
Lula agora tem de aturar mais quatro anos de governo
Carlos Newton
Quando acordar e cair na realidade, Lula da Silva vai se olhar no espelho do Palácio da Alvorada e indagar: “O que estou fazendo aqui?”. O espelho lhe responderá mostrando seu ar de infinito cansaço, evidenciado pelo enrugamento do pescoço, que os cirurgiões plásticos não conseguiram remover na caprichada harmonização feita no ano passado.
Só então o presidente brasileiro lembrará que esta terça-feira é dia de seu 81º aniversário e será uma chatice, tendo de aceitar cumprimentos sem parar. Talvez seja melhor nem aparecer no Planalto e descansar mais um pouco, apesar da empolgação de dona Janja da Silva, que só quer saber de festejar.
CONFINAMENTO – Ao contrário da mulher, Lula sabe que o poder é ilusório e essa derradeira eleição o condenou a passar mais quatro anos confinado em Brasília, enquanto ainda tiver saúde para governar, pois o vice Geraldo Alckmin é como um urubu, eternamente pousado no ombro do presidente, esperando apenas o tempo passar.
Após a espetacular vitória contra um adversário estreante e de poucas chances, Lula se aborreceu logo de cara, ao tomar conhecimento de que as ações brasileiras despencaram no exterior, com queda de até 27%, enquanto o dólar comercial subia de R$ 4,99 para R$ 5,55. Papéis de XP, Santander e Itaú negociados nos EUA e na Europa desabaram.
Lula não sabe o motivo. Julga que está sendo perseguido. Estava sonhando com a queda dos juros, prometeu isso na campanha, mas a vida não é bem assim. Agora não caem, mesmo.
METAS FISCAIS – Após a vitória, Lula terá de convencer o mercado de que vai mirar a meta fiscal para conter gastos. Por causa do saco de bondades, terá que enviar ao Congresso um ajuste inicial no Orçamento de 2027, a regulamentação da PEC 6×1 e parte da Reforma Tributária.
Para se manter no terceiro mandato, o governo Lula teve de recriar a velha dívida externa, que já tinha caído no esquecimento. Com a volta de derrotados à equipe do governo, como Fernando Haddad, Gleisi Hoffmann, Paulo Pimenta, Marina Silva, Simone Tebet, Renan pai e filho, Manuela D’Ávila e outros mais, ficará tudo no mesmo.
E assim vamos acompanhar quanto tempo Lula resiste no velho novo governo, que começa com prazo de validade já vencido.
Sr. Newton
Vejo o motivo pela qual o Narcola 9F quer acabar com a polícia….:
https://www.youtube.com/watch?v=1mXqQ8Gf8nc
aquele abraço
Parte II
https://www.youtube.com/watch?v=2hB2wDRP28I
Sr. Newton
O Narcola e sua gangue preferem defender e proteger os bandidos, sequestradores, estupradores, assassinos, latrocinas, corruPTos, ladrões do que proteger as vítimas,
Aliás, as vítimas nem são citadas nos discursos alcoólicos do Narcola 9F..
aquele abraço
O Brasil continua a amarrar o seu destino a Lula
Lula venceu o pior candidato que a direita poderia ter; a oposição é coautora desse drama (alguém poderá dizer tragédia)
Flávio Bolsonaro disse que não reconhece a eleição de Lula e que vai pedir a anulação do pleito.
O chefão petista venceu por uma diferença de 4,5 milhões de votos, que certamente não foram ganhos por causa da decisão do ministro do STF Cristiano Zanin de estender a votação por duas horas.
Os 10 milhões e 300 mil votos que Lula teve a mais no segundo turno são fruto dos R$ 300 bilhões em medidas eleitoreiras que ele pendurou na conta dos pagadores de impostos e da campanha do medo mais nojenta de todos os tempos, que foi exitosa ao diminuir a taxa de abstenção, a menor em 16 anos, e também a de votos brancos e nulos.
