Entrevista na Globo: Flávio veste a fantasia de moderado, mas carrega o roteiro do bolsonarismo

5 thoughts on “Entrevista na Globo: Flávio veste a fantasia de moderado, mas carrega o roteiro do bolsonarismo”

  1. DANIEL VORCARO E O FIM DA REPÚBLICA DO MILITARISMO E DO PARTIDARISMO, politiqueiro$, e seus tentáculos velhaco$, que, na real, já havia terminado de fato em 1985, com o fim da famigerada ditadura militar, com todos os seus operadores e apoiadores, inclusive Tio Sam e o porão da dita-cuja, desmoralizados e rendidos à necessidade de transformação do país, da política e da vida do povo brasileiro a quem deveria ter sido devolvido o poder diretamente, bem como os destinos da nação, com mudanças de verdade, sérias, estruturais e profundas que, infelizmente, tb não ocorreram até os dias atuais pelas mãos dos seus sucessores, tb ávidos de poder, dinheiro, vantagens e privilégios, sem limite$, como, aliás, haviam sido sugeridas na época pelo saudoso senador, Teotônio Vilela, o “Menestrel da Alagoas”, já à beira da morte, via projeto próprio, novo e alternativo de política e de nação, inclusive na presença do então ainda jovem, Fernando Henrique Cardoso, durante o Programa Canal Livre da Band, como se vê no vídeo anexo ( https://www.youtube.com/watch?v=wC6-9w2Wrms ). O fato é que no Brasil a corrupção não é apenas desvio de conduta mas isto sim método de enriquecimento, ascensão e dominação, assim como a mentira e a ex-mania que virou doença de levar o máximo de vantagem em tudo o tempo todo. E o pior de tudo é que a república do militarismo e do partidarismo, politiqueiro$, e seus tentáculos velhaco$, continuou mas viva do que nunca, operada pelos sucessores da dita-cuja, não obstante ingovernável sem o irresponsável sistema de gastança, comilança e impostança, sem limite$, que a alimenta, sustenta e garante a sua governabilidade. MAS, É COMO DISSE O TRIBUNÁRIO, JOSÉ VIDAL: “…quase sempre apontamos o dedo para o chefe do Executivo, mas esquecemos de quem faz as leis, o Legislativo. E esse esquecimento ou ignorância, talvez até pela pouca importância que a mídia dê, para mim é a maior causa de nossos problemas. Por exemplo, esses casos de corrupção que sempre existiram, sem exceção, poderiam ter existido se uma grande parte do Legislativo não participasse ativamente? Claro sempre é mais fácil e dá mais repercussão culpar uma só pessoa por essa mazela ou outras quaisquer. E assim vamos, empurrando”. Na verdade, ele$ seguem empurrando a república dele$ com a barriga. Daí a pergunta que não quer calar: será que nem mesmo com o maior escândalo financeiro da república, liderado pelo mafioso Daniel Vorcaro, fantasiado de banqueiro, e respectiva mega quadrilha, ou mega organização criminosa, com possíveis tentáculos e contatos estabelecidos dentro do congresso nacional, entre ele$ o senador e presidenciável, Flávio Bolsonaro, ainda não chegou a hora de fechar a conta da dita-cuja, que há muito tempo transpira decadência terminal por todos os seus poros, e, por conseguinte, passá-la a limpo, pondo em execução uma possível mega solução, via evolução, sonhada por Teotônio Vilela, capaz de resolver e libertar o país, a política e a vida da população, que, há 136 anos, se encontra submissa à égide da dita-cuja, reduzida a condição de vítima, refém, súdita e escrava do continuísmo da mesmice imposto pelos seus operadores ? E o pior de tudo, é que, ganhe quem ganhar, sob a égide da dita-cuja república dos me$mo$, vai continuar tudo como dantes no velho quartel de Abrantes, até porque, conforme a sábia constatação feita pelo saudoso Dr. Ulysses Guimarães, que conhecia tudo do congresso, sem a proibição da reeleição, o congresso vindouro sempre consegue ser pior que o congresso em fim de mandato, máxime agora com os fundões partidário e eleitoral, bilionários, e as emendas impositivas tb bilionárias. Valendo lembrar que as mudanças de verdade, sérias, estruturais e profundas, com projeto próprio, novo e alternativo de política e de nação, são proibidas, porque não convém ao establishment de plantão, viciado no velho sistema de gastança, comilança e impostança, que perfaz o gigantismo da crescente e inevitável da irresponsável dívida pública, tipo bomba-relógio financeira, que o sustenta, com a imprensa falada, escrita e televisionada navegando na proa do dito-cujo sistema, à moda quarto poder do qual os demais navegantes morrem de medo. https://tribunadainternet.com.br/2026/08/28/vorcaro-volta-a-pf-e-tenta-pela-terceira-vez-abrir-caminho-para-uma-delacao/?fbclid=IwY2xjawT_rUFwZG9mAWV4dG4DYWVtAjExAHNydGMGYXBwX2lkEDIyMjAzOTE3ODgyMDA4OTIAAR7zpqqfmkrRFCymkVr7jQ0E7TC_z82r-dOpZ_mukAgacJEKj3VI6NU3bMDSpQ_aem_PYlgdzTPpmT8lyKC48v5Ww#comments

  2. Ele foi lá se escangalhar.
    Só não se matou porque foi impedido pelos jornalistas da Globo.
    Numa escala de zero a dez ele ficou com zero virgula nove.
    Esse traste não presta nem pra ser fiscal de obras paradas, segundo os abnegados cretinos fundamentais.

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