
Procedimento foi aberto após determinação de Mendonça
Patrik Camporez
O Globo
A Controladoria-Geral da União (CGU) convocou para prestar esclarecimentos o informante da Polícia Federal que afirmou aos investigadores que o empresário Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, pagava uma espécie de mesada ao empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, em troca de acesso ao Ministério da Saúde e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para negócios ligados ao mercado de cannabis medicinal.
A defesa de Lulinha nega qualquer irregularidade e sustenta que ele não possui relação com os fatos investigados. A previsão é que a oitiva ocorra nos próximos dias no âmbito de uma investigação administrativa aberta pela CGU para apurar a atuação da empresa World Cannabis e a suposta influência exercida sobre servidores federais da área da saúde. A informação foi antecipada pela CNN Brasil e confirmada pelo O Globo. Procurada, a CGU disse que não vai se manifestar sobre procedimentos em andamento.
APURAÇÃO – O procedimento foi instaurado após determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, relator do inquérito que investiga fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Em decisão assinada em dezembro do ano passado, Mendonça determinou o envio de ofício à CGU para apuração de “eventuais irregularidades praticadas por servidores públicos” relacionadas à revisão da RDC 327/2019 e a outros processos administrativos envolvendo empresas do setor de cannabis medicinal.
A World Cannabis pertencia ao “Careca do INSS” e tinha como foco a expansão no mercado de cannabis medicinal. O empresário contratou Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha, para atuar junto ao governo federal em defesa dos interesses da companhia.
De acordo com a Polícia Federal, as investigações identificaram o pagamento a uma empresa ligada a Roberta. Em mensagens interceptadas pelos investigadores, o “Careca do INSS” afirma que o valor seria destinado ao “filho do rapaz”, sem citar nominalmente quem seria esse interlocutor. A PF trabalha com a hipótese de que a referência seja a Lulinha.
REPASSE – Em depoimento à Polícia Federal, prestado na semana passada, a empresária Roberta Luchsinger negou ter repassado a Lulinha pagamentos recebidos pelo lobista. O interrogatório, que durou cerca de 35 minutos, ocorreu por meio de videoconferência.
Segundo a defesa da empresária, Luchsinger afirmou aos investigadores que prestou serviços a Antunes relacionados à regulação do mercado de canabidiol no Brasil e que foi “devidamente remunerada por isso”. Ela também destacou que não sabia da origem do dinheiro nem da atuação do lobista com descontos indevidos do INSS.
RECURSOS PRÓPRIOS – “Não sabia a origem dos recursos que financiavam a World Cannabis, acreditando se tratar de recursos próprios de Antônio Camilo Antunes, oriundo de sua extensa e reconhecida atuação do mercado farmacêutico”, diz nota, assinada pelos advogados Bruno Salles Pereira Ribeiro, Marco Antonio Chies Martins e Cristiane Costa.
Uma testemunha contou à PF que Luchsinger era o elo entre o lobista e o filho do presidente. Foi ela, inclusive, quem apresentou os dois. Antunes tinha uma longa trajetória no ramo farmacêutico, mas nos últimos anos vinha tentando se firmar no mercado de canabidiol por meio da sua empresa, a World Cannabis. Luchsinger, por sua vez, tem uma empresa de consultoria especializada em fazer a ponte entre empresários e órgãos públicos.
Em depoimento, a empresária relatou que Lulinha tinha uma “curiosidade” sobre o assunto em razão de alguns dos seus familiares fazerem tratamento com medicamentos à base de cannabis. Isso teria levado o careca do INSS a convidar Lulinha a viajar juntos à Europa, em novembro de 2024, de acordo com a versão dela.
PROSPEPÇÃO – “[Ela] Não esteve em viagem a Portugal, mas, do que tem conhecimento, tratava-se de uma viagem de prospecção e de sondagem de negócios, algo fora do escopo de sua prestação de serviços. E que Fábio foi convidado por sua curiosidade relativa ao assunto, oriunda, inclusive, em função da utilização de medicamento à base de canabidiol por familiares”, diz o texto.
A empresária prestou serviços de consultoria a Antunes recebendo R$ 1,5 milhão em cinco parcelas de R$ 300 mil. Os dados constam da quebra do sigilo fiscal do lobista. O trabalho previa tentar viabilizar um contrato no Ministério da Saúde para disponibilizar medicamentos feitos de cannabis ao Sistema Único de Saúde (SUS) — mas o plano não foi adiante.
Um áudio de WhatsApp, obtido pelo O Globo, mostra Luchsinger tratando com Antunes sobre maneiras de conseguir um acordo com dispensa de licitação. “É contratação, sim. Ele sabe que é dispensa. É a nova lei das licitações, não sei se você já deu uma lida. Devido ao cenário de emergência, podemos criar um documento bem robusto pedindo a dispensa de licitação”,diz ela ao Careca do INSS, no início de 2025.
ARQUIVAMENTO – A PF investiga se o filho mais velho do presidente da República atuou junto com Luchsinger para abrir portas do ministério da Saúde a Antunes, o que eles negam. “Os esclarecimentos apresentados por meio de petição e ora oferecidos presencialmente desvelam por completo a tese acusatória desenhada inicialmente e vazada seletivamente de forma sistemática. Esperamos que após o depoimento, com a conclusão das apurações, sejam as investigações arquivadas em relação a sua pessoa, ante a demonstração da absoluta inexistência de qualquer conduta ilícita”, concluiu a nota da defesa.
