
Charge do Cláudio (Folha)
Dora Kramer
Folha
É inegável: o governo Donald Trump pôs um trunfo nas mãos de Flávio Bolsonaro (PL) e acrescentou um fato à foto no salão oval da Casa Branca. Ajudou o senador a mudar o rumo da prosa do caso Master, permitindo que ele ligasse o pedido feito dois dias antes à decisão de definir PCC e CV como organizações terroristas.
Não há como separar o gesto do contexto eleitoral nem fugir da constatação de que o Departamento de Estado sinalizou que a química entre Trump e o presidente Luiz Inácio da Silva (PT) tem limite. O debate não foi gratuitamente capturado pelos políticos porque, dado o momento e a forma, a política está no centro da questão.
INTERFERÊNCIA – Se não se configura uma interferência clássica do governo americano no processo eleitoral brasileiro, dá margem à interpretação de que há nítida preferência em Washington. Ou Trump, Marco Rubio e companhia seriam meros inocentes úteis no plano bolsonarista de constranger o presidente Lula em sua jornada pela reeleição? Definitivamente, não é caso de inocência.
Difícil também aceitar que tenha sido coincidência. Três semanas antes, Trump havia estado com Lula e, ao não abordar o tema, dado ele a oportunidade de se jactar da esperteza de tampouco ter tocado no assunto em três horas de conversa.
INTERLOCUTOR – Veríamos depois que a omissão deixou o petista vendido na situação. Nesse meio tempo o preposto de Jair Bolsonaro (PL) na corrida presidencial se enrolou na rede de falcatruas de Daniel Vorcaro, foi chamado para um encontro na Casa Branca no qual enfatizou o pedido para o enquadramento das facções e, em seguida, vem a decisão que pôs Flávio Bolsonaro na condição de interlocutor influente.
A maré pode virar se a mudança de status jurídico não alterar o cotidiano das áreas dominadas ou se houver danos à economia devido a ingerência indevida dos EUA por aqui. Ainda assim, a reação baseada na defesa da soberania, como foi no tarifaço, parece insuficiente, porque a população cobra respostas na segurança pública que o governo não conseguiu dar.
RACHADINHA PODERÁ VIR A SER “TÍTERE” DE POTÊNCIA ESTRANGEIRA
A instalação de um governo títere (ou marionete) ocorre quando uma potência estrangeira ou um grupo de pressão assume o controle político de um país, mas mantém uma fachada de governo local e independente.
Na prática, os governantes locais não têm soberania real e servem apenas para legitimar e executar os interesses de quem realmente detém o poder nos bastidores.
As principais características desse processo incluem:
Fachada de Soberania: O país mantém seus símbolos nacionais, como bandeira, hino, constituição e cargos (presidente, ministros e parlamento), para dar a ilusão de independência ao povo e à comunidade internacional.
Subserviência aos Interesses Externos: Todas as decisões políticas, econômicas e militares importantes são tomadas pela potência controladora. O governo local apenas cumpre ordens.
Falta de Legitimidade Popular: Como esses governos servem a interesses estrangeiros e não à população local, eles frequentemente precisam reprimir a oposição, censurar a imprensa e utilizar a força militar para se manter no poder.
Um exemplo clássico, embora não contemporâneo, ocorreu durante a Segunda Guerra Mundial, com a França de Vichy. O regime francês colaborava diretamente com a Alemanha Nazista, governando partes do país sob as ordens de Berlim.
A petezada continua mentindo e chorando.
RACHADINHA PODERÁ VIR A SER “TÍTERE” DA POTÊNCIA ESTRANGEIRA INTERVENTORA
O jogo de hoje da Seleção Brasileira com o Panamá não pareceu mais um “treino” promovido pela CBF com cobrança de ingresso?
A mão pesada do ste é stf também interferiram na eleição passada. Basta ver o que proibiam para um candidato e o outro era livre para tudo.
Convenhamos: Após vários séculos de infiltrações e manifestações de apátridas subversivos, impossível ignorar que exista um organismo de vigilância capacitado para identificar quem são e onde se encontram, para em oportuno momento erradicá-los, por descarada e persistente prática de alta traição!
“Uma reforma sancionada pelo presidente Nayib Bukele vem provocando forte repercussão internacional ao permitir a aplicação de prisão perpétua para menores a partir dos 12 anos em El Salvador. A medida amplia o endurecimento das leis penais no país e autoriza punições máximas para crimes considerados extremamente graves, como homicídio, feminicídio, est*pro e terrorismo, além de aproximar o sistema de justiça juvenil do modelo penal aplicado a adultos.
