Derrota eleitoral deixa Flávio Bolsonaro diante de investigações e restrições judiciais

9 thoughts on “Derrota eleitoral deixa Flávio Bolsonaro diante de investigações e restrições judiciais”

    • Presente melhor não seria a prisão sob torturas e a destruição completa a que essa ditadura submete seus alvos?

      Estamos vivendo o EXPURGO.

      Dallagnol é o próximo alvo.

      Mesmo sem dever nada.

  1. Derrotado por Lula, Flávio não deve esperar muita coisa dos EUA

    Quando Jair Bolsonaro, também derrotado pelo petista, fugiu para os Estados Unidos, no final de 2022, ele imaginava que Trump o abrigaria em seu resort Mar-a-Lago, em Palm Beach.

    No entanto, Trump nem tomou conhecimento da presença de Bolsonaro em solo americano.

    Diante disso, o ex-mito teve que se hospedar em Orlando, na casa de um ex-lutador de MMA, onde permaneceu por três meses e depois voltou, talvez por já não o suportarem mais por lá.

    Durante esse período, ele não recebeu nenhum telefonema, nem mesmo do motorista de Trump, segundo o jornalista Wilson Moherdaui, comentarista do Jornal da Cultura (TV Cultura).

    Flávio, portanto, talvez não deva ter grande expectativa quanto à sua estadia e à recepção de Trump nos EUA.

  2. Antigamente a brincadeira era de polícia e bandido.

    Agora é de milîcia e bandido.

    Bandido e bandido.

    O povo assite bestializado ao desgoverno e às peripécias desses falsos líderes.

    Fuginaro.

    “Um exemplo”

    Fuja quem puder!!

  3. “Eu estou sabendo agora que o meu adversário foi embora, não sei.

    Não tenho informações precisas.

    Veja, eu perdi eleições para o Collor. Eu fiquei no Brasil.

    Eu perdi eleição para o Fernando Henrique Cardoso duas vezes, eu fiquei no Brasil.

    O Alckmin perdeu para mim, ficou no Brasil. O Serra perdeu para mim e ficou no Brasil.

    Eu fico imaginando que culpa. Fico imaginando que culpa tem na consciência um cidadão que acaba de perder as eleições e foge do seu país.

    Quando fui acusado tive muito convite para fugir do Brasil, ir para embaixada, eu resolvi ficar aqui no Brasil e resolvi me entregar na Polícia Federal para desmarcar meus investigadores.

    Quem não deve não teme”

    Lula

    QUEM TEM MINISTROS NÃO MORRE PAGÃO.

    LULA JAMAIS ESTEVE SOB UMA DITADURA TÃO FEROZ E CRUEL COMO A DA TOGA BANDIDA ATUAL.

    BARBA SEMPRE FOI PROTEGIDO.

    SEMPRE TEVE REGALIAS.

  4. Fuga de Flávio Bolsonaro é coerente com histórico da família e de aliados

    Jair e Eduardo puxaram a fila dos fugitivos; Ramagem e Zambelli conseguiram deixar o país

    A fuga de Flávio Bolsonaro é coerente com o histórico da família e de aliados próximos.

    O patriarca Jair Bolsonaro ensaiou três escapadas antes de ser preso.

    Em dezembro de 2022, o ainda presidente voou para a Flórida no penúltimo dia de mandato. Não voltou ao país para entregar a faixa ao sucessor eleito.

    Em 2024, Jair passou o carnaval escondido na embaixada da Hungria. Ensaiava pedir asilo diplomático ao governo de extrema direita de Victor Orban.

    Em 2025, usou um ferro de solda para tentar quebrar a tornozeleira eletrônica que mantinha a Polícia Federal informada de seu paradeiro. Não conseguiu danificar o aparelho e terminou na Papuda.

    Em matéria de fuga, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro foi mais competente que o pai. Embarcou para os EUA em março de 2025, quando ainda não alvo de inquéritos ou processos.

    Depois passou a se dizer perseguido e teve o mandato cassado por excesso de faltas. Hoje é considerado foragido da Justiça brasileira.

    Aliados ilustres da família também escolheram o caminho da fuga.

    Investigado por atacar integrantes da Polícia Federal, o senador Marcos do Val desrespeitou ordem para entregar os passaportes e escapuliu para os EUA.

    Condenada a dez anos de cadeia após contratar um hacker para invadir o sistema do Conselho Nacional de Justiça, Carla Zambelli fugiu para a Argentina, decolou para os EUA e de lá seguiu para a Itália. Acabou presa perto do Vaticano.

    O último a fugir havia sido o ex-deputado Alexandre Ramagem, condenado a 16 anos de prisão por participar da trama golpista.

    De férias em Miami, ele tentou emplacar a mulher, Rebeca Ramagem, como deputada federal. Ela recebeu 50 mil votos, mas não conseguiu se eleger.

    O Globo, Opinião, 27/10/2026 17h03 Por Bernardo Mello Franco

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