
Aquino, diretor do BC, provou que houve fraude no Master
Luiza Martins
CNN Brasil
O depoimento prestado pelo diretor do BC (Banco Central) Ailton de Aquino nesta terça-feira complica a situação dos banqueiros Daniel Vorcaro, do Banco Master, e Paulo Henrique Costa, do BRB (Banco de Brasília).
Ambos são investigados por fraudes financeiras bilionárias envolvendo a formação de uma carteira de crédito falsa para a operação de venda do Master para o BRB. O BC identificou o problema e decretou a liquidação do banco privado.
EM MAUS LENÇÓIS – Fontes a par do inquérito avaliam que a participação de Aquino como “extremamente valiosa” com detalhes que deixam Vorcaro e Costa “em maus lençóis”. Prova disso foi que apenas os banqueiros seguiram para a acareação, enquanto o diretor do BC foi dispensado e sequer está sujeito à invstigação.
A fala de Aquino foi descrita por interlocutores do STF (Supremo Tribunal Federal) como “útil, precisa, didática e detalhada”, ao passo que os depoimentos de Vorcaro e Costa foram considerados “erráticos e contraditórios”.
Cada banqueiro depôs por cerca de duas horas e meia, enquanto Aquino falou por aproximadamente uma hora e 20 minutos. Em seguida, o juiz auxiliar do ministro Dias Toffoli, relator da apuração no STF, liberou o diretor do BC.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Cai por terra a pretensão do ministro Dias Toffoli, que sonhava (?) reverter a situação e provar que tenha havido erro do Banco Central, conforme a nova narrativa de Vorcarco, que acusa o BC de ter desprezado uma solução de mercado, que teria surgido à última hora. Solução de mercado para fraude bancária? Era só o que faltava. (C.N.)
É a “esquerda progressista”, através de seu aparelho repressivo e censor, querendo submeter, humilhar e desacreditar um excelente técnico negro aos interesses de quem dizem ser contra: a criminosa “burguesia branca heteronormativa ocidental”.
O trem chegou num ponto em que, se esta vagabundagem sair impune, como na Lava Jato, nos tornaremos, definitivamente, algo como um Estado Cleptocratico, ou quiçá, dominado pelo narcotráfico, como é demonstrado pelo BC, na relação do protegido Master, com o PCC.
Falta de aviso não foi.
https://www2.senado.leg.br/bdsf/bitstream/handle/id/515712/noticia.html?ref=thegadsdenpost.com
A questão é que, ao prender prematuramente o Bolsonaro, perderam o timming pra chegarem nas eleições de 2026 como “defensores da Democracia” e não como o que são: operadores do cleptopatriminialismo.
Dançaram feio no caso do Banco Master.
Como associar esta putaria (não há outro termo) com democracia, defesa do povo mais pobre e outras englobacoes?
Perderam o discurso e as calças.
Temos uma oposição frouxa, que não coloca o capo di tutti capi, Lula no olho do furacão.
Este farsante, do jeito que vão as coisas, poderá, sem qualquer caráter, que lhe caracterize, faturar com o bó.
A propósito a inútil e extemporânea acareação foi feita pra salvar um diminuta cara do tal Tofolli.
Entretanto seu filme já estava queimado previamente.
A que ponto chegou nosso lupanário estatal.
… salvar uma diminuta parte da cara …
Do jeito que estamos todos mortos, é possível que o capo Lula seja reeleito com a bandeira do fim da independência do Banco Central.
Será que a vagabundagem “perdeu, mané” desta vez.
https://www.instagram.com/reel/DS-XWBvjidq/?igsh=djU5d3U1NDVvc3Vu
Não tenho certeza ainda.
O capo Lula, que não deveria ser nem candidato, continua com a possibilidade de reeleição.
Embora o STF, ao ser chamado, o Lula, de corrupto e defensor de bandidos, nas próximas eleições, tenha perdido, no caso Master, seu poder repressivo e censor.
Vejamos.
Não podemos esperar muito de um incomPTente que não passou em concurso para juiz e depois como prêmio de consolo foi para a facção do stf
Master complica Dias Toffoli, abafador geral trapalhão
Ministro do STF gera ruído ao tentar sentar sobre iceberg capaz de afundar um Titanic com figuras graúdas da política e mercado
Relato sobre fraudes da instituição com fundos da gestora Reag, recurso usado pelo PCC, só piora o cenário, que não dá sossego
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Folha de S. Paulo, Opinião, 1º.jan.2026 às 14h11 Por Marcos Augusto Gonçalves