
Charge do Ivan Cabral (Sorriso Pensante)
Vicente Limongi Netto
Um domingo ensolarado deu maior destaque ao artigo de Ana Dubeux, “O levante democrático e o que vem depois”, no Correio Braziliense (01/11). O texto da diretora de Redação do CB ilumina os corações dos leitores, ao acentuar, com marcas de emoções e alegrias, a importância da última eleição:
“Nunca se falou tanto em política, nunca se debateu tanto. Isso é extraordinário e mostra o tamanho e a força do Brasil, um país que não se curva e serve de exemplo ao mundo”.
VIRADA HISTÓRICA – Realmente, é hora de parar de falar do fujão golpista, filho 01 do mito de barro. Melhor destacar a notável mobilização popular que resultou na virada histórica de Lula. Mais saudável recordar cadeirantes e idosos, amparados por netos, indo votar.
Esqueçamos o desprezível Flávio Bolsonaro. Não vale a pena perder tempo com ele nem com o falastrão Donald Trump, que também é personagem menor em nossas vidas. Flávio Insiste em bobagens oceânicas sobre a lisura das eleições, mas Trump nem deu boa.
Concentremos nossas energias nas sábias recomendações de Ana Dubeux: “Sabemos que será um mandato regido por Lula, mas orquestrado por uma massa sedenta por mudanças, sobretudo no jeito de fazer política”. É isso mesmo: estamos esperando mudar, para melhor.
Lula, a sua batata está assando!
The Economist: Mercado financeiro reage mal à vitória inesperada de Lula — e há razões para isso.
Folha: Expectativas de inflação para 2027 e 2028 saltam depois do resultado do segundo turno.
Rejeição ao bolsonarismo levou 10,4 milhões de votos a mais para o moinho de Lula no 2º turno
Os 10,4 milhões de votos a mais obtidos por Lula no segundo turno foram impulsionados pelo antibolsonarismo — uma forte aversão à famiglia Bolsonaro — e não exatamente por eleitores petistas.