Alcolumbre mira apoio de Lula para reeleição, enquanto governo pressiona pela 6×1

10 thoughts on “Alcolumbre mira apoio de Lula para reeleição, enquanto governo pressiona pela 6×1”

  1. A CUT encontra-se neste momento na Via N2, em frente a entrada da biblioteca do SF fazendo manifestação com faixas e carro de som pela aprovação da escala 6 por 1.

  2. Nas eleições, Trump deseja que o Brasil volte a ser quintal dos EUA

    O Brasil é grande demais para virar marisco na briga entre os EUA, uma superpotência marítima, e a China, a grande potência continental emergente, que ameaça a hegemonia norte-americana e amplia sua influência na América Latina.

    Entretanto, o governo Lula pode não passar ileso pela guerra comercial, tecnológica e geopolítica entre as duas maiores economias do planeta.

    A China (…) dispõe de armas nucleares, controla cadeias industriais estratégicas e possui um gigantesco mercado interno, além de riquezas minerais estratégicas, como as terras raras.

    Além disso, tornou-se a principal parceira comercial de grande parte da América do Sul, inclusive do Brasil.

    (…)

    É nesse contexto que ocorrem as eleições no Brasil. Nossa aproximação com a China, a participação no Brics, a defesa do multilateralismo e a autonomia da política externa contrariam Washington.

    A nova Doutrina Monroe já não se dirige às antigas potências coloniais europeias, mas à presença econômica chinesa. Trump deseja que os países latino-americanos aceitem a liderança dos EUA ou serão tratados como plataformas de expansão de Pequim.

    A crescente interferência norte-americana nas eleições brasileiras nasce dessa lógica. Não se trata apenas de afinidade ideológica de Trump e do secretário de Estado Marco Rubio com a família Bolsonaro e a direita brasileira.

    Existe uma disputa concreta sobre a futura orientação do Brasil. Um governo alinhado a Washington poderia rever acordos tecnológicos, limitar investimentos chineses, enfraquecer o Brics e apoiar a estratégia dos Estados Unidos na região.

    Já um governo comprometido com a autonomia diplomática, mesmo mantendo boas relações com os norte-americanos, preservaria espaço para negociar simultaneamente com Pequim e União Europeia.

    Para isso, Trump impõe tarifas, sanciona autoridades, critica o Supremo Tribunal Federal (STF) e já não esconde o apoio da Casa Branca à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL).

    Às favas as normas diplomáticas. O presidente Lula é considerado um estorvo pelos estrategistas da Casa Branca. Quando Washington relaciona medidas comerciais a decisões da Justiça brasileira ou ao andamento da campanha presidencial, transforma as tarifas em armas eleitorais.

    Como a balança comercial com os EUA representa apenas 2% do nosso Produto Interno Bruto (PIB), essa interferência pode ir além das tarifas, por meio de manipulação do ambiente digital, pressões sobre empresas de tecnologia e campanhas de desinformação.

    A maior ameaça é a nova tentativa de desacreditar o sistema eleitoral, que constrói a perigosa narrativa segundo a qual o resultado das urnas eletrônicas somente será legítimo se reconhecido por Trump.

    Fonte: Correio Braziliense, Nas Entrelinhas, 13/08/2026 – 07:22 Por Luiz Carlos Azedo

    • “É nesse contexto que ocorrem as eleições no Brasil.

      Nossa aproximação com a China, a participação no Brics, a defesa do multilateralismo e a autonomia da política externa contrariam Washington.”

      “A maior ameaça é a nova tentativa de desacreditar o sistema eleitoral, que constrói a perigosa narrativa segundo a qual o resultado das urnas eletrônicas somente será legítimo se reconhecido por Trump.”

  3. Governistas veem chance de reeditar parceria

    Facção 9F mais Centrão, mais Mensalão, tudo a ver..

    A Academia da Fumaça e Pó vai ter um troço..

    HA!HA!HA!HA!HA!HA

  4. A China é o principal parceiro comercial e um grande investidor em infraestrutura e energia no país.

    O Brasil fornece grãos, minérios e carne em larga escala para atender ao mercado chinês.

    Empresas da China aplicam recursos em setores estratégicos como transmissão de energia, mobilidade e automotivo.

    O Estado brasileiro define suas leis, conduz sua política interna e mantém relações diplomáticas e comerciais com diversas outras nações, incluindo os EUA e países europeus.

    Analistas apontam vulnerabilidades caso ocorra uma retração abrupta na economia chinesa, visto que a pauta exportadora brasileira se concentra em produtos primários.

    A política externa do Brasil busca manter margem de manobra entre as grandes potências globais sem alinhamento automático ou exclusividade de parceiros.

    Para todos os fins.

  5. A presença da China no Brasil é profunda e lidera a balança comercial desde 2009, mas especialistas divergem sobre se isso configura um “domínio” ou uma forte interdependência estratégica.

    O Brasil fornece commodities essenciais, enquanto a China investe em infraestrutura, energia e manufatura avançada.

    A China é o principal destino das exportações brasileiras, destacando-se a venda de soja, minério de ferro e petróleo bruto.

    Aportes chineses concentram-se em setores vitais como transmissão de energia elétrica, portos e mineração.

    Há debates sobre o risco de o Brasil consolidar um papel subalterno de exportador de recursos naturais, enquanto absorve produtos manufaturados de maior valor agregado.

    Analistas apontam que a aproximação atende a interesses econômicos mútuos, mas exige cautela para evitar dependência excessiva em relação a uma única potência.

    O governo brasileiro busca negociar transferências tecnológicas e parcerias em áreas como semicondutores para mitigar desequilíbrios na balança comercial.

    • “Há debates sobre o risco de o Brasil consolidar um papel subalterno de exportador de recursos naturais, enquanto absorve produtos manufaturados de maior valor agregado.

      Analistas apontam que a aproximação atende a interesses econômicos mútuos, mas exige cautela para evitar dependência excessiva em relação a uma única potência.”

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