Indecisão domina eleição, mas Lula mantém força entre eleitores mais mobilizados

One thought on “Indecisão domina eleição, mas Lula mantém força entre eleitores mais mobilizados

  1. “Abrolhos!”
    “Quem ensinou o girassol a se voltar para o sol, de modo a pegar o máximo de calor para secar suas sementes? Ou o próprio girassol “percebeu” essa necessidade e “desenvolveu” a capacidade de se voltar para o sol? E, se voltar para o sol é uma “evolução”, então temos o direito de imaginar que antes os girasóis ficavam imóveis, não secavam as suas sementes, e portanto não cresciam outros girassóis, e que portanto, não deveriam existir girassóis hoje, uma vez que o primeiro girassol, imóvel, não secou suas sementes.
    “Não sejamos, pois, indesculpáveis diante do Altissimo Criador, porque em todas as coisas criadas estão presentes os Seus atributos, e as escrituras dizem que os homens sabem disso, mas são rebeldes ao reconhecimento e à percepção.”
    “ATEÍSTAS – OS HOMENS INDESCULPÁVEIS.”

    O termo “ateísmo” é muito difundido e conhecido, embora seu significado não seja bem compreendido ainda. O termo “ateu” provém do grego “a-theos” e significa “negação de Theos”. Theos é a palavra grega derivada de Zeus, o principal ídolo da mitologia grega. A particula “a”, que antecede a palavra, é a partícula de negação, como em “átomo”, onde “tomo” significa “divisível” e “átomo” significa “não-divisível” ou “indivisível” (quando deram esse nome ao átomo os cientistas pensavam que ele era indivisível). Assim, a palavra “ateu” é a negação do ídolo mitológico grego Zeus (posteriormente dando origem ao termo “Deus”), que foi posteriormente generalizada adquirindo um sentido de rejeição a qualquer crença numa inteligência superior criadora. Negar a Zeus é algo perfeitamente aceitável, no que ser ateu, considerando a origem e essência da palavra, é algo bom. Contudo, com a conotação que tal palavra possui nos dias atuais, representa a negação de qualquer criador, onde consideram todas as coisas como tendo surgido expontaneamente, do nada, sem que houvesse nenhuma inteligência atuando sobre todas as coisas.”

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