Fachin reage a Moraes, defende sigilo da fonte e leva caso ao plenário do STF

10 thoughts on “Fachin reage a Moraes, defende sigilo da fonte e leva caso ao plenário do STF”

  1. Disfarçam

    Muito mal

    O ódio que têm dos jornalistas.

    A brotheragem de Fachin com Dino é um forte indício disso.

    Acordão à vista…

    • Grande coisa !kkkk. Alexandre bateu o pé e disse que sua decisão será analisada pela primeira turma do STF. Ele, Zanin, Carmem e o Dino. kkkk. E aí, Fachin? Vaie ar aí plenário e contrariar O Alexandre e o Dino? Duvido!

  2. Ao violar o sigilo da fonte, Moraes fez um favor a Flávio Dino e um desfavor à democracia

    É inacreditável a insistência de ministros do Supremo para tentar confirmar as acusações do governo Trump de que Alexandre de Moraes, o STF e o próprio Brasil não são democráticos.

    Moraes não para de atrair chuvas e trovoadas, não apenas contra si, mas contra um poder vital para a democracia que ele tanto defendeu.

    A última ação de Moraes, excessiva e desnecessária, foi determinar que a PF vasculhasse o repórter e a fonte da informação de que o também ministro Flávio Dino e sua família usam carro oficial e blindado do Estado quando estão no Maranhão.

    A fonte vazou e o repórter publicou dentro das regras e da rotina do jornalismo.

    (…)

    Moraes cria um precedente grave. Se a contestação à liberdade de imprensa e a quebra do sigilo da fonte valem em favor de ministros do STF, por que não para todo o Judiciário, Congresso e Planalto?

    Adeus jornalismo! Poderosos de todos os quilates e ideologias dormirão em paz e o injusto e perigoso Trump poderá comemorar: “Bem que eu disse, quem ri por último ri melhor”.

    Fonte: O Estado de S. Paulo, Opinião, 13/08/2026 | 20h00 Por Eliane Cantanhêde

  3. Inquérito das fake news tornou-se escudo protetor de ministros do STF

    O caso do jornalista maranhense Luís Pablo Conceição Almeida é um exemplo de como o inquérito das fake news está sendo utilizado para violar o sigilo da fonte e perseguir jornalistas que apontam supostas irregularidades de ministros do STF.

    Criminalistas e defensores da liberdade de imprensa ouvidos pela coluna apontam uma sequência de erros na condução do caso.

    (…)

    Ainda que tenha de fato ocorrido, é o que chama de prova ilícita, pois foi obtida a partir da violação de um direito constitucional, que é o sigilo da fonte. O suposto esquema deveria ter sido desbaratado por outras vias.

    O segundo problema do caso é fazer parte do inquérito das fake news, sob a batuta do ministro Alexandre de Moraes.

    Aqui se viola o direito ao juiz natural, porque nenhum dos envolvidos tem foro especial. O foro especial é para o acusado e não para a vítima.

    Para criminalistas, essa história deveria estar sendo investigada no Justiça do Maranhão.

    O inquérito das fake news foi criado, de ofício, em 2019 para apurar notícias fraudulentas, denúncias caluniosas e crimes contra a honra dos ministros do STF, quando o presidente era o ministro Dias Toffoli.

    Na época, Moraes utilizou o inquérito das fake news para encerrar uma auditoria da Receita Federal, que apurava suspeitas de irregularidades de 133 contribuintes, entre eles parentes de colegas do Supremo.

    Depois, o inquérito das fake news tornou-se uma arma contra o combate a notícias que visavam minar a democracia no governo Jair Bolsonaro. Mas já estamos no final do governo Lula e Bolsonaro está preso por tentativa de golpe.

    Nesta quinta-feira (13), o presidente do STF, Edson Fachin, defendeu o sigilo da fonte, mas apoiou decisão de Moraes que identificou informante de jornalista. A própria frase já demonstra como o posicionamento é dúbio.

    Criminalistas acreditam que o inquérito das fake news deveria ser extinto para que ele não se torne um escudo protetor dos próprios ministros do STF.

    Fonte: O Estado de S. Paulo, Opinião, 13/08/2026 | 22h01 Por Raquel Landim

  4. Moraes parece o arqui inimigo do Superman, Lex Luthor, mais pela “basura calva” (royalties para Milei), e não por sua burrice, pois o Lex é superinteligente.

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