Rubio agradece por Flávio se colocar ‘à disposição dos EUA caso seja eleito

11 thoughts on “Rubio agradece por Flávio se colocar ‘à disposição dos EUA caso seja eleito”

  1. Esse Flavio rachadinhas é um “lambe botas” que quer na verdade ser um administrador (pseudo) de colônia e entregar as terras raras aos americanos. Mais um desgraçado que por aqui se cria.

  2. A diplomacia da vassalagem: Flávio Bolsonaro e a submissão aos EUA

    A política externa da extrema-direita brasileira, liderada por Flávio, rende mais um capítulo vergonhoso de submissão aos interesses econômicos dos Estados Unidos.

    Revelada por Paulo Figueiredo, uma carta de Marco Rubio volta a deixar Flávio em maus lençóis. Nela, Rubio registra a “generosa oferta” que teria sido feita por Flávio para “colocar uma equipe de transição” à disposição do governo americano, caso este se eleja presidente.

    Ocorre que, pela legislação brasileira, a equipe de transição funciona unicamente para facilitar a passagem do governo que sai para o governo que entra.

    Regulamentada em 2002 por decreto do então presidente Fernando Henrique Cardoso, a lei prevê a criação de até 50 cargos para recolher dados junto a órgãos da administração pública federal, com o objetivo de preparar os primeiros atos do futuro governo.

    Quando do primeiro tarifaço, em março do ano passado, Flávio o apoiou, assim como fizeram Bananinha e Tarcínico.

    Além disso, quando Trump começou a bombardear barcos com drogas no Caribe, Flávio sugeriu que fizesse o mesmo com embarcações que navegam na Baía de Guanabara.

    Cópias encardidas do pai, Rachadinha e Bananinha se comportam como vassalos de Trump. É o que de fato são.

    Fonte: Metrópoles, Política, Opinião, 27/06/2026 08.38 Por Ricardo Noblat

    • “Patriotismo lesa-pátria dos Bolsonaro.”

      Folha de S. Paulo, Política, Opinião, 21.jun.2026 às 12h34 Por Angela Alonso, professora titular do Departamento de Sociologia da USP e pesquisadora do Cebrap (Centro Brasileiro de Análise e Planejamento)

  3. Adendos, em:
    “Os Estados Unidos foram divididos em sete grandes regiões geográficas. Cada região possui localidades que contêm complexos e bases militares escondidas em áreas remotas e isoladas ou em grandes propriedades privadas.”
    “Essas bases são usadas intermitentemente para ensinar e treinar gerações de Illuminati em técnicas militares, combate corpo a corpo, controle de multidões, uso de armas e todos os aspectos da guerra. Por quê? Porque os Illuminati acreditam que nosso governo, como o conhecemos, assim como os governos da maioria das nações ao redor do mundo, estão destinados a entrar em colapso.”
    https://www.henrymakow.com/141002.html

  4. Entreguismo explícito. Isso é traição à pátria. Em tempo de guerra acarretaria fuzilamento. Além de burrice, porque não consegue imaginar que seria depois simplesmente tirado do tabuleiro pelo Trump. E tem bobo que o apoia.

  5. AQUI NÃO MAGANÃO. VADE RETRO SATANÁ$. Xô velho mundo da loucura compulsiva e insaciável por dinheiro, poder, vantagens e privilégios, sem limite$. Basta de plutocracia putrefata e autocracia ditatorial. Que venha, a partir do Brasil, o novo mundo da democracia direta, com meritocracia e Deus na causa, com a mega solução, via evolução, alicerçada na paz, no amor, no perdão, na conciliação, na união e na mobilização por Ela, a mega solução, via evolução, focada no sucesso pleno do bem comum do conjunto da população, que projeta o Brasil na vanguarda democrática e civilizatória da Humanidade, do novo mundo civilizado, com Deus na causa . https://tribunadainternet.com.br/…/brasil-precisa…/…

  6. Segundo IA da Google

    A indústria de madeira processada mecanicamente no Brasil tornou-se um dos setores mais severamente impactados pelas barreiras comerciais dos Estados Unidos.Em julho de 2025, o governo americano impôs uma sobretaxa de até 50% sobre a madeira brasileira. Embora as disputas judiciais na Suprema Corte dos EUA tenham alterado a base legal da cobrança, o Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR) oficializou uma nova proposta tarifária de 25% sem prever isenções para folheados, compensados e aglomerados (com raras exceções de nicho como teca e mogno).O impacto prático do tarifaço na cadeia produtiva de madeira no Brasil apresenta as seguintes consequências diretas:Demissões em Massa e Desemprego RegionalCorte imediato de vagas: Em menos de três meses após o anúncio da primeira taxa de 50%, o setor de madeira registrou cerca de 4.000 demissões diretas de trabalhadores no país.Trabalhadores afetados: De acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada Mecanicamente (Abimci), mais de 10.000 trabalhadores enfrentaram consequências imediatas, somando as demissões aos regimes de férias coletivas e suspensões temporárias de contrato (layoff).Paralisação Industrial na Região SulDependência extrema: A produção exportadora brasileira está concentrada na Região Sul, que responde por 90% do volume nacional enviado ao exterior.Parada de fábricas: Cidades com economia altamente dependente da madeira (como Bituruna, União da Vitória e Guarapuava, no Paraná) enfrentaram interrupções de linhas de produção inteiras, já que os EUA compram, historicamente, cerca de 50% de tudo o que esse setor fabrica no país.Quebra de Contratos e Logística TravadaCargas paradas: Durante o ápice da transição tarifária, mais de 2.500 contêineres carregados com madeira travaram em portos ou navios em alto mar devido ao cancelamento abrupto de contratos por parte dos importadores norte-americanos.Perda de mercado: Empresas nacionais perderam clientes consolidados há décadas. A substituição para outros mercados internacionais não se mostrou viável a curto prazo devido ao gigantesco volume consumido pela construção civil e indústria moveleira americana.Sufocamento do Mercado InternoQueda drástica nas vendas: Logo no primeiro mês de vigência das taxas agressivas, as exportações de madeira do Brasil registraram uma queda brusca de 19%.Canibalização de preços: Com as exportações inviabilizadas, o excedente de compensados, pisos, portas e molduras foi empurrado para o mercado doméstico brasileiro. O excesso de oferta interna derrubou os preços locais, comprometendo as margens de lucro e inviabilizando financeiramente serrarias de pequeno e médio porte.Gostaria de analisar o impacto econômico em um estado específico, como o Paraná ou Santa Catarina? Posso também detalhar as medidas de socorro e crédito que as federações de indústrias vêm solicitando ao governo federal.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *