
Charge do Cláudio (Folha)
Luísa Marzullo
Letícia Pille
O Globo
A tentativa da pré-campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) de virar a página da crise envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro por meio da reunião com Donald Trump não foi suficiente para conter as turbulências dentro do PL.
Enquanto aliados do senador tentam vender a viagem aos Estados Unidos como demonstração de força política e recuperação de viabilidade eleitoral, o entorno da campanha segue atravessado por disputas internas, críticas à reformulação do marketing, ruídos com a cúpula partidária e saídas sucessivas de integrantes da equipe. Ao mesmo tempo, a pré-campanha ainda tenta destravar impasses estaduais e organizar os palanques regionais considerados estratégicos para sustentar uma ofensiva nacional mais ampla do senador nos próximos meses.
“DARK HORSE” -Nos bastidores da legenda, dirigentes admitem que a crise envolvendo o caso “Dark Horse” produziu um processo de recomposição de forças dentro da pré-campanha. A avaliação de aliados é que o desgaste provocado pela relação entre Flávio e Vorcaro abriu uma disputa silenciosa sobre quem controlará a reconstrução política da candidatura presidencial do senador e qual perfil a campanha deverá assumir daqui para frente.
A situação se agravou após a declaração do presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, sobre a visita feita por Flávio a Vorcaro após a prisão do banqueiro. Em entrevista à GloboNews, na última segunda-feira, Valdemar afirmou que o senador teria procurado o dono do Banco Master para “ver se conseguia o restante do dinheiro” prometido para financiar o filme “Dark Horse”, versão diferente da apresentada publicamente por Flávio, que disse ter ido ao encontro apenas para “colocar um ponto final” na relação.
A fala provocou irritação imediata em aliados da família Bolsonaro, que passaram a acusar reservadamente Valdemar de ampliar os danos políticos da crise e gerar novos constrangimentos para a pré-campanha justamente no momento em que Flávio tentava reposicionar sua imagem internacionalmente ao lado de Trump.
CONTRADIÇÕES – Sem citar diretamente o dirigente partidário, o ex-secretário de Comunicação do governo Bolsonaro Fabio Wajngarten reagiu nas redes sociais afirmando que “muitos que juram nunca falar com a imprensa são continuamente expostos em contradições, vazamentos, criando embaraços desnecessários”.
A repercussão obrigou Valdemar a divulgar um vídeo afirmando que sua fala havia ficado “confusa” e negando ter tratado do tema diretamente com Flávio. “Nunca falei com o Flávio sobre esse assunto. Não conversei isso com ele”, afirmou. O episódio aprofundou a percepção de desorganização justamente no momento em que a campanha tentava vender a viagem aos Estados Unidos como símbolo de recuperação política.
Ao mesmo tempo, a reformulação da equipe de comunicação seguiu produzindo novos ruídos internos. Na semana passada, o publicitário Marcello Lopes deixou a campanha após embates ligados à condução da comunicação durante a crise envolvendo Vorcaro. Após sair da equipe, Marcellão afirmou ao O Globo que sofreu “ataques covardes” e uma operação de desgaste conduzida dentro do próprio entorno político de Flávio.
OUTRA BAIXA – Na terça-feira, outra baixa atingiu a estrutura da pré-campanha. O estrategista digital Marcos Carvalho, que participou da campanha presidencial de Jair Bolsonaro em 2018 e havia sido resgatado pelo entorno de Flávio para construir uma imagem mais moderada do senador, também deixou oficialmente o projeto. Seu trabalho já vinha sendo alvo de críticas de diferentes alas da campanha.
A saída de Carvalho ocorreu no dia seguinte à entrada do jornalista Alexandre Oltramari e do publicitário Eduardo Fischer no núcleo central da campanha. A escolha da dupla, porém, também abriu uma nova frente de desconforto dentro do PL. Interlocutores ligados à pré-campanha afirmam reservadamente que parte dos aliados de Flávio ainda não compreendeu exatamente qual será o reposicionamento político pretendido pela nova equipe de marketing.
