Virada de Lula é vista no exterior como derrota para Trump
Leonardo Marchetti
O Globo
A vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL) neste domingo foi tratada pela imprensa internacional como um freio à onda conservadora na América Latina e um revés para o presidente americano, Donald Trump. Derrotado no primeiro turno, Lula garantiu o quarto mandato com uma virada que os principais veículos estrangeiros destacaram e que não tem precedentes nas eleições presidenciais desde a redemocratização.
A relação com Washington esteve no centro das manchetes. A agência Associated Press apresentou Lula como um “crítico de Trump”, enquanto a rede americana CNN destacou que o petista derrotou um “aliado de Trump” e manteve o Brasil à esquerda em uma região que vem se deslocando para a direita.
GOLPE EM TRUMP – O jornal americano Washington Post afirmou que o resultado interrompe essa guinada, ao impedir que a maior democracia latino-americana se juntasse a ela. Para o britânico Financial Times, a vitória do petista é um golpe na ambição de Trump de ampliar a influência dos EUA na região.
A margem estreita também chamou atenção. A rede britânica BBC e o Financial Times descreveram a votação como uma disputa voto a voto, e o americano Wall Street Journal tratou o resultado como uma surpresa que prolonga uma das carreiras políticas mais longas da América Latina. O espanhol El País falou em uma “virada épica”, que freia o avanço da extrema direita no Brasil e dá “um balão de oxigênio” à esquerda no mundo.
RECADO AOS CONSERVADORES – Para o jornal americano New York Times, o resultado é um recado ao movimento conservador que vem conquistando presidências na América Latina, celebrado por Trump. A vitória de Lula interrompeu uma sequência de sete vitórias seguidas da direita na região nos últimos 18 meses. O jornal lembrou que o petista enfrentou abertamente o presidente americano, que usou tarifas e sanções para tentar evitar a prisão de Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos por tentativa de golpe após a eleição de 2022.
O francês Le Monde afirmou que o Brasil, ao contrário de Argentina, Chile e Colômbia, governados por presidentes apoiados por Trump, não virou à direita e segue como um dos raros redutos progressistas da América Latina. Segundo o jornal, Lula desmentiu os prognósticos ao reverter a desvantagem do primeiro turno, em parte por ter atraído eleitores que haviam se abstido. A abstenção caiu de 21,08% para 19,21% entre os dois turnos.
DORAVANTE, o desafio histórico do Brasil é colocar alicerces firmes sob os castelos construídos nos ares. QUE VENHAM AGORA ENTÃO, NO QUARTO MANDATO DO LULA E SEXTO DO PT, antes tarde do que nunca, as mudanças de verdade, sérias, estruturais e profundas, que se fazem necessárias no Brasil há trocentos anos, com projeto próprio, novo e alternativo de política e de nação, com a prudência máxima, com todos juntos e misturados, esquerda, direita e centro, situação e oposição, até porque basta de tanta confusão, embromação e encrenca pra cabeça e pra vida do conjunto da população, com tanta gastança e tanto desperdício de tempo e de dinheiro, público e privado, em profusão, tudo em vão, tudo por nada de novo e alvissareiro, em termos de mudanças de verdade, sérias, estruturais e profundas em prol do bem comum do conjunto da população. Não vale a pena toda essa loucura apenas para continuar tudo como dantes no velho quartel de Abrante$, em detrimento da evolução democrática que o país, a política e a vida que o conjunto da população tanto necessitam, há muito tempo. Aliás, sobre um prédio, em frente ao local onde votei logo de manhã, num município extremamente conservador, até as entranhas, observei a presença de um urubu solitário, paciente e emblematicamente, observando a entrada e saída de eleitores do local de votação. Cá entre nós, o povo não escolhe ninguém que não lhe seja imposto antes pelos donos de partidos, cujos nomes são apenas chancelados pelo povo nas urnas, de modo que ou votam neles, ou se abstém, ou votam em branco ou nulo, sinalizando assim a rejeição a tudo isso que aí está, há 136 anos, fantasiado de democracia porém praticado como plutocracia putrefata, com jeitão de cleptocracia e ares fétidos de bandidocracia, copiada mal e porcamente dos EUA. O mais difícil é chegar à terceira e última idade e ser obrigado a aceitar o fato capturado pela sabedoria popular segundo o qual na seara político-partidária-eleitoral, sob o teto da república do militarismo e do partidarismo, politiqueiro$, e seus tentáculos velhaco$, com as instituições aparelhadas pelos me$mo$, em permanente estado de revanchismo e guerra tribal, primitiva, permanente e insana por dinheiro, poder, vantagens e privilégios, sem limite$, face ao qual muda-se apenas as moscas, quando muito, mas a merda continua sendo sempre a mesma, cada vez mais insuportável, infelizmente. Quadro esse triste demais da conta que o coração do ” velhinho” aqui á não aguenta mais, daí, a nosso ver, o necessário, inadiável e improrrogável advento da Revolução Pacífica do Leão, a RPL-PNBC-DD-ME, a mega solução, via evolução, em prol da redenção do país, da política, da vida e da convivência pacífica do conjunto da população, alicerçada na paz, no amor, na empatia, no perdão, na conciliação, na união, e na mobilização por Ela, a mega solução, via evolução, focada no sucesso pleno do bem com do conjunto da população, que projeta o possível Novo Brasilzão na vanguarda democrática do necessário novo mundo civilizado, além dos EUA, inclusive porque, “data venia”, o coração do “velhinho” aqui não aguenta mais ver irmão babando ódio na gravata contra o próprio irmão. Por ora, conforme o nosso grau de consciência, penso que fizemos apenas a nossa parte no tempo e o espaço, crentes de que ajudamos a empurrar a marcha da história para frente, com as nossas próprias forças, com as nossas próprias mãos, no peito e na raça, certos de que ainda temos muito a fazer, e um longo caminho a percorrer, no sentido dos novos horizontes a serem descortinados e desbravados. Forte, fraternal, amoroso e carinhoso abraço em todos e todas, esquerda, direita e centro, situação e oposição. https://noticias.uol.com.br/eleicoes/2026/10/25/boletim-ministerio-da-justica-segundo-turno.ghtm https://tribunadainternet.com.br/2026/10/25/esta-e-a-eleicao-mais-ridicula-e-perigosa-que-ja-ocorreu-no-pais-pense-sobre-isso/#comments
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