
Charge do Nando Motta (Charges Brasil)
Vicente Limongi Netto
Eleição é exercer cidadania. Abrir a alma para acolher esperanças. Não deveria ter espaços para intolerância e covardia. Lamentavelmente ações rasteiras saem das entranhas de pessoas decaídas. Nesta linha, personagens desprezíveis aparecem atolados na lama.
Puxando a grotesca fila, o presidente Donald Trump, mostrando as garras imundas para se intrometer nas eleições democráticas do Brasil, seguido pelo aliado serviçal e fujão, Eduardo Bolsonaro, que insultou servidores do Itamaraty, com ameaças de acabar com a “despetização” no Ministério das Relações Exteriores.
Por fim, há os valentões de barro, como o deputado federal eleito do PL, sargento Salazar, e Kidson Maia, derrotado para deputado estadual, proibidos pela justiça de se aproximar da candidata a vice governadora, Alessandra Campelo, do PSD do Amazonas, na chapa de Omar Aziz. Deus tenha piedade de todos eles.
NOVA CARTA? – Flávio Bolsonaro vai alterar a Constituição ou fazer uma nova, para democratizar o país? O Brasil não é um país democrata? Se não fosse, Flávio não estaria aí mentindo descaradamente.
O pior, vai convidar os Estados Unidos para fazer parte da transição do governo. Isto é, vai entregar o Brasil de mão beijada aos norte-americanos.
Sabemos que Flávio Bolsonaro está mentindo, ele sabe que está mentindo, ele sabe que nós sabemos que ele está mentindo, sabemos que ele sabe que sabemos que está mentindo, mas ainda assim continua mentindo.
Caro Vicente, lembremos que o então Barroso “democráticamente” e sem contestação, pediu a intromissão do governo Biden nas eleições de 2.022, conforme: https://youtu.be/Zx57wzRkYG0?is=dXPFCmjMNAeSRX3N
O miliciano ditador, defende um projeto de lei (o PL 3.723/2019) que acaba com a obrigatoriedade de gravar o número do lote e do comprador nas cápsulas (estojos) das munições vendidas para as polícias e Forças Armadas.
Hoje, essa marcação existe justamente para permitir rastrear de onde veio a munição.
Quem apoia a ideia diz que gravar isso encarece a produção e reduz a concorrência nas compras públicas. Também argumentam que a marca no estojo não impede desvios ou roubos.
Na sabatina recente, Flávio tratou o assunto como um “detalhezinho”, dizendo que o foco deveria ser investir em inteligência artificial e endurecer penas, tratando chefes de facções e milícias como “narcoterroristas”.
Do outro lado, peritos e críticos alertam que tirar essa marcação dificulta muito o trabalho de investigação. Quando munição oficial é desviada ou roubada e cai nas mãos de milícias, traficantes ou facções, o número do lote ajuda a ligar o cartucho encontrado no local do crime à corporação ou ao lote que o comprou.
Sem isso, fica mais fácil o material “oficial” circular no crime sem deixar rastro claro.
Casos reais (como o da Marielle e investigações de chacinas envolvendo policiais) usaram exatamente essa identificação para avançar.
Na prática, a medida enfraquece uma ferramenta que já existe para dificultar o desvio de munição comprada com dinheiro público e ajudar a investigar quem usa essas balas em crimes.
Críticos veem a proposta como algo que favorece quem desvia munição oficial, em vez de combatê-los.
O projeto ainda tramita no Senado (aprovado na Câmara anos atrás). O debate gira em torno de se o custo e a burocracia justificam perder essa camada de rastreamento.
É realmente intrigante que a mídia não repercutiu esse pedaço da sabatina com mais detalhes e que o assunto tenha passado quase batido.
E depois os incautos, dizem que o estelionatario não vai inventar uma ditadura.
Ele já falou de todos as maneiras das péssimas intenções sobre o assunto.
Quem viver, verá….
É por isso que vou votar no lula, porque a ditadura continuará guardada numa caixa de aço para sempre, porque estas eleições é a única chance da famílícia se fortalecer.
Se o Lula ganhar, essa gente vai presa.
O chocolateiro, evidentemente, fugirá do país.
José Luis