Bandeira estrangeira e o futuro da democracia brasileira

10 thoughts on “Bandeira estrangeira e o futuro da democracia brasileira

  1. Excelente entrevista,para BBC.
    A jurista Camila Villard Duran, especialista em direito econômico e regulação do mercado monetário, avalia que o sistema financeiro do Brasil possui mecanismos robustos para enfrentar as sanções americanas, mas que a dependência do dólar impõe limites à soberania monetária do país.

    “No caso do Brasil, isso significa depender de recursos em dólar e de captação de moeda internacional para aplicações e relações externas. Assim, nossa soberania monetária se reduz, pois, embora o real seja plenamente exercido no território nacional, fora dele o país está sujeito às amarras do sistema financeiro global”, diz a especialista.

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    Villard Duran é professora associada de direito da ESSCA School of Management, na França, e cofundadora do Instituto Mulheres na Regulação.

    Na avaliação da especialista, o desafio de médio e longo prazo é reduzir essa vulnerabilidade.

    “É urgente que se construa uma política mais robusta, com recursos humanos e financeiros, para desenvolver alternativas. A necessidade desse plano ficou ainda mais evidente no cenário pós-eleição de Trump”, questiona.

    Para ela, o país deu passos importantes, como a implementação do Pix. “Recentemente, o Banco Central Europeu começou a defender o euro digital com o mesmo argumento: a necessidade de assegurar soberania monetária, sem depender de entidades privadas submetidas à lei americana”, pontua.

    “Ou seja, o que a Europa está começando a discutir agora, o Brasil já implementou com o Pix. Essa vanguarda nos garante até mesmo uma blindagem parcial contra eventuais sanções externas que poderiam afetar o sistema interno.”

    Mas, para dar mais passos adiante, ela alerta que é preciso trabalhar em cooperação internacional. “Mas precisamos, no médio e longo prazo, pensar em mecanismos cooperativos que permitam enfrentar crises internacionais de forma menos dependente dos Estados Unidos.”

  2. Vou olhar o lado positivo de tudo isso. A eleição do ano que vem será entre quem defende o Brasil soberano contra os sabujos entreguistas. Espero e torço ardentemente que os sabujos entreguistas tenham uma derrota acachapante tanto no executivo como no Congresso e no Senado.
    Mas se os sabujos entreguistas vencerem aí é o caso aí é o fim do Brasil soberano seremos nada mais nada menos que uma grande republiqueta de bananas.
    Não há tanto motivo assim para se temer um estrangulamento cambial. Se fosse uns 25 anos atrás nossa situação seria desesperadora, mas hoje em dia nós somos muito mais independentes em relação aos caprichos estadunidenses, tanto em termos financeiros como comerciais e até mesmo tecnologicos. Não existe mais tantos motivos para continuarmos tão sabujos e entreguistas como os candidatos do bolsonarismo.
    De certa maneira até torço para que eles invadam a Venezuela, tenho certeza que não será nenhum passeio provavelmente será um atoleiro muito maior do que foi o Vietnam e o Afeganistão.
    Será sem duvida a aceleração do fim do império

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    • Como saber quem são os “sabujos entreguistas”:

      As reservas de fosfatos do rio madeira estão nas mãos de quem?
      As reservas de nióbio estão nas mãos de quem?
      As terras agricultáveis estão nas mãos de quem?
      As terras raras brasileiras estão nas mãos de quem?
      As reservas de minérios dos mais variados estão nas mãos de quem?
      As reservas de petróleo estão nas mãos de quem?

      Todos sabemos quem esta entregando as riquezas do Brasil (PT) e quem esta comprando/tomando tudo do país (China)

      Mais os entreguistas são Bolsonaro e bolsonaristas. Em 4 anos de governo, o que Bolsonaro entregou aos Estados Unidos? Nada! Absolutamente nada!

      Quem passou toda essa riqueza para os chineses?

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