Os advogados consideraram que a empresária é vítima de uma “campanha difamatória”. “Sua trajetória foi eclipsada de maneira bastante misógina e preconceituosa, sendo reportada como herdeira, amiga, sócia, representante, socialite ou ainda, mais comum, e de maneira pejorativa, como ‘lobista'”, diz o texto.
FÁBRICA DE CANABIDIOL – A defesa do filho do presidente chegou a apresentar esclarecimentos ao Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a viagem que ele fez a Portugal com Antunes cujas passagens foram pagas pelo lobista. De acordo com os advogados, a viagem tinha como objetivo conhecer a instalação de uma fábrica de canabidiol no país europeu. A defesa, no entanto, ressaltou que o negócio não se concretizou e que nenhum repasse foi feito a Lulinha.
Luchsinger também deu explicações sobre as mensagens enviadas por ela a Antunes nas quais o orienta a desaparecer com os seus celulares, em abril de 2025. Segundo a empresária, o aviso se deu em função da preocupação de vazamento de dados pessoais do lobista. Ela também declarou que naquela época ainda não tinha conhecimento sobre papel de Antunes no suposto esquema do INSS.
Quem quer conhecer o Filhinho do Papai da Pobreza e Miséria é só ler o Blog da Tribuna, jornalismo sem Secom e sem balançar os ovos de codorna enrugados no Maior Ladrão do Meu Dinheiro que o Mundo Já Viu…
NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Como se vê, a República está apodrecida. Onde se lê que o filho do presidente “vive na Espanha”, deve-se ler que ele “está foragido na Espanha”, sob os auspícios dos estelionatários internacionais do grupo OEI, que faturaram cerca de R$ 1 bilhão no Brasil em 2025, prestando “serviços” ao governo de Lula, governadores e prefeitos, como Eduardo Paes, do Rio de Janeiro. Somente na organização da COP30, que foi um fenômeno de desorganização, a OEI levou, limpos, cerca de R$ 400 milhões, sem impostos, por ser uma entidade internacional. A coordenadora da OEI no Brasil é Janja da Silva, e fica tudo em família. Mas quem se interessa? (C.N.)
aquele abraço
Nada como um dia após o outro , com uma noite no meio….
NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Parece Piada do Ano! Estamos cansados de avisar aqui que Lulinha está foragido. Foi para a Espanha por causa da proteção da OEI (Organização de Estados Ibero-americanos), uma ONG que faturou no Brasil R$ 1 bilhão em 2025, e levou R$ 400 milhões somente para “organizar” a COP30, que foi aquele fracasso. Leia a Tribuna da Internet e fique bem informado. (C.N.)
P.S. – Lulinha está foragido na Espanha, onde se relaciona com os dirigentes da ONG Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI), uma falsa instituição internacional que no governo Lula passou a faturar mais de R$ 1 bilhão por ano no Brasil, prestando desnecessários “serviços” ao Planalto, a governos estaduais e a prefeituras, como a do Rio de Janeiro. A OEI recebeu cerca de R$ 400 milhões, limpos e sem impostos, para “organizar” o fracasso da CPO30 em Belém, conforme denunciamos aqui na Tribuna da Internet, com absoluta exclusividade, e ninguém teve coragem de nos processar. Detalhe importante: Desde 2023, Janja da Silva é a coordenadora da OEI no Brasil. Neste cenário, se Lulinha não voltar e continuar foragido, vai explodir a candidatura do pai. Comprem pipocas. (C.N.)
O comuna da Academia de Mérida vai pirar.., ou melhor vai rasgar o zóio da goiaba pelo avesso…
NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – É Piada do Ano! Lulinha está fora do país, mora na Espanha e não deve voltar, sobretudo quando começar para valer a investigação sobre a sinistra Organização dos Estados Ibero-Americana (OEI), sediada em Madri e que está conseguindo faturar cerca de R$ 1 bilhão por ano no Brasil explorando o governo federal, governos estaduais e até prefeituras. Levou mais de R$ 350 milhões para “organizar” a fracassada COP30 em Belém (C.N.)
NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Se quiserem saber realmente quem é Lulinha, primeiro é preciso pesquisar por que ele escolheu a Espanha para viver. Em seguida, deve-se descobrir qual é a organização espanhola com a qual se relaciona e que tem faturado cada vez mais no Brasil, às custas do governo federal. E, depois, conferir a conta bancária dele na Espanha e nos paraísos fiscais. Como dizem os policiais americanos, é só seguir o dinheiro…. (C.N.)
Um dia sem zoar um comuna patético da Academia de Mérida é um dia perdido…
eh!eh!eh!eh
The Happy Trumpets Play…..
NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – A colunista Malu Gaspar traz informações importantes sobre o filho fenômeno de Lula, que trabalha no Zoológico varrendo bosta de elefante e de repente ficou milionários. Ah, Brasil!… (C.N.)
Coitado dos Elefantes, ter um vagabundo maldito desses na mesma jaula….
HA!HA!HA!HA!HA!HA