
Adam Smith, o mestre, não previu a decadência moral
Luiz Felipe Pondé
Folha
A filosofia política desde o século 17 criou modelos de ser humano que impactaram muito as práticas e expectativas políticas. Esses modelos são chamados de antropologia filosófica.
A verdade é que essas antropologias filosóficas têm sido marcadamente utópicas nas suas concepções. A consequência da natureza utópica desses modelos é que muitas das propostas políticas, incluindo visões de sociedade e de futuro, de organização institucional, ou mesmo do alcance da ação humana no tempo e no espaço, têm sido marcadas por esse sopro de ar utópico.
PROGRESSO MORAL? – A própria noção de progresso moderno, típico desses modelos desde o século 17, é a marca registrada dessas utopias. A ideia de que o homem progride moralmente, politicamente e socialmente é filha desses modelos. A questão é: progresso técnico não implica progresso no resto, coisa que quase ninguém parece notar.
No campo socialista, filho dos revolucionários do século 19, esse caráter utópico aparece na crença de que o ser humano realizaria sua infinita capacidade criadora, uma vez que os meios de produção deixassem de ser propriedade privada de alguns setores da sociedade e, portanto, o resultado do trabalho humano deixaria de ser alienado de toda a sua infinita autonomia criativa.
Na raiz dessa utopia está a crença de que através da ação política coletiva os seres humanos se tornariam mais convergentes nos seus desejos e ações, criando menos mal social e corrupção.
UTOPIA FRACASSADA – Apesar do fracasso retumbante desse tipo de utopia ao longo do século 20, ela permanece ativa em vários setores do espectro político e social. O que sustenta expectativas utópicas — o cristianismo é um caso evidente — é a afirmação de que certas condições de possibilidade para elas se realizarem não foram devidamente preenchidas.
Algo deu errado no processo e a utopia não aconteceu. Como esse tipo de utopia deve se realizar no tempo histórico, e ele não acabou, permanece em aberto a possibilidade de que a expectativa em questão se realize da forma prevista no modelo num futuro próximo.
Já o caso do socialismo é marcado pela hipótese de que, uma vez dada certa mudança na estrutura política e econômica, o ser humano verdadeiro, aquele alienado de suas potências, viria à tona ao longo do curso histórico transformado.
Essa ideia socialista é descrita como o nascimento do “novo homem”, que já existia, mas sob opressão do mal social, político e econômico.
MODELOS UTÓPICOS – Mas, esses modelos utópicos nem sempre implicam um curso histórico transformado, dado para que o sonho se torne realidade. Nem sempre o modelo de homem em questão está no “fim da história”. Muitas vezes, ele pode estar no “princípio da história”, como no caso do liberalismo.
No caso da utopia liberal, a natureza humana aí concebida é de partida capaz de realizar a promessa. Essa diferença faz com que o objeto da crença utópica se faça, no caso liberal, invisível.
No liberalismo, a concepção de homem afirma que somos todos portadores de uma capacidade de fazer escolhas racionais todo o tempo e em todas as esferas da vida.
FAZER ESCOLHAS – A prova é que no início dos tempos pré-políticos —ideia esta já irreal— homens e mulheres escolheram racionalmente criar um ordenamento político para proteger suas vidas sórdidas, breves e brutas. Este ordenamento é o Estado liberal que existiria para proteger essa autonomia.
À diferença da utopia socialista, no liberalismo não existe a necessidade propriamente de uma ruptura de caráter violento e radical, mas, simplesmente, de passos graduais por meio do quais essa liberdade racional se faria cada vez mais eficiente.
O fato é que não existe esse homem racional que escolhe o tempo todo, sabendo o que faz a partir do acúmulo de informação dado pelos meios à disposição —nem a educação tem sido capaz de comprovar esse homem utópico, nem a mídia, ciência ou tecnologia, hoje fora de controle.
AMBOS UTÓPICOS – Ele é tão utópico quanto o “novo homem” socialista. Passados anos, essa utopia criou a economia de mercado e a democracia liberal. Ambas estão muito longe da ideia de que uma racionalidade econômica, política, social ou moral exista em plena forma.
A ideia de que o Estado existiria para garantir a ordem do homem livre e racional não aconteceu. Pelo contrário, o Estado só cresce, se metendo em todos os níveis da vida de todos.
O liberalismo moderno, econômico e político destruiu todas as referências que ao longo dos milênios conduziram a humanidade ao presente porque seu princípio lógico é de que tudo antes do indivíduo racional pleno era lixo a ser esquecido. Restou-nos o vazio de valores, a não ser o dólar e a espada do Leviatã.
Então somos uma barrigada perdida?
O “Estado Deplorável”!
Independentemente da forma política de governo, a definição mais precisa é a de Marx e Engels: o Estado, em sociedades divididas em classes, funciona como um instrumento da burguesia para preservar seu domínio sobre o proletariado.
