
A ordem é que as demissões sejam feitas sem alarde
Augusto Tenório
Catia Seabra
Folha
O presidente Lula (PT) pediu um levantamento sobre cargos indicados pelo centrão na máquina federal, visando retaliações pontuais a quem colaborou para as recentes derrotas do governo no Congresso. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), a despeito de ter sido o grande articulador dos reveses do Planalto, deve ser poupado em um primeiro momento.
As derrotas em questão são a rejeição histórica da indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao STF (Supremo Tribunal Federal), e a derrubada do veto do presidente Lula ao projeto de dosimetria, ambas no fim de abril. A proposta reduz as penas dos condenados por tentativa de golpe de Estado, inclusive a do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
SEM ALARDE – A ordem é que as demissões sejam feitas sem alarde, pingadas e em cargos menores, que ficam na ponta dos órgãos públicos. O Planalto considera que um “exoneraço” seria o mesmo que imprimir um recibo das derrotas em pleno Diário Oficial da União.
O levantamento ainda está sendo feito pela Secretaria de Relações Institucionais, mas alguns nomes já começaram a ser demitidos. Os nomes são analisados caso a caso, para evitar dano colateral. Segundo integrantes do Palácio do Planalto, as demissões iniciais atingiram indicados de parlamentares que se diziam governistas, mas já vinham num processo de distanciamento de Lula e votaram a favor da derrubada do veto à Lei da Dosimetria, no último dia 30.
Ao contrário da rejeição de Messias, a derrubada do veto teve votação aberta. Com o desenho dos palanques nos estados ficando cada vez mais claro, o Planalto quer desidratar quem com certeza não ajudará o presidente em sua tentativa de reeleição.
“VOTO DE ESTRUTURA” – O cálculo é que a troca “na ponta” de indicados por parlamentares que não estarão com Lula por nomes de aliados deve ajudar o governo no chamado “voto de estrutura”. Para prefeitos, fica mais interessante apoiar parlamentares alinhados ao Planalto quando há aliados em postos-chave para liberação de recursos e execução de obras, por exemplo.
Já com Alcolumbre, a postura é um pouco diferente. Num primeiro momento, narram interlocutores, Lula ficou irritado e queria extirpar da máquina federal os indicados pelo presidente do Senado e outros nomes do centrão e da base que colaboraram com a derrota de Messias. Foi a primeira vez em mais de 130 anos que a Casa rejeitou uma indicação ao STF.
Lula, destacam aliados, acabou seguindo sua máxima de que é melhor “dormir com um problema e acordar com uma solução” que tomar decisões precipitadas. O governo viu na derrota de Messias o surgimento de uma possível bandeira de campanha antissistema, por causa da ação do centrão com oposição para barrar a CPI do Banco Master, e decidiu manter as pontes com Alcolumbre.
NOMEAÇÃO – Após o presidente do Senado avisar a emissários do Planalto que deseja um encontro pessoal com Lula para encerrar o caso de Messias, o governo nomeou um indicado de Alcolumbre para uma diretoria da Codevasf (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba).
A nomeação de Marcio Adalberto Andrade como diretor da Área de Desenvolvimento e Infraestrutura da Codevasf foi acordada ainda quando a articulação política do governo era comandada por Gleisi Hoffmann (PT), que deixou o ministério para concorrer ao Senado no Paraná. O novo ministro, José Guimarães (PT), manteve o acordo fechado pela sua antecessora.
Em paralelo, o governo também acelerou o empenho de emendas parlamentares de bancadas estaduais, principalmente as aliadas. Para o Amapá, foram R$ 249,2 milhões em emendas após a derrota de Messias. Para Alcolumbre, foram empenhados R$ 21,7 milhões em emendas individuais.
“SEGUE A VIDA” – Esses gestos traduzem a ordem de Lula, que por fim disse “segue a vida” a aliados, ordenando a manutenção de pontes com o senador. O governo depende da boa vontade do presidente do Senado para aprovar propostas importantes.
Estão para ser votadas na Casa, por exemplo, as PECs (Propostas de Emenda à Constituição) do Suas (Sistema Único de Assistência Social) e a da Segurança Pública. O projeto que regulamenta a exploração de minerais críticos também aguarda análise dos senadores.
O fim da escala 6×1, prioridade legislativa do governo para a eleição, também precisará passar pelo Senado. A PEC está na Câmara e deve ser votada até o final de maio. Ou seja, o Planalto precisará de toda a ajuda para aprová-la também no Senado até junho, mês que naturalmente é mais conturbado pela intensificação da pré-campanha e pelo início da Copa do Mundo.
“Revilo Oliver – Homossexuais e comunistas são aliados naturais.”
14 de maio de 2026.
líderes-gays.jpgMacron, Carney, Starmer, Obama, George W. Bush, Zelinsky, Trudeau e o diretor da OMS, Tedros Adhanom, são todos gays. Qual é a explicação?
Mark Carney – O Canadá está preparado para outro primeiro-ministro gay?
O Dr. Revilo Pendleton Oliver, professor de Estudos Clássicos na Universidade de Illinois por 32 anos e um dos principais filólogos de sua época, lia onze idiomas, incluindo sânscrito, e por mais de meio século escreveu artigos acadêmicos em quatro idiomas para publicações acadêmicas nos Estados Unidos e na Europa.
Um dos primeiros a alertar sobre a conspiração comunista mundial, Revilo Oliver reconheceu que, em seu desejo de destruir a civilização ocidental , os cabalistas encontram um aliado natural em gays como o diretor da OMS, Tedros Adhanom, que liderou a farsa da COVID .
Os ativistas gays Marshall Kirk e Hunter Madsen admitiram que “uma porcentagem surpreendentemente grande de homens gays são mentirosos patológicos e vigaristas”. (Até os gays admitem que são doentes)
Como “forasteiros”, tanto os cabalistas quanto os gays sentem um ressentimento natural contra a sociedade civil e desejam destruí -la. Não é coincidência que figuras proeminentes dos Illuminati, como Winston Churchill , Adolf Hitler , Tony Blair, Justin Trudeau , George W. Bush e Barack Obama, fossem/sejam homossexuais. Aqui, Oliver apenas arranha a superfície, mas tenho certeza de que, se investigarmos mais a fundo, descobriremos que a homossexualidade desempenha um papel importante na conspiração dos Illuminati. Não estamos dizendo que todos os gays são subversivos, apenas que, assim como os judeus, um número desproporcional de subversivos ocultistas são gays.
Como RG Waldeck resumiu em Human Events, “a conspiração (homossexual) espalhou-se por todo o globo; penetrou em todas as classes sociais; opera nos exércitos e nas prisões; infiltrou-se na imprensa, no cinema e nos gabinetes; e praticamente domina as artes, a literatura, o teatro, a música e a televisão.”
Enquanto eles se mantiveram furtivos e discretos, o público americano não tinha noção de seu número e poder. Isso mudou.”
Extraído, de: https://www.henrymakow.com/
Rachadinha “queimou o filme” literalmente.