Embate se tornou o assunto político mais discutido
Yago Godoy
O Globo
O embate entre os ministros André Mendonça e Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), se tornou o assunto político mais repercutido dos últimos 12 meses nas redes sociais, de acordo com um levantamento do Instituto Democracia em Xeque. De terça-feira (1) até às 11h desta sexta-feira (4), foram 2.317.394 publicações relacionadas ao tema.
Isso significa que a crise na Corte supera outros casos relevantes do último ano, como a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por tentativa de golpe de Estado e a divulgação dos áudios em que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pede dinheiro ao banqueiro Daniel Vorcaro para a produção do filme “Dark Horse”.
MENSAGENS – A disputa entre os magistrados começou quando Mendonça enviou um despacho à Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre mensagens trocadas entre Moraes e Vorcaro, extraídas do celular do banqueiro pela Polícia Federal. Pouco depois, o procurador-geral, Paulo Gonet, se manifestou pela nulidade de todo o conteúdo, que demonstra a tentativa do banqueiro em evitar sua primeira prisão em novembro de 2025.
Já nesta quinta-feira (3), Moraes realizou uma ofensiva contra o colega da Corte, apontando “fortes indícios da prática de improbidade administrativa, abuso de autoridade e crime de responsabilidade” de Mendonça na condução das investigações sobre o caso Master e o escândalo do INSS.
Nas redes, para efeito de comparação, o caso “Dark Horse” gerou 1.870.962 publicações nas primeiras 72 horas. Já a decisão dos Estados Unidos de classificar as facções Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) como terroristas alcançou 965.028 no mesmo período, e a condenação de Bolsonaro na trama golpista, 938.898.
REAÇÃO DA ESQUERDA – Na esteira da crise no Supremo, a repercussão em torno da discussão política envolvendo Daniel Vorcaro e outras figuras políticas somou mais de 1,1 milhão de publicações entre 0h de quinta-feira e 12h desta sexta-feira (4). De lá para cá, contudo, o tema com maior engajamento foi o áudio enviado pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) a Vorcaro, revelado pelo portal ICL Notícias.
“Além do Nikolas ter redes muito grandes e tudo o que acontece em relação a ele ter um impacto muito grande, o fato dele tentar sair explicando os problemas e ser pego na mentira acabou sendo ruim”, avalia o analista político Beto Vasques, diretor do Democracia em Xeque, em alusão ao laudo falso publicado pelo parlamentar horas após a revelação.
Dentre as publicações analisadas nesse período, o Democracia em Xeque dividiu as 118,2 milhões de interações em seis eixos temáticos: aúdios de Nikolas, ataques a Moraes, caso Master, embate entre Moraes e Mendonça, doações de campanha ligadas a Vorcaro e apelo moral em relação ao Supremo.
ENGAJAMENTO – Do total, 26% tratam sobre Nikolas, e 59% do engajamento no tema se deve à esquerda. Em seguida, 23% abordam a postura crítica contra a atuação de Moraes, com 79% das interações sendo de responsabilidade da direita. A direita também foi a principal responsável por questionar a atuação de Gonet e do diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues.
No debate entre Mendonça e Moraes, 7 em cada 10 (76%) interações são da direita, o que evidencia o foco da esquerda em direcionar energia à situação envolvendo Nikolas. No áudio, o deputado chama Vorcaro de “Dani”, pede a liberação de ativos minerários para um amigo e se explica pelas publicações críticas que fez sobre o Master.
”É interessante ver que, como é uma crise muito grande, a imensa maioria das menções a Nikolas, a Moraes e a Mendonça são negativas. São mensagens muito duras e críticas”, avalia Vasques.
MILHÕES DE INTERAÇÕES – As publicações sobre Nikolas geraram 40,2 milhões de interações nas redes, praticamente o dobro do engajamento dos posts voltados para o embate entre Moraes e Mendonça (21 milhões). Os ataques a Moraes, contudo, contaram com mais de 20 milhões de interações, e as investigações do caso Master ligadas à PF e à PGR, 19,5 milhões. O relatório do Democracia em Xeque destaca que o assunto é o mesmo, mas que cada campo político “escolheu um personagem diferente para colocar no centro”.
Nas últimas horas, a partir da noite de quinta-feira, Vasques ressalta que a esquerda tem se desmobilizado das críticas a Nikolas e direcionado a atenção a Mendonça, com críticas a supostos vazamentos seletivos da investigação e pedidos pelo afastamento dele das relatorias do caso Master e do INSS.
