
Prazo para o registro das candidaturas termina no sábado
Pedro Figueiredo
Márcio Falcão
G1
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) não conseguiu registrar nesta quinta-feira (13) sua candidatura à Presidência da República após aparecer filiado ao partido Missão nos registros da Justiça Eleitoral. O caso é analisado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
A advogada da campanha, Maria Claudia Bucchianeri, disse que é “inequívoco que foi fraudulento”. Segundo ela, a alteração foi identificada quando a equipe começou a reunir os documentos necessários para protocolar o pedido de registro da candidatura. O prazo para o registro das candidaturas na Justiça Eleitoral termina às 19h de sábado (15).
CONVENÇÃO – O PL oficializou em convenção nacional no dia 25 de julho a candidatura do senador Flávio Bolsonaro à Presidência da República. As convenções partidárias são encontros em que os partidos definem os candidatos que vão disputar os cargos das eleições. O prazo para a realização delas terminou em 5 de agosto.
Ainda de acordo com a advogada, o partido já acionou o TSE e ela aguarda para tentar despachar com o presidente da Corte, ministro Kassio Nunes Marques. “Precisamos entender se foi hacker, uma venda de senha, alguém que entrou no sistema dolosamente, a gente não sabe”, afirmou a advogada à GloboNews.
Segundo Bucchianeri, ainda não há elementos para apontar a causa da alteração cadastral. Ela citou como referência um episódio ocorrido durante a campanha de 2022, quando o então candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chegou a aparecer filiado ao PL no sistema eleitoral. “Estas foram as hipóteses cogitadas pelo ministro Alexandre na época do Lula”, afirmou.
INQUÉRITO – A advogada disse ainda que, após o episódio de 2022, houve aprimoramentos nos sistemas da Justiça Eleitoral para evitar ocorrências semelhantes. “Vai ter que abrir um inquérito para entender”, declarou. De acordo com Bucchianeri, há elementos que indicam que a alteração ocorreu entre a noite de quarta-feira (12) e a manhã desta quinta.
“É inequívoco que foi fraudulento. E aconteceu depois das 23h17 de ontem. Eu tenho uma certidão emitida no sistema do TSE de que o Flávio era candidato do PL ontem às 23h17”, afirmou. Segundo ela, a certidão foi emitida porque a equipe jurídica já havia iniciado, ainda na noite de quarta-feira, os procedimentos para registrar a candidatura.
“FALSIFICAÇÃO” – O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou à GloboNews que houve uma “falsificação”, mas não detalhou como a alteração teria ocorrido. Nos bastidores do partido, integrantes da legenda atribuem o episódio a um ataque hacker. O TSE, porém, faz verificações sobre o caso.
Relatos obtidos pela TV Globo indicam que a análise inicial conduzida por pessoas envolvidas na apuração considera outras hipóteses além de uma eventual invasão aos sistemas da Justiça Eleitoral. A mudança no cadastro impede, neste momento, que o PL registre a candidatura de Flávio.
REGULARIZAÇÃO – Segundo a advogada, o pedido de registro só poderá ser apresentado depois que a situação da filiação partidária for regularizada. “Ele está sem filiação regular agora. O Missão tem candidato. Tem que restabelecer a filiação original para poder fazer o registro”, afirmou.
Flávio Bolsonaro foi oficializado pelo PL como candidato à Presidência da República durante convenção realizada em São Paulo, no fim de julho. Em seu discurso, afirmou que representava a continuidade do projeto político do ex-presidente Jair Bolsonaro e fez críticas ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A candidatura foi lançada sem a definição formal de um candidato a vice-presidente e se tornou a principal aposta eleitoral do PL para a disputa presidencial de 2026.
Já começaram as fraudulências.
Essa família já mostrou o que tem para oferecer – e não é encorajante.
O sistema comunopetralha tenta vencer por WO.
O W.O. ou walkover (em inglês) é a atribuição da vitória a um competidor quando o adversário está impossibilitado de competir.
O objetivo dos Bolsonaro sempre foi claro: dar golpe de Estado e implantar ditadura no país, e não disputar eleições
Fracassados nessa tentativa, querem agora derrotar Lula com o apoio do governo Trump, oferecendo em troca a soberania nacional e os recursos do Brasil.
Pensaria, mas não diria Nhô Vitor, meu saudoso avô materno.
A finalidade é tumultuar.
São mestres nisso.
Estão com a certeza da derrota…
“Tumultuar.” Bingo!
“A finalidade é tumultuar.
São mestres nisso.
Estão com a certeza da derrota…”
É síntese de análise do contexto atual.