Os eleitores de outros candidatos da direita, no primeiro turno, também não migraram em massa para Flávio Bolsonaro, o que mostra que a questão central para esse contigente de eleitores estava longe de ser a ideologia e sim a rejeição ao filho de Jair, maior do que a Lula.
O problema é que não basta que uma eleição seja honesta, ela precisa parecer completamente honesta. E nunca parecerá honesto, tanto para os perdedores como para os seus apoiadores internacionais, o fato de o ex-advogado de Lula ter atendido a um pedido do chefão petista e atropelado as atribuições do TSE para causar uma interrupção de duas horas na apuração nacional.
Tudo fica mais complicado porque as pesquisas eleitorais mais respaldadas pela imprensa projetavam a vitória de Flávio Bolsonaro, e mais uma vez elas erraram miseravelmente: Lula conseguiu uma vantagem sobre o adversário de 3,5%, bem além das margens de erro projetadas, o que deveria forçar a imprensa a parar de levá-las tão a sério.
Porque o resultado, embora real, não parece sê-lo inteiramente, Flávio Bolsonaro recorre à deslegitimação da vitória de Lula. Atitude previsível diante das circunstâncias de ontem e da inevitabilidade de ser caçado na planície pelo ministro Alexandre de Moraes, o predador da família Bolsonaro.
Condenar Flávio no caso do advogado Willer Tomaz, acusado de lavar dinheiro para o filho de Jair, torná-lo inelegível e, assim, decretar a morte política dos Bolsonaro, é o objetivo evidente de Moraes, cujo impeachment parece ter virado sonho de uma noite de verão.
Flávio Bolsonaro, de quem as rachadinhas contaminaram a presidência do pai desde o início, está sem mandato nenhum, sem proteção política alguma, agora suspeito de crime ainda mais polpudo e, portanto, mais grave.
A sua vitória no primeiro turno turvou a visão de quem anseia pelo fim do reinado de Lula, populista que vem atrasando o Brasil há décadas. Obscureceu também a visão deste articulista, crítico de primeira hora da candidatura de Flávio Bolsonaro por considerá-la uma escolha egoísta do seu pai, que até a derrota de ontem se pretendia senhor da totalidade de um espectro ideológico.
O filho de Jair sempre foi o pior candidato que a direita poderia ter. Depois de tomar o susto do primeiro turno, Lula e os seus acólitos, montados na máquina pública e na militância recobrada na sua ferocidade, partiram para o tudo ou nada contra quem tinha o vazio a oferecer: expectativas positivas que, a bem da verdade, foram projetadas no filho de Bolsonaro, não emanadas da sua triste figura.
O Brasil continua a amarrar o seu destino a Lula. Com ele, o máximo que podemos almejar é a mediocridade, a irrelevância. O drama (alguém poderá dizer tragédia) deste país não tem fim; a oposição é coautora dele.
Metrópoles, Opinião, 26/10/2026 16:51 Por Mario Sabino
Lá da China, Nando explica:
https://www.facebook.com/share/v/1CRuf2n7Qw/
Sr. Newton
O Mal é estridente, mas, não dura para sempre…
Estamos ansiosos para ver a Grande Profecia do Milênio
Pode ser hoje, amanhã, ou depois de amanhã, ou como falam os caipiras pode ser “isturdia”……
A Grande Profecia do Milênio será a mais completa Libertação do nosso Marvilhoso Pais que o Mundo Já Viu..
Será o maior Livramente para o povo, em especial o mais sofrido…..
aquele abraço…
E vamos em frente que atrás vem o Ladrão de sempre junto com os jumentos atormentarem a vida da gente….
eh!eh!eh
Ops,esqueci de um detalhe..
Espero estar bem vivo para ver esse grande dia e a passagem sem escalas da Entidade Diabólica para a Churrasqueira do Juizo Infernal,