Em outras palavras, manda quem pode, obedece quem precisa.
Fritando os ovos, a humanidade não presta, o homo sapiens é a espécie que degenerou.
Que venha logo o meteoro!
Pondé não se conforma em ver jogador de futebol e cantor sertanejo ganhar muito dinheiro e ele, que se acha filósofo, trabalhar tanto e ganhar pouco.
Daí, a sua persistência em disseminar pessimismo e decadência em larga escala, na tentativa de compensar ‘psicologicamente’ a frustração ‘profissional’, vamos dizer assim.
O comunismo e o livre mercado são utopias. Talvez no princípio da humanidade, por necessidade, o comunismo tenha existido.
Ambas formas de convivência teriam a ausência completa do Estado. E pode ser que um dia, num futuro distante, depois de evoluirmos muito, possamos ter algo parecido com o que consideramos hoje utopias.
Viejas quem está por tráz, pela frente, pela esquerda e direita desses combinados e manipuladores movimentos, em:
Abrólhos!
“Uma Surpreendente Charge Política de 1911
Capitalistas Ocidentais Criando o Comunismo = Nova Ordem Mundial.”
“Esta charge política foi criada por Robert Minor e publicada no jornal St. Louis Dispatch, em 1911. Naquele ponto na história, os laços entre o Comunismo de Marx e o Capitalismo eram muito mais conhecidos do que nos dias atuais.
Karl Marx está sendo recebido com uma parada em Wall Street. Como você sabe, uma parada com serpentinas é um evento feito para receber apenas os mais famosos, influentes ou mais poderosos homens do mundo. Portanto, uma vez que Karl Marx é recebido com uma parada, sendo ovacionado pelas multidões entusiasmadas, isso significa que os políticos americanos e líderes empresariais o consideravam um dos maiores homens do mundo naquela época.
Agora, olhe atentamente para Karl Marx nesta charge.
Marx carrega sua tese sobre o Socialismo (Comunismo) debaixo do braço, enquanto é cumprimentado por vários dos mais proeminentes homens de negócios do mercado financeiro em Wall Street. Este fato nos diz que Marx está sendo congratulado pela criação do Manifesto Comunista. Políticos ocidentais e homens de negócio apóiam entusiasticamente o Manifesto.
Agora, vamos analisar quem são esses proeminentes homens de negócio que aguardam sua vez para cumprimentar Karl Marx:
George Perkins, apertando a mão de Marx, era na época parceiro do banqueiro J. P. Morgan.
Andrew Carnegie (Andy) está esperando atrás de Marx com a mão estendida.
J. P. Morgan está tirando o chapéu para Marx.
John D. Rockefeller à direita de Marx, sorri presunçosamente.
John Ryan, do National City Bank, aparece ao lado de John D. Rockefeller.
Por que os principais homens de negócio dos EUA estão tão contentes com as teorias de Marx? O motivo é que por meio da utopia idealizada pelo Comunismo eles poderiam ter um monopólio absoluto sobre todos os aspectos da economia mundial. Isto oferece a perspectiva de obter riquezas incomensuráveis.
Agora, vamos examinar um dos politicos retratados na charge: o lado político do plano da Nova Ordem Mundial é representado pelo ex-presidente americano Theodore Roosevelt, mostrado com seu típico sorriso “cheio de dentes”. (Fonte: Wall Street And The Bolshevik Revolution, de Anthony Sutton).
Veja, esses politicos e homens de negócios proeminentes sabem que na realidade Karl Marx não criou o Comunismo. Em nosso Seminário 2, mostramos que o Comunismo foi criado entre 1846 a 1848 por doze maçons de grau elevado com o propósito de criar especificamente um sistema oposto (Antítese) à tese ocidental predominante. Na visão demoníaca que o líder maçom Albert Pike teve em 1870, ele recebeu as instruções de como os Illuminati iriam colocar o Anticristo em cena. O Comunismo foi selecionado para ser a “força dinâmica” para produzir a Nova Ordem Mundial. Veja, os maçons Illuminati crêem que “Conflito Controlado Produz Mudança Controlada”. Essa equação é definida pela fórmula “Tese x Antítese = Síntese”. Deste modo, as forças capitalistas ocidentais que batalharam contra o Comunismo durante a Guerra Fria produziram a Nova Ordem Mundial. (Leia o artigo N1007, “Tese x Antítese = Síntese”.)
A principal verdade expressa nesta charge política é a de que os principais homens de negócios e políticos americanos estavam tão entusiasmados em finalmente ver a criação do Comunismo que receberam Karl Marx com todas as honrarias de uma parada. Lembre-se, o Comunismo era apenas uma teoria em 1911. A Rússia Czarista só foi derrubada por Lenin em 1917. Portanto, o entusiasmo exibido por esses líderes políticos e empresariais baseava-se unicamente no entendimento que tinham do papel que o Comunismo exerceria nos eventos mundiais. Esse entendimento constitui a principal essência da conspiração humana.” https://www.facebook.com/share/p/18PmFEB6xA/
Adendos, em:
“Cartunista, “profetiza”!