A nova legislação faz parte da política de segurança cada vez mais rígida adotada pelo governo salvadorenho desde 2022, quando foi implantado um regime de exceção para combater gangues criminosas. Desde então, o país passou por operações em larga escala, resultando em dezenas de milhares de prisões e em um aumento significativo do controle estatal sobre áreas consideradas dominadas pelo crime organizado.
Segundo o governo, o objetivo da reforma é impedir que integrantes de facções utilizem menores de idade para cometer crimes graves acreditando que receberão punições mais brandas. Autoridades salvadorenhas afirmam que leis mais severas são necessárias para reduzir a violência e evitar a impunidade, defendendo que a segurança da população deve ser prioridade diante do histórico de criminalidade vivido pelo país.
A decisão, porém, gerou fortes críticas internacionais. Organizações como a Organização das Nações Unidas e o UNICEF alertaram que a medida pode violar princípios básicos de proteção à infância e adolescência previstos em tratados internacionais. Especialistas em direitos humanos afirmam que a mudança prioriza a punição em vez da reabilitação, podendo representar um retrocesso nas políticas de justiça juvenil.
Apesar da pressão internacional e das críticas de entidades humanitárias, o governo de El Salvador mantém sua posição e segue defendendo a reforma como parte essencial de sua estratégia de combate ao crime. O caso ampliou o debate global sobre os limites entre segurança pública e direitos humanos, colocando o país no centro de uma das discussões mais polêmicas da atualidade sobre endurecimento penal contra menores de idade.”
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Dora com a mão pesada sobre Flavio.
Depois usa a mão leve sobre o Mão Leve.
Para quem ainda não se deu conta, a eleição de 2026 já começou e o governo petista está gastando dinheiro roubado dos nossos impostos para se manter no poder e, jornalista amestrado, é o que não falta no Brasil. Muito mais da metade dos jornalistas brasileiros morreriam de fome não fosse o dinheiro espúrio da Secom.
O Pix do dia 30 será multiplicado por 13 para os meliantes travestidos de jornazistas..
As redações com muita maconha e pó branco estão em êxtase para reeleger o bandidão de estimação e seus criminosos…..
E, pelo andar da carruagem, tudo indica que a Faria Lima poderá ser a próxima “vítima” dos me$mo$, Caro Limongi Netto, à moda de duas uma: ou entregam a grana, ou não entregamos a rapadura que é doce mas não é mole, e daí, no caso, vamos todos pro saco, todos juntos e misturados, já no primeiro turno. Quem aposta que R$ 50 bilhões, depositados em contas no exterior, em paraísos fiscais, e nos EUA, protegidos por Trump, com asilo político concedido à família inteira, resolve a rapadura ? Certos ou errados, se assim encaminharem eventual desistência de um dos favoritos, como deseja as demais vias da oposição, num ambiente onde, infelizmente, não existe inocentes e muito menos Política, dominado pela loucura por dinheiro, poder, vantagens e privilégios, sem limite$, doença gravíssima que contaminou a política, que contamina grande parte da população e que, infelizmente, põe em risco de extinção até mesmo a banda boa, honesta e do bem da Humanidade, caso esta não reaja em tempo ? https://tribunadainternet.com.br/2026/05/31/flavio-e-eduardo-nao-pediam-emprestimo-a-vorcaro-o-que-faziam-era-pura-extorsao/#comments
Dora e aquilo em 2022 quando o povo não queria eleger Lula e os Jornalistas das Mídias foram conspirar contra o Brasil nos Estados Unidos e entregaram a Nação a esse mar de Caos Econômico e Corrupção Generalizada, você acha que a Censura dos Cúmplices de Lula não tinha Comando fora do Brasil com as Forças Armadas de joelhos para essa Canalha de Ladrões e Traidores da Pátria ? Quais os motivos de membros do Judiciário terem Resorts e Cassinos sem condições salariais para tanto ??? Tá sentido o “Bafo do Cumprimento das Leis” ?
Essa Dora nada tem a ver com a do Caymmi, é uma conhecida mamateira do consórcio de traficantes PT/STF. Mesmo após a humilhação pública que sofreu, continua defendendo os interesses petralhas.