Crime organizado vira ameaça eleitoral e força partidos a criar filtros

6 thoughts on “Crime organizado vira ameaça eleitoral e força partidos a criar filtros”

  1. Nuances, ora pois, diria Nhô Vitor, segundo:
    “Desde os dias da administração Clinton e de sua procuradora-geral Janet Reno, forças policiais especializadas da Segurança Interna e da Guarda Nacional têm regularmente realizado exercícios destinados a treinar os soldados em vários aspectos do controle das multidões e detenções em larga escala. Claramente, esse treinamento é destinado a um dia mergulhar os EUA na ditadura absolutista dos Illuminati.

    Não se deixe enganar: a Elite planejou quase 200 anos atrás impor a maior ditadura absolutista que o mundo já viu. Veja o plano deles:

    “Regularemos mecanicamente todos os atos da vida pública de nossos súditos por novas leis. Essas leis irão retomando uma a uma todas as complacências e todas as liberdades demasiadas concedidas pelos cristãos e nosso reinado se assinalará por um despotismo tão majestoso que estará em condições, em qualquer tempo e lugar, de fazer calar os cristãos que nos queiram fazer oposição e que estejam descontentes…” [Protocolo 5 — Despotismo e Progresso Moderno, Protocolo dos Sábios de Sião; tradução de Gustavo Barroso].

    Que tipo de leis esta porção dos Protocolos, prevê que retirará “uma por uma todas as liberdades demasiadas concedidas”? A Lei PATRIOT e suas leis complementares provarão ser a destruição das nossas liberdades e garantias constitucionais. Marque bem estas minhas palavras.

    Você entendeu o tipo de ditadura (despotismo) que os Illuminati planejaram para todos os países depois que eles forem colocados sob o governo do Anticristo?

    “Nosso reinado se assinalará por um despotismo tão majestoso que estará em condições, em qualquer tempo e lugar, de fazer calar os que nos queiram fazer oposição e que estejam descontentes.” [Protocolo 5; tradução de Gustavo Barroso].

    Além disso, depois que eles tiverem o controle completo, planejam nos “fazer calar”. Você já foi prevenido e a mão que escreve está definitivamente na parede. A única questão é, a população está prestando atenção? “

  2. DEMOROU, mas, enfim, antes tarde do que nunca. Ora essa, se os partidos querem ser os maiorais, os representantes máximos da política, do país e da vida do povo, enquanto carro-chefe do conjunto da sociedade, o suprassumo da democracia partidária, embora me pareçam apenas uma ditadura partidária, dona do monopólio eleitoral, então eles têm que antes provar que estão aptos, e habilitados, para o exercício de tão importante função social, que tem que ser exemplar… https://tribunadainternet.com.br/2026/08/14/crime-organizado-vira-ameaca-eleitoral-e-forca-partidos-a-criar-filtros/#comments

  3. Carlos Newton, hoje o Jornal do Commércio do Recife, neste dia 14 de agosto de 2026, contrariando os Censores do “Gabinete do Ódio”, Publicou um Artigo do Jurista e Acadêmico da ABL, Dr. José Paulo Cavalcanti Filho, que inclusive tem Registrado seu dados nas Redes Sociais, que vai gerar ódio do “Dono do Brasil” e seus Cúmplices dos Três Poderes.

    Recife, 14 de agosto de 2026
    Opinião
    Sigilo da fonte
    Para o Supremo, vale mais o corporativismo. A proteção descarada, e no plano ético indecente, de seus membros. Alguns, hoje, milionários.

    Foto da matéria: Sigilo da fonte
    José Paulo Cavalcanti Filho jp@jpc.com.br
    Nesta quarta 11/08/26, e mais uma vez, o Supremo tornou letra morta a Constituição. Responsável por essa violência, mais uma vez, o ministro Alexandre de Moraes. Grave porque cabe precisamente ao Supremo garantir que seja respeitada. Basta ver, art. 5º, XIV: “É assegurado a todos o acesso à informação e RESGUARDADO O SIGILO DA FONTE”.

