Donald Trump delira e ainda sonha em se intrometer nestas eleições do Brasil

Tribuna da Internet | Processo contra Eduardo Bolsonaro pode mesmo resultar  em extradição?

Charge do Nando Motta (Charges Brasil)

Vicente Limongi Netto

Eleição é exercer cidadania. Abrir a alma para acolher esperanças. Não deveria ter espaços para intolerância e covardia. Lamentavelmente ações rasteiras saem das entranhas de pessoas decaídas.  Nesta linha, personagens desprezíveis aparecem atolados na lama.

Puxando a grotesca fila, o presidente Donald Trump, mostrando as garras imundas para se intrometer nas eleições democráticas do Brasil, seguido pelo aliado serviçal e fujão, Eduardo Bolsonaro, que insultou servidores do Itamaraty, com ameaças de acabar com a “despetização” no Ministério das Relações Exteriores.

Por fim, há os valentões de barro, como o deputado federal eleito do PL, sargento Salazar, e Kidson Maia, derrotado para deputado estadual, proibidos pela justiça de se aproximar da candidata a vice governadora, Alessandra Campelo, do PSD do Amazonas, na chapa de Omar Aziz.  Deus tenha piedade de todos eles.

NOVA CARTA? – Flávio Bolsonaro vai alterar a Constituição ou fazer uma nova, para democratizar o país?  O Brasil não é um país democrata? Se não fosse, Flávio não estaria aí mentindo descaradamente.

O pior, vai convidar os Estados Unidos para fazer parte da transição do governo. Isto é, vai entregar o Brasil de mão beijada aos norte-americanos.

Sabemos que Flávio Bolsonaro está mentindo, ele sabe que está mentindo, ele sabe que nós sabemos que ele está mentindo, sabemos que ele sabe que sabemos que está mentindo, mas ainda assim continua mentindo.

7 thoughts on “Donald Trump delira e ainda sonha em se intrometer nestas eleições do Brasil”

  1. O miliciano ditador, defende um projeto de lei (o PL 3.723/2019) que acaba com a obrigatoriedade de gravar o número do lote e do comprador nas cápsulas (estojos) das munições vendidas para as polícias e Forças Armadas.

    Hoje, essa marcação existe justamente para permitir rastrear de onde veio a munição.

    Quem apoia a ideia diz que gravar isso encarece a produção e reduz a concorrência nas compras públicas. Também argumentam que a marca no estojo não impede desvios ou roubos.

    Na sabatina recente, Flávio tratou o assunto como um “detalhezinho”, dizendo que o foco deveria ser investir em inteligência artificial e endurecer penas, tratando chefes de facções e milícias como “narcoterroristas”.

    Do outro lado, peritos e críticos alertam que tirar essa marcação dificulta muito o trabalho de investigação. Quando munição oficial é desviada ou roubada e cai nas mãos de milícias, traficantes ou facções, o número do lote ajuda a ligar o cartucho encontrado no local do crime à corporação ou ao lote que o comprou.
    Sem isso, fica mais fácil o material “oficial” circular no crime sem deixar rastro claro.

    Casos reais (como o da Marielle e investigações de chacinas envolvendo policiais) usaram exatamente essa identificação para avançar.

    Na prática, a medida enfraquece uma ferramenta que já existe para dificultar o desvio de munição comprada com dinheiro público e ajudar a investigar quem usa essas balas em crimes.

    Críticos veem a proposta como algo que favorece quem desvia munição oficial, em vez de combatê-los.

    O projeto ainda tramita no Senado (aprovado na Câmara anos atrás). O debate gira em torno de se o custo e a burocracia justificam perder essa camada de rastreamento.

    É realmente intrigante que a mídia não repercutiu esse pedaço da sabatina com mais detalhes e que o assunto tenha passado quase batido.

    E depois os incautos, dizem que o estelionatario não vai inventar uma ditadura.

    Ele já falou de todos as maneiras das péssimas intenções sobre o assunto.

    Quem viver, verá….

    É por isso que vou votar no lula, porque a ditadura continuará guardada numa caixa de aço para sempre, porque estas eleições é a única chance da famílícia se fortalecer.

    Se o Lula ganhar, essa gente vai presa.

    O chocolateiro, evidentemente, fugirá do país.

    José Luis

  2. Ilustres partícipes da TI , fala-se tanto na redução da ” maioridade penal ” , mas omitem o fato de que criminoso das mais diferentes estirpes , também envelhecem e quando são descobertos e presos , o primeiro argumento de seus advogados , é a sua idade avançada e pedir sua liberdade humanitária devido sua idade avançada , desconsiderando os crimes cometidos pelo ancião bandido , sendo que o ancião bandido segue como sempre cometendo seus crimes impunemente , logo a proposta de redução ” maioridade penal ” é tendenciosa , canalhice e de má-fé , uma vez que nunca se fala ou propõe a extinção desses privilégios dos anciões criminosos , corruptos , ladrões e lesa-pátria endinheirados x ricos , Brasil afora , com o agravante de que desses anciões criminosos estão encastelados dentro das estruturas do Estado Nacional Brasileiro , ou seja , ” legislativo , judiciário e executivo ” , manipulando as Leis do país a seu bel-prazer.

  3. Segundo delação de Hugo Carvajal a Venezuela financiou partidos de esquerda. o PT negou, mas acreditar no PT é difícil em especial por tantas mentiras já feitas pelo molusco

  4. Apoiadores de Flávio Rachadinha levam míssil inflável com pedido para Trump bombardear o Brasil a ato na Paulista

    Apoiadores de Rachadinha levaram ao comício realizado neste domingo (18), na Avenida Paulista, um míssil inflável com um pedido para que o presidente americano Donald Trump ataque o Brasil com armas nucleares. Vídeos e imagens que circulam nas redes sociais mostram bolsonaristas tentando levantar o objeto, que dizia: “Trump nuke Brazil”.

    Batizado de “Bloco 22”, o ato bolsonarista reuniu 71,9 mil pessoas na Paulista, segundo estimativa do Monitor do Debate Político da USP/CEBRAP e da More in Common.

    A maioria do público vestia camisas da seleção brasileira e empunhava bandeiras com o número do candidato do PL na urna. Também se destacavam bandeiras que misturam símbolos dos Estados Unidos, do Brasil e de Israel.

    (…)

    O Globo, Política, 18/10/2026 16h09 Por O Globo — São Paulo

    Quando se é estrupício, se é estrupício.

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