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Adendos, em:
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” Martelos do Marxismo Posicionados Sobre os Estados Unidos.(Só?)
Há várias décadas que marxistas disfarçados de “Democratas” e “Republicanos” estão gradualmente solapando e desmantelando os EUA(Só?) Depois que o país estiver debilitado o suficiente, os martelos de Siegfried, Marx e dos socialistas fabianos baterão com intensidade esmagadora. Tendo em vista o índice dramático de decadência econômica, industrial, moral e social que ocorreu em todo o país nos últimos 50 anos, mais o fracasso total da vasta maioria da população em reconhecer aquilo que está acontecendo, esse dia pode não estar muito distante.
Os marxistas fizeram avançar sua causa de diversos modos, furtiva e enganosamente. O senador Joseph McCarthy estava perfeitamente correto quando, nos anos 1950s, advertiu os EUA com paixão e com convicção, que o Comunismo tinha se infiltrado extensivamente pelas instituições fundamentais do país. Como Rose Martin observou:
“A partir de 1948, McCarthy tinha realizado aquilo que parecia, às vezes, ser uma campanha de um homem só, para alertar a nação sobre os perigos da infiltração comunista no governo. Ao fazer isso, ele alarmou seriamente os socialistas fabianos, que temiam que poderiam ser os próximos a serem expostos.”
O Senado voltou-se contra ele com uma selvageria incomum — sem dúvida de forma planejada — e ele morreu sob circunstâncias suspeitas no Hospital Naval de Bethesda, com a idade relativamente jovem de 48 anos. Seu bom nome foi lançado na sarjeta desde então. Todavia, ele viu claramente — nos anos 1950 — aquilo que poucas pessoas hoje parecem compreender, apesar de toda a chocante sabotagem política, industrial e econômica que ocorreu nos últimos sessenta anos.”
“Tudo o que precisamos é da grande crise correta e as nações aceitarão a Nova Ordem Mundial.” [David Rockefeller, 23/9/1994].
“Uma mão invisível está guiando o populacho.” [Lafayete, The New World Order, de A. Ralph Epperson, págs. 32-33, leia a resenha].
Essa “mão invisível” sobre a qual Lafayette falou é a mãos dos Illuminati, e a parte frontal dos Illuminati é a Maçonaria. Líderes iluministas-chave sempre falam de forma elogiosa sobre a fraternidade maçônica. Veja, por exemplo, Alice Bailey, diretora da Casa da Teosofia. Bailey escreveu como um conduíte para seu espírito-guia demoníaco, Mestre Dwhal Khul, em The Externalisation of the Hierarchy (A Exteriorização da Hierarquia):
“O Movimento Maçônico… atenderá às necessidades daqueles que podem, e devem, exercer o poder. Ele tem a custódia da lei; é o lar dos mistérios e o assento da iniciação. Ele tem em seu simbolismo o ritual da deidade e o caminho da salvação é preservado em sua obra. Os métodos da deidade são demonstrados em seus Templos e sob o Olho Que Tudo Vê a obra pode prosseguir avante. A organização é muito mais ocultista que pode ser percebido e destina-se a ser a escola de treinamento dos vindouros ocultistas avançados… na Maçonaria você tem os três caminhos que levam à iniciação. Por enquanto eles não são usados, e uma das coisas que resultarão — quando a nova religião universal tiver o controle e a natureza do esoterismo for compreendida — será a utilização do organismo esotérico unificado, o organismo maçônico e o organismo Igreja como centros de iniciação. Esses três grupos convergirão à medida que seus santuários forem aproximados. Não há dissociação entre a Igreja Única Universal, a Loja interna sagrada de todos os verdadeiros maçons e os círculos mais internos das sociedades esotéricas.” [págs. 511, 513].
Depois que você compreender essa realidade que existe por trás dos bastidores, então compreenderá a verdade oculta sobre que força realmente está no controle dos governos de todo o mundo. Você descobrirá aquela “mão invisível” que é verdadeiramente “um poder tão organizado, tão sutil, tão completo e tão infiltrador, que eles fariam bem em não falar mais alto que sua própria respiração quando dizerem algo em condenação a ele”.
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Pois é , o ” Liberalismo de então ” resumia-se em ser aberto a múltiplas ” ideias e concepções ” filosóficas e ideológicos sem conflitos , já o ” Liberalismo de hoje ” , esmeram-se em ” dilapidar e saquear ” o patrimônio público e estatal de um país que se permite a isso , tal como aconteceu e continua acontecendo impunemente no Brasil , assim como também acontece em empresas privadas mundo afora.