“A base de observação do instituto é composta por uma lista de atores ligados ao debate político, entre eles políticos, influenciadores, mídia de referência e mídia partidária. A coleta de conteúdos é realizada a partir de perfis no Facebook e Instagram, canais do YouTube, perfis no X e no TikTok”, explica o estudo.
Um retrato:
Os Donos da Toga
Se consideram e agem com Donos do Estado
À quem interessa esses embates e eestrambelhamentos?
Ora pois, à quem vanca, alçs, locupleta, desmantela e individa, utilizando seus “frarefnos” peões, conforme:
“Trump declarou guerra ao cartel bancário Rothschild e à soberania nacional em detrimento das instituições globalistas.
Durante as Guerras Napoleônicas, a máfia Rothschild assumiu o controle da França e da Grã-Bretanha.
A mesma máfia bancária Rothschild que criou Israel como sede de um governo mundial único é a que controla “A Coroa”. Trata-se de uma máfia global descentralizada que antecede Israel e, essencialmente, governa o mundo.
A família Rothschild descende dos khazares, satanistas ocultistas do leste europeu. A família Rothschild é a máfia khazar e criou/controla o moderno Estado de Israel, o Federal Reserve, o BCE, o BIS e a Ilha de Epstein.
Os cazares eram um povo turco seminômade que, no final do século V, estabeleceu um importante império comercial que abrangia a região sudeste da atual Rússia europeia, o sul da Ucrânia, a Crimeia, a Jordânia e o Cazaquistão.
Eles receberam o apelido de “ladrões de nomes” dos países vizinhos, que se cansaram de seu comportamento criminoso de assumir as identidades daqueles que assassinavam, bem como de seus sequestros, roubos e banditismo nas estradas, e hoje são frequentemente conhecidos como “A Máfia Khazar”.
A Cazária foi formada como um reino governado por um rei maligno chamado Bulan, cuja corte incluía pessoas treinadas nos mistérios ocultos e nas ciências da magia negra da Babilônia, Grécia e Roma.” PS. Continua, em: https://m.beforeitsnews.com/politics/2026/09/byington-bombshell-report-trump-declares-war-on-satan-worshiping-child-sacrificing-rothschild-banking-cabal-banks-closing-stock-market-on-edge-of-cliff-saved-by-trumps-global-currency-reset-3366587.html
https://www.google.com/search?q=Rei+Bulan&sca_esv=ccb2cbc31bb26bce&sxsrf=APpeQntsQDon0PGSPKU04x-lr6zAfgBVuA%3A1788654462079&udm=50&fbs=ABfTbFVGaQeaqnsRPI5sOMG32KszkLt6nAp8aiRKj5vMjqZApKYr2wv-EHakX1SS4JF8fY1_A0DfPLoyd61yD2Gjy0hFwA9uQzfe2qr5XIoplX3KzYU15Dvac31IGqviSOjsAzA2j5v7bVTpa-JwJ2a7liKWcIpri6epeRY2-6rxb5hIPfIJwS3Sq0BCi4o1JWpwYlJtvrKzjNcWNHjKiHQyk5npKaLJ-snLfOSGj6XXod2Yj1HZiEY&vsint=&aep=1&ntc=1&cs=0&sa=X&ved=2ahUKEwiM7dmO2diWAxU8rZUCHcY2IgwQ2J8OegQIExAE&biw=360&bih=664&dpr=2&atvm=2&mstk=AUtExfAuv7Rt0lsFJNACLGnKSczmgZVmcq_t-KYlK8puaLkSfRkM3ZjjX1e8PyiOtjDRKVtO1LUw7lrWB3vakG1Kkq-z18NFVorCGbfLd_KqJR0i2917Hatjt6ZO2YtlAkywSZmXHtLlal6v6-zWoQE3lh394soIp_h9CKj2aBkjp_8MIF2MyFnJ1-rcMeTCFAjPv_gazDKgLT9IXuTcPnCQuAYg2EPW44zQ_YSMQzn2erc59Zq-aKD4INbcyq_eXFBfwNOuSF8ukL6nX_BVUmkI7XEw8-8JU8N5nsjXqtU6f8yYFwPWyAWhGKohIixQDlBvXNjTVCiODkOy6w&csuir=1&mtid=f7OcauWcLKq91sQP1829-Ak
“A conversão ajudou o Império Khazar a se manter neutro e independente, funcionando como uma zona tampão.” PS. Teria a “idéia” inspirado a formação da neutra Suíça e o atrator e golpista “bunker financeiro”?
Pra bom entendedor, palavras truncadas bastam.