois lados a divergências ocorridas ao longo do primeiro semestre. A relação ficou mais estremecida desde a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao STF, e à rejeição do nome dele articulada pelo presidente do Senado.
Nos últimos dias, porém, ambos passaram a dar sinais públicos de retomada do diálogo, movimento visto por integrantes do governo como essencial para garantir a votação de projetos considerados estratégicos para o Planalto na reta final do mandato.
Após a reunião entre Lula e Alcolumbre, o ministro das Relações Institucionais afirmou também que, independente dos trâmites no Senado Federal, Alcolumbre apoiará a chapa petista nas eleições de 2026.
Flávio tem um único objetivo: destruir Barba com intervenção de Trump e, em troca, entregar o país aos States.
Nada além disso: nenhum plano ou projeto de governo.
Não há como descartar esse golpe contra o Brasil: o da entrega do País, de bandeja, para os EUA.
Trump interfere na eleição e Flávio paga dando o que ele (Trump) quiser depois.
Acorda, Brasil! Presta Arenção!
Acorda, Brasil! Presta Atenção!
Agora vai!
O presidente Loola acaba de aplicar a lei Tupinitsky que proíbe o presidente americano de abrir conta na Caixa Econômica Federal, e sua esposa, Melanie, de ter cartão do Magazine Luiza.
Olhem as “feras”
Depois da porrada em Bessias,
Os afagos e a caríssima brotheragem.
Isso sim é politicagem…
A trilha musica desse encontro, deveria ser a musica do Lindomar Castilho, ” Nós somos dois sem vergonha”, estaria nos conformes dos confrades.
A Guiania explora petróleo nesta bacia há anos e fica rica.
Já em Banânia o Ibama, pago por ONGs e Soros inventam impactos ambientais e atrasam a exploração pelo país.
Aí vem um otário culpar o Trump.
Trump não vai querer que Flavio doe o país de porteira fechada, aqui tem muito ladrão.
Xi Jinping não vai querer que Loola doe também, tem muito analfabeto aqui que não sabe falar português, imaginem obrigar os brasileiros a falar em mandarim.
Zema vai doar a quem?
E Caiado, vai doar para os Klingons?
Com umas boas chicotadas no lombo, aprendem. Aprendem até hebraico !!!
Senhor Jose Roberto , aqui no Estado do Amazonas tem a BR-319 (Manaus x Porto Velho) , que esta a mais de 30 anos sem manutenção em quase toda sua extensão , pois esta degradada e praticamente intransitável , sendo que ” entram governos e saem governos ” e nada até hoje foi feito para sua recuperação , mas gastaram ao longo dos anos rios de dinheiros para formularem o tal estudo de ” impacto ambiental ” , numa estrada já pre existente , pois acredito que os tais estudos de ” impactos ambientais ” , já tenham chegados na casa dos bilhões de reais jogados fora , e sem nenhum efeito prático para a recuperação da BR-319 , pois os políticos do Estado do Amazonas nada fizeram ou fazem para a recuperação da BR-319 , mas promessas não faltam como agora em época pre eleitoral .
O benefício do petróleo na faz do amazonas para os amapaenses e demais brasileiros será igual a ZERO!!! Batemos recordes na extração e produção de petróleo mas os municípios que recebem os royalts estão na mer… e o preço dos combustíveis na bomba está nas alturas! Aumentam os gastos contratando apaniguados sem necessidade em cargos comissionados, criam tribunais de contas desnecessários e com estrutura gigantesca e o “resto” embolsam.
Por enquanto são vestígios de petróleo, é tipo uma sensação.