SEM DIREÇÃO – Parlamentares próximos do senador passaram a questionar “para onde a campanha quer ir” após a chegada de Oltramari e Fischer. Parte dos aliados teme que a tentativa de reposicionamento mais moderado afaste a militância bolsonarista. Outra ala avalia que a candidatura só sobreviverá se conseguir reduzir a rejeição fora do núcleo ideológico mais fiel.
Além disso, dirigentes e parlamentares passaram a reclamar reservadamente da concentração de decisões nas mãos de Rogério Marinho. Segundo interlocutores ouvidos pelo O Globo, praticamente todas as definições relevantes da campanha passaram a depender do aval do senador após o agravamento da crise envolvendo Vorcaro.
DESCONTROLE – Aliados de Marinho, porém, afirmam que a reorganização era inevitável diante da percepção de que a campanha havia perdido o controle da narrativa após a divulgação das mensagens, áudios e encontros entre Flávio e Vorcaro.
Nos bastidores, integrantes do novo núcleo político resumem a atual operação como uma tentativa de construir um “novo Flávio”: menos dependente exclusivamente do sobrenome Bolsonaro e mais associado a pautas de gestão, economia, segurança pública e combate à corrupção.
OFENSIVA – A estratégia inclui ampliar viagens, retomar palanques regionais e produzir fatos políticos para tirar a pré-campanha da defensiva permanente criada pela crise do Banco Master. Integrantes da articulação do PL, porém, afirmam que a ofensiva nacional de Flávio ainda vem sendo conduzida com cautela por causa das indefinições estaduais para 2026.
Nos bastidores, aliados do senador avaliam que uma entrada mais agressiva de Flávio no circuito nacional de agendas antes da consolidação dos palanques regionais poderia aprofundar conflitos locais e produzir novos atritos internos justamente num momento em que a campanha tenta reorganizar sua estrutura política.
AVAL DE BOLSONARO – Parte importante dessa articulação vem sendo conduzida por Rogério Marinho, que passou a liderar negociações estaduais e tentativas de acomodação entre diferentes alas do partido antes do aval final de Jair Bolsonaro sobre os principais palanques regionais.
Hoje, dirigentes do PL trabalham na consolidação de um panorama nacional das disputas estaduais para ser apresentado ao ex-presidente nas próximas semanas. A ideia é levar a Bolsonaro diferentes cenários eleitorais, potenciais alianças e avaliações sobre riscos políticos em cada estado.
IMPASSE – Minas Gerais aparece hoje como um dos principais impasses. PL e Republicanos seguem sem acordo sobre quem deverá liderar a disputa ao governo estadual, enquanto aliados de Flávio pressionam para destravar rapidamente o palanque no segundo maior colégio eleitoral do país.
No Rio de Janeiro, a situação de Cláudio Castro passou a produzir preocupação crescente dentro do entorno da pré-campanha após sucessivas operações da Polícia Federal e o desgaste envolvendo fundos ligados ao Banco Master e a Daniel Vorcaro. Integrantes do PL já discutem reservadamente alternativas para a disputa ao Senado.
TENSÕES INTERNAS – No Ceará, divergências envolvendo a aproximação de setores do PL local com Ciro Gomes também ampliaram tensões internas e chegaram à própria família Bolsonaro, após críticas públicas feitas por Michelle Bolsonaro à movimentação.
A avaliação predominante dentro da campanha é que Flávio só deverá ampliar de forma mais ostensiva a presença em agendas nacionais depois da definição dos principais palanques estaduais e da redução dos conflitos regionais dentro do partido.
O Canalha começou a derreter no Nordeste..