Rua dos Bandidos?
Bairro dos Milicianos?
Que droga de sistema de Justiça Eleitoral que aceita um cadastro fraudulento como esse?
“Não foi ataque hacker…”
Como dizia Fincabaute
Já em 1997…
É Coisa de Maluco
Fincabaute
É coisa de maluco
Alguém falou
O segredo do outro
Que o outro me contou
É coisa de maluco
Dizer que ama
Só pra levar
Mais uma pra cama
É coisa de maluco
Ninguém obedece
Sinal de trânsito
Faixa de pedestre
É coisa de maluco
Parar o carro
E ter que pagar
Pra não ser roubado
É coisa de maluco
É coisa de maluco
É coisa de maluco
É coisa de maluco
Mas acontece
Depois que o cara morre
É que a gente reconhece
É coisa de maluco
Dar beijo na boca
Ficar passando
Uma língua na outra
É coisa de maluco
A Núbia de Oliveira
A Vera Fisher
E a Isadora Ribeiro
É coisa de maluco
Mas ninguém quer
Ficar comendo sempre
A mesma mulher
(coro)
É coisa de maluco
É o maior nojo
Encontrar um cabelinho
No prato de miojo
É coisa de maluco
Mas a polícia
Vai ter que pegar
A própria polícia
É coisa de maluco
Comer chiclete
Uma borracha
Que não derrete
É coisa de maluco
Mas enriquece
O bispo disse:
“Ou dá ou desce”
(coro)
É coisa de maluco
Mas tem gente que gosta
De vela derretida
E chicotada nas costas
É coisa de maluco
Aguentar o mosquito
A noite toda
Zunindo no ouvido
É coisa de maluco
Trabalhar o mês inteiro
Depois não ver
A cor do dinheiro
É coisa de maluco
Mas eu queria
Ver todo mundo
Transbordando de alegria
(coro)
A expressão “chose de loc” (ou mais comumente grafada no Brasil como “chose de loque”) é uma aportuguesação bem-humorada e equivocada da frase em espanhol “cosa de loco” (coisa de louco), misturada com um sotaque ou som que as pessoas associam ao francês.
O que significa
Origem aparente: É um calão brasileiro “francesado” de mentira.
A pessoa tenta falar uma expressão estrangeira elegante, mas mistura o francês (chose, que significa “coisa”) com o espanhol abrasileirado (loc de loco).
Sentido real: Significa algo absurdo, incrível, estranho ou uma verdadeira “coisa de louco”.
Outros contextos
Em francês correto: Essa exata combinação não existe na frança. Para dizer “coisa de louco” em francês informal, usa-se a expressão real “un truc de ouf”.
Curiosidade: O termo também já foi usado como nome de éguas de corrida no turfe brasileiro (como descendentes do cavalo Burooj) e título de crônicas e piadas sobre o sotaque dos brasileiros ao tentar falar línguas.
Queiroz: o Vice dos Sonhos de Rachadinha
Ao manter a vaga aberta para o Senado, Gaspar deu mais tempo ao Rachadinha para tentar convencer Fabrício Queiroz a ser seu vice.
Esse cara é tão falso que podem apostar que ele não é ele.
José Luis
Rua Dos Bandidos, n° 666, Bairro Miliciano, Rio de Janeiro/RJ”
O setor de tecnologia do Missão informa que houve duas tentativas de filiar Flávio ao partido, uma no dia 2 e outra no dia 12 de agosto.
A primeira tentativa foi em 2 de agosto, em uma modalidade em que o filiado precisava pagar R$ 4.789,68. O partido informa que houve duas tentativas de pagamento via PIX, mas nenhuma delas foi efetivada. Pela falta de pagamento, no dia 12, essa quarta-feira, a filiação foi cancelada.
No mesmo dia, no entanto, foi aberto um segundo pedido de filiação de Flávio, dessa vez em uma modalidade em que o filiado opta por não fazer contribuição financeira. Dessa vez, o Missão identifica uma divergência entre o CPF informado no cadastro e o CPF atrelado ao título de eleitor informado. O partido notifica o TSE pedindo a exclusão do registro.
Segundo o documento divulgado pelo Missão, o sistema do TSE recusa o pedido de exclusão e, nesta quinta-feira (13), o registro de Flávio como filiado ao Missão é efetivado, mesmo com a divergência no CPF.
Gênio!!
Acertou Flávio e Missão ao mesmo tempo.
Mas é molezinha para a Polícia Política Federal de Lula encontrar quem foi o malandreco…
Mas
Who cares?