    Trata-se de um caso simples. O ministro Flávio Dino requereu, de boca, veículo ao Tribunal de Justiça do Maranhão. Uma caminhonete blindada. Para ir à praia, como um simples mortal. Sem papéis, claro, onde ficaria registrada essa benesse. Não há crime, nisso. Mas revela o uso promiscuo, de bem público, por um daqueles que se consideram verdadeiros donos do Brasil.

    A notícia foi dada pelo jornalista Luis Pablo, sem indicação da fonte. Direito dele, garantido pela Constituição – o que para o ministro Moraes, claro, não vale nada. Tanto que determinou a invasão, de sua casa, com apreensão de todos os celulares e computadores que ali se encontrassem.

    Como esses meios, identificou a fonte: o ex-secretário de Estado Raimundo Cutrim. A Polícia Federal deixou de lado o uso irregular do veículo, para investigar apenas o informante. Que, agora, vai responder processo. Não na Primeira Instância, como deveria, posto não ter foro privilegiado. Mas perante o próprio Supremo, claro. Podendo ser condenado, a julgar pelas última decisões da Côrte, a até 17 anos de prisão.

    No último caso relevante decidido pelo Supremo por exemplo, em 17/11/2015, o relator, ministro Celso de Melo, limitou-se a dizer o óbvio; que jornalista “não podia sofrer qualquer sansão, quando se recusar a quebrar esse sigilo (da fonte)”. Sem uma palavra sobre a obrigação de responder, o próprio jornalista, pelas informações que recebeu de sua fonte.

    Um tema tranquilo, na doutrina. Cito apenas Steinmetz (Comentários à Constituição): “Quando o profissional ou a empresa invocam o sigilo da fonte, assumem a plena responsabilidade pelo teor da informação veiculada, inclusive respondendo cível e criminalmente por eventuais danos causados a direitos de terceiros (e.g., honra, intimidade, vida privada e imagem)”.

    Como não pretendo aqui proteger jornalistas, e diferentemente do que tem sido entendido por alguns jornais brasileiros, lembro que o sigilo protege só a fonte. E, não, quem dá essa notícia. Em todo o mundo é assim.

    Por exemplo Judith Miller (Prêmio Pulitzer em 2002) publicou, no N.Y. Times, que Valerie Plame (mulher do ex-embaixador Joseph Wilson) era agente secreta da CIA. Pondo em risco a vida de Valerie. A jornalista não revelou sua fonte. E acabou presa, no Distrito de Columbia (Washington).

    Mattew Cooper, da revista TIME, fez o mesmo. Só que se livrou da prisão por dizer quem era. Segundo ele, autorizado pela própria fonte – o conselheiro político de Bush (filho), Karl Rove.

    Voltemos agora ao caso do Maranhão. Não se trata, pois, de proteger jornalistas. Se tiver que responder pelo que diz, seja. Mas tudo segundo a própria Constituição.

    De resto a prova é, claramente, ilícita. Não pode ser usada. Mas o Supremo vai reconhecer isso? Duvido. Responda o jornalista, se crime houve (creio que não). Para o Supremo, vale mais o corporativismo. A proteção descarada, e no plano ético indecente, de seus membros. Alguns, hoje, milionários. A impunidade de seus membros, amigo leitor, ali hoje é a regra.

    E segue, assim, a Democracia brasileira. Que já deixou, faz tempo, de ser Democracia. É só uma ditadura reles, em que ministros do Supremo exercitam o poder sem nenhum limite. Mesmo contra a Constituição. Azar o nosso.

    José Paulo Cavalcanti Filho, advogado

  4. Senhor Antônio Carlos Rocha , não se iluda ou se deixe enganar , pois uma solução á lá ” El Salvador ” , sendo que no Brasil somente prenderão bandidos pés – rapados e não os barões do crime , como aconteceu em El Salvador .

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