E tudo vai melhorar depois que o Canalha Mentiroso passar desta para pior, direto sem escala para a Churrasqueira do Juizo Infernal…
Espero estar vivo para ver……
Em Nome do Pai do Filho e do Espirito Santo, Amém (três vezes)…
Aliados vão mal em pesquisas, e hegemonia de lulistas no NE corre riscos…
https://noticias.uol.com.br/colunas/carlos-madeiro/2026/05/29/aliados-de-lula-vao-mal-em-pesquisas-e-viram-ameaca-a-hegemonia-no-nordeste.htm?cmpid=copiaecola
TRUMP É DOSE PARA O PAPA LEÃO XIV, porque o resto, infelizmente, salvo exceções, enquanto chefes de estados, ao que parece, estão quase todos de rabo preso com a loucura por dinheiro, poder, vantagens e privilégios, sem limite$, representada pela plutocracia putrefata norte-americana, enquanto QG mundial da dita-cuja, que tem tudo a ver com as organizações criminosas loucas pelo vil metal espalhadas em todo o mundo, que tanto infelicitam a vida da banda boa, honesta e do bem da Humanidade. REINVENTAR-SE e encontrar o seu próprio caminho, conforme bola cantada pelo saudoso Teotônio Vilela, em 1982, via Canal Livre da Band (vide vídeo abaixo), ou continuar refém da plutocracia norte-americana e da autocracia chinesa, a mercê da rivalidade de ambas, é o que restou e resta ao Brasil, com a dívida pública da república já muito próxima dos 100% do PIB, já elevada à enésima potência, tipo bomba-relógio financeira prestes a explodir. E como realizar tal milagre enquanto dever do congresso com a seara política condenada pelo saudoso Oswaldo Aranha, que presidiu a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) no ano de 1947, o faz tudo da era Vargas, ex-ministro das relações exteriores, como um deserto de homens e ideias ? O PIOR DE TUDO é que a tal “Diretas Já”, para presidente, vendida pelo establishment do sistema na década de 80 como panaceia, remédio para todos os males do Brasil , tb não adiantou nada, pelo contrário, entornou ainda mais o caldo podre e o velho “mar de lama” da república do militarismo e do partidarismo, politiqueiro$, e seus tentáculos velhaco$, de modo que o Brasil continuou à mercê das mentiras, casuísmos, factoides, alienações e enganações, golpes, ditaduras e estelionatos eleitorais dos me$mo$, entre a cruz e a espada, prisioneiro da plutocracia norte-americana e da autocracia chinesa, não obstante o aviso prévio do saudoso Teotônio Vilela. MAS, ENFIM, NEM TUDO RESTOU PERDIDO, como já comentamos no artigo do decano do Jornalismo nacional, Carlos Newton, testemunha ocular qualificada da história da república do militarismo e do partidarismo, politiqueiro$, e seus tentáculos velhaco$, cheios de blá-blá-blá, gogó e trololó, porém vazios de Borogodó, ou seja, vazios de solução para o país, a política e a vida saudável do povo brasileiro. Pelo menos restou provado e comprovado que o problema crônico do Brasil nunca foi a ausência de eleição direta para presidente da república dos me$mo$, de modo que o Brasil continuou entre a cruz e a espada, ou seja, refém da autocracia chinesa e da plutocracia norte-americana, que tem como alternativa única apenas a nossa Democracia Direta, com Meritocracia e Deus na Causa. https://www.youtube.com/watch?v=scuw1o5d2so https://tribunadainternet.com.br/…/se-caiado-e-zema…/… https://www.youtube.com/watch?v=scuw1o5d2so https://tribunadainternet.com.br/2026/05/27/governantes-prostituem-o-brasil-um-pais-que-doa-as-terras-raras-e-outras-riquezas/#comments
O “Pravda Caboclo e seus Militontos” tentando sustentar a “CleptoDitadura JudíridicoPeTralha ! No Nordeste Lula já está sendo derretido até nos grotões mais distantes . Lula só vence se seus Cúmplices do Judiciário o elegerem, porque pelo Voto Popular e Democrático jamais voltará a desgovernar o Brasil. Como é que a Divida Interna e Externa sobem e o PIB cresce ? Não preciso voltar para as Escolas de Economia, isso sim é uma grande “fake news da canalha PeTralha” , sera que o “datapulha” vai dizer que 150% do brasileiros amam o cleptoditador e suas orcrims ??
Que tal uma taça de vinho?
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Mais uma da torcida organizada com crachá de imprensa.