Fachin tira poder de Moraes, mas pode abrir caminho para blindá-lo

7 thoughts on “Fachin tira poder de Moraes, mas pode abrir caminho para blindá-lo

  1. Os Ossos no Armário do Judiciário Brasileiro – Parte 1.

    O STF sofreu Doença de Paget

    Houve aumento da reabsorção óssea e da formação óssea.

    Ocorreu mutação no SQSTM1

    Morfologicamente, vemos o padrão mosaico de osso lamelar; pedras de calçamento; córtex macio e poroso e trabéculas grosseiras e espessas.

    Em sequência, virá a transformação sarcomatosa, com osteosarcoma, fibrossarcoma.

  2. Os Ossos no Armário do Judiciário Brasileiro – Parte 2:

    O petismo e o bolsonarismo, com suas indicações de aparelhamento e captura, acentuaram a FRATURA:

    Houve formação de hematoma, que preencheu a área, formando a malha de fibrina que selou o local.

    Ocorreu degranulação de plaquetas.

    Células inflamatórias estimularam a atividade osteoclástica e osteoblástica.

    Está ocorrendo a organização do hematoma com o fator Fachin.

    Há produção de matriz, formando teciso fusiforme, também conhecido como “pró-calo”.

    Seguirá a ossificação endocondral, com a formação do calo ósseo.

    Haverá a reabsorção do excesso de tecido (osso lamelar).

  3. Os Ossos no Armário do Judiciário Brasileiro – Parte 3:

    Conforme o diagnóstico característico de Doença de Paget:

    Na fase quente, há maior reabsorção óssea e não maior formação óssea.

    Na fase mista, que não é a quiescente, mas sim a osteolítica-osteoblástica, há tanto atividade de reabsorção óssea quanto atividade de formação óssea.

    Na fase osteoesclerótica, há formação de osso mais denso e mais compacto.

    A doença atinge adultos em torno de 70 anos, em regra, não sendo a faixa dos 40, 50 anos a de maior prevalência.

  4. Os Ossos no Armário do Judiciário Brasileiro – Parte 4:

    No caso específico de Moraes, podemos diagnosticar a osteomielite piogênica. O agente etiológico é o S. Daniel Vorcaureus.

    As características marcantes da fase aguda são a proliferação bacteriana; o sequestro das instituições; o infiltrado inflamatório neutrofílico; e a ruptura do periósteo, podendo formar abscessos e fístulas.

    Já as principais características morfológicas da fase crônica são o infiltrado inflamatório mononuclear; a reabsorção do osso; e a formação de tecido fibroso e invólucro.

    Em relação à osteomielite bacteriana, sua principal via de disseminação é a via hematogênica e os achados na sua morfologia abrangem a necrose caseosa, a inflamação crônica granulomatosa e e células de Estados gigantes do Tipo LuLanghans.

  5. Os Ossos no Armário do Judiciário Brasileiro – Parte 5:

    No caso estudado de Mendonça, o diagnóstico mais provável é Gota.

    Sua patogênese se relaciona à alteração do metabolismo do ácido úrico, com excreção diminuída ou produção aumentada, seguido pelo depósito de cristais de irato monossódico na articulação, com a produção de citocinas, o recrutamento de células inflamatórias, a formação da resposta contra corpo estranho e a artrite aguda.

    O achado patognomônico da fase crônica dessa doença são os Toffolios Gotosos (Dinosos também).

    Consiste em uma reação inflamatória, com inquérito do fim do mundo e com células gigantes do tipo corpo estranho (granuloma de corpo estranho).

    O que viola as regras do acordão e do corporativismo tradicional.

  6. Os Ossos no Armário do Judiciário Brasileiro – Parte 6:

    Para o povo brasileiro, há dor contínua na região torácica, edema e outros sinais flogísticos na região em que a dor foi relatada.

    Há febre ao assistir o noticiário, já exausto e enojado dessa politicalha de paletó, endinheirada e de toga, quando anoitece.

    Portanto, há um quadro de fadiga e de sudorese noturna persistente.

    A pesquisa de BAAR, pelos botecos, pontos de ônibus, nas filas das lotéricas, deu positivo para qualquer um. Até para Cury superando Lula.

    GeneXpert, da malandragem de Barroso, do tipo PERDEU MANÉ, também deu positivo.

    Conclui-se que o povo está sofrendo com essa Osteomielite Tuberculosa, que tem como agente etiológico a Mycobolsonacterium Tiberlulosis.

    O mecanismo de disseminação, nesse caso, é a disseminação por contiguidade.

    A tendência é que o Brasil sofra paraplegia e instabilidade postural, porque a doença atinge as suas vértebras.

    Há o conhecido Mal de Pott.

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