O brasileiro João Havelange presidiu a Fifa de 1974 até 1998
Vicente Limongi Netto
Não tenho receio de exaltar, defender e fazer justiça a quem mereça. Não exagero ao afirmar que João Havelange foi um homem notável. Nunca houve um dirigente da Fifa tão competente como ele. No próximo dia 8 Havelange estaria completando 110 anos de idade.
Havelange, tricolor ferrenho e frequentador do clube nas Laranjeiras, uniu povos e nações pelo futebol. Foi condecorado por reis, rainhas e presidentes. Como presidente da antiga Confederação Brasileira de Desportos (CBD), o Brasil conquistou o tricampeonato mundial no futebol.
FALSAS ACUSAÇÕES – Foi acusado injustamente, sem que houvesse nenhuma comprovação de irregularidades que tivesse cometido, e acabou responsabilizado pelos malfeitos do ex-genro Ricardo Teixeira.
Havelange não merecia ser ultrajado por parasitas, hipócritas e oportunistas, que nunca fizeram nada em benefício do futebol. O dirigente brasileiro tornou a Fifa uma entidade poderosa, rica e respeitada, com mais países filiados do que própria ONU.
Foi a vida toda, literalmente, um cidadão do mundo, e teve participação fundamental na escolha do Brasil para sediar a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016. Havelange é inatacável e merece ser lembrado e homenageado.
GOLAÇO – O jornalista e analista político Cláudio Humberto, ex-colunista da Tribuna da Imprensa, é um craque da informação e acaba de marcar um golaço, às vésperas da Copa do Mundo.
Conseguiu atingir a invejável marca de 28 anos editando sua coluna que originou o blog “Diário do Poder”, um dos espaços mais importantes do país. Isso significa 10.227 edições diárias desde 1998.
Cláudio Humberto tem a receita do bom e isento jornalismo. É um profissional a ser respeitado.
Have é ter ou posse e Lange é uma palavra alemã que significa “longo” ou “alto” como adjetivo (derivado de lang) e “há muito tempo” ou “longamente” como advérbio de tempo. Como sobrenome germânico, indica historicamente uma pessoa alta. É muito comum na Alemanha, significando “longo” ou “alto”.”
Foi um grande dirigente depois dele a CBF foi um acúmulo de incompetentes e corruptos na sua direção. Concordo também com seu elogio ao Cláudio Humberto
Senhores Vicente Limongi Netto , Carlos Newton e Jorge Beja , aqui no Estado do Amazonas os profissionais de saúde estão ha cerca de ” três a seis ” meses sem receberem salários , contando com a omissão e conivência do então governador Wilson Lima e das autoridades judiciárias do Estado do Amazonas , sendo que esses profissionais estão impedidos de paralisarem (greve) suas atividades , por ser um serviço essencial ao público , sendo que a maioria desses profissionais estão sofrendo humilhações de despejos de seus lares alugados , corte de energia elétrica e corte da água por falta de pagamentos , além de não poderem cumprir com demais compromissos de dia – a -dia , com o agravante de que o então governador Wilson Lima privatizou todos os serviços de saúde público do Estado do Amazonas , entregando-os a diversas pessoas que se passam por empresários de saúde , mas na verdade são ” picaretas e vigaristas ” , recrutados nos quatros cantos do país pelo então governador Wilson Lima , contando a omissão e conivência da classe política Amazonense e do judiciário local , que nada fez/faz para impor o respeito aos direitos ” previdenciários e trabalhistas ” dos profissionais de saúde do Estado do Amazonas , que somente são lembrados de sua importância para a população quando eles paralisam suas atividades profissionais , ou seja , entram em greve , urge uma intervenção federal no serviço público de saúde do Estado do Amazonas .
José Carlos está indignado com o caos da saúde no Amazonas. O governador Wilson Lima (União), afirma José Carlos, deixou servidores da saúde sem salários. Não recebem há 3 meses. Situação lamentável e repugnante.
O caso envolvendo o governador do Amazonas, Wilson Lima, e a compra de aparelhos (respiradores) de uma loja de vinhos ocorreu em 2020, durante a pandemia de Covid-19, e gerou investigações sobre corrupção e superfaturamento.
Principais detalhes do caso:
A compra: O governo do Amazonas, na gestão de Wilson Lima, comprