Idosos foram às urnas, reduziram abstenção e ajudaram Lula a virar a eleição

7 thoughts on “Idosos foram às urnas, reduziram abstenção e ajudaram Lula a virar a eleição”

  1. A eleição sob chantagem.

    Ou vota 13 ou perde.

    Um Nordeste riquíssimo, que deria estar lotado de cassinos, complexos turísticos, transporte e logística de ponta.

    Simboliza um país que tem tudo.

    Menos boa administração.

    • Uma lavanderia gigantesca, sem limites como as igrejas dos crentelhos.

      Aqui não estamos preparados pra isso.
      A sacanagem com dinheiro público iria comer solta.

      Pense nisso…

      P.S. Não foi uma eleição sob chantagem.

      O Rachado cansou de falar em perdas dos benefícios da população.

      Não ouviu essa parte do miliciano, cantando de galo?

      Abs.

      José Luis

      • Chantagem dupla.

        Mas a máquina foi ligada a todo vapor.

        Quanto às lavanderias, são muitas.

        Entretanto, são muitas as vantagens e os lucros concentrados pelo atraso fabricado.

        Terras incríveis, produtivas, verdadeiros paraísos, sem estradas.

        A escolha do menos ruim é fruto das disfunções desse sistema, licrativo para alguns, mas falido para a população.

  2. Bolsonarismo transforma Lula em lenda da política mundial

    Na tentativa de acabar com Lula, os Bolsonaro e seus asseclas acabaram cometendo o equívoco de transformar o petista em uma lenda da política mundial ao elegê-lo para um quarto mandato presidencial.

    E “quando a lenda se torna fato, publique-se a lenda.” (*)

    _____________

    (*) Essa frase icônica vem do clássico filme de faroeste “O Homem Que Matou o Facínora” (The Man Who Shot Liberty Valance, 1962), dirigido por John Ford.

    Ela é dita pelo editor do jornal local, Maxwell Scott (interpretado por Carleton Young), ao descobrir a verdadeira e menos heroica história por trás do mito político da cidade.

  3. Lula foi eleito por idosos, jovens e adultos numa aclamação coletiva.

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    Diante do patamar alcançado por Lula ao eleger-se para o quarto mandato presidencial, torna-se irrelevante o reconhecimento ou não de sua vitória por parte de adversários políticos como Flávio Rachadinha.

    Esse gesto não mereceria sequer uma nota de rodapé na história da trajetória política do presidente.

  4. Incrivel nossa impossibilidade de ver o óbvio, o cristalino e repetir as ladainhas disseminadas pelos poderosos de plantao e seus feitores

    Vejam esta materia:

    Idosos foram às urnas, reduziram abstenção e ajudaram Lula a virar a eleição

    A perfumaria do texto, reflet equase que somente a ladainha do ganhador. ” O povo com medo de Flavio tirar seus direitos, votou em massa no pai dos pobres”

    Nenhuma pergunta sobre quem incutiu este medo:
    O discurso levianamente minimo de flavio falando em cortar parte das loucuras de lula ou

    o continuado e disseminado terrorismo oficial e de seus sequazes, de que flavio vai destruir o sus, vai acabar com aposentadorias, vai extinguir todos os chamado beneficios sociais?

    Parece que estamos nos loucos anos 20 em que todos viviam o paraiso das piramides das ações , tudo era festa e nada iria turvar este horizonte roseo. Aí veio 29 e foram aqueles anos terriveis.

    Claro, se uma forma moderna de 29 acontecer, ( e vai acontecer pois a piramide da felicidade petista nao se sustentará indefinidamente) não será pela irresponsabilidade, incapacidade de lula e seus liderados , mas sim. por algum designio malévolo de bolsonaro (preso, vigiado 40 hs por dia) seus filhos (fugidos) e pelas sempre disponiveis “zelites” como no filme Casablanca, as culpadas de sempre.

    Nenhuma palavra sobre a irrepónsabilidade do povo que se lança com feroz avidez a toda sorte de “beneficios sociais com contrapartida eleitoral obrigatória” , recusando qualquer forma minima de dignidade de buscar sua independnencia financeira e se agarra com todas as forças a garra esquerdista, como muito provavelmente o sr entrevistado de 14 filhos.( mal consegui criar 2 com meus recursos).

    Nenhuma palavra sobre paradinha de 30 minutos e nem paradona de 2 horas.

    Nem de esdruxula canetada salvadora milimetricamente aplicada as 17:01 hs.

    Apanho dos dois lados por tentar manter um mminimo de lucidez, distante dos dois polos fanatizados mas é impossivel nao se indignar com esta catarse coletiva, feita por quase todos 24 hs após as urnas.

    Parece aquele velho ditado sobre ter varios parceiros:

    Nao tem problema, lavou tá limpinho/a.

    Ai está, em 24 hs lavamos toda a sujeira da campanha, da eleição e vamos continuar a festa.

    os malvados foram elimindaos, fugiram e agora é só festança em nome do rei

    Infelizmente o fantasma nao fugiu: 29 aconteceu e acabou a festa e banhos cheirosos em gambá , discursos inflamados sobre sensação de cheiro e alucinação olfativa coletiva, não elimina o potencial manancial de novos e fétidos odores

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