O dever de reciprocidade: a necessária resposta do Brasil no caso Ramagem

7 thoughts on “O dever de reciprocidade: a necessária resposta do Brasil no caso Ramagem

  1. Jornalismo Secom é assim. Escreve o que o chefe manda. O jornalismo brasileiro está reduzido a um monte de “merda”, com raríssimas excessões. O missivista tenta justificar a reação do pinguço Lula e não a origem dos fatos. Sem se ater ao que de fato aconteceu, joga tudo na ligação com o Bolsonaro e mostra, apenas, que começou a campanha para eleger o Lula a qualquer custo. Ou seja, como em 2022 o eleito já está definido. Não são as urnas e sim o sistema.

  2. Lula tem histórico de tentar ‘criar caso’ com EUA

    A promessa de Lula de aplicar “reciprocidade” no caso do delegado brasileiro expulso dos States por tentar burlar regras de imigração contra Ramagem, é apenas mais uma das várias tentativas do petista, ao longo dos anos, de “criar caso” e desestabilizar a relação entre os dois países.

    Começou em 2004, quando Lula ameaçou expulsar o jornalista Larry Rohter, do New York Times, por reportagem sobre sua bebedeira. Lula acabou recuando. Sempre recua.

    Em 2010, tentou “mediar” em favor do programa nuclear do Irã. Foi enxotado pelos EUA, que iniciava sanções contra a ditadura dos aiatolás.

    Na guerra da Ucrânia, Lula passou pano para invasores russos. E apoiou os terroristas do Hamas contra Israel, onde virou persona non grata.

    Em 2023, atual mandato, Lula passou a criticar a “hegemonia do dólar” e a colecionar provocações aos EUA, país que mais investe no Brasil.

    Sem ter como reagir ao flagrante de manipulação do ICE para deportar Ramagem, o governo Lula listou opções de oficiais de inteligência a serem expulsos do País. Recuarem. Sempre recuam.

    Fato é que expulsando um funcionário americano sem haver cometido violações semelhantes às do delegado, o Brasil estaria praticando retaliação e não reciprocidade.

    Fonte: Diário do Poder, Opinião, 23/04/2026 0:24 Por Cláudio Humberto

    • “Fato é que expulsando um funcionário americano sem haver cometido violações semelhantes às do delegado, o Brasil estaria praticando retaliação e não reciprocidade.”

  3. Nada disso Sr Copelli. Não seja ingênuo ou mal intencionado pois nenhuma dessas alternativas permitiriam ao Sr exercer qualquer cargo público, muito menos o cargo de Governador do DF. Não é “reciprocidade”, é apenas o malandro bravateiro do Lula querendo rivalizar com Trump para tentar ganhar votos dos incautos pseudo nacionalistas. Brasil acima de tudo e propina acima de todos!!! Deu certo antes mas nada dará certo agora. Venha logo 3 via, venha logo.

  4. Esse jovem …Antes de escrever seus “artigos”….Deve pegar um Bas…da Jamaica.

    Resultado….Nem vou me delongar…Ha…Ha….Ha ..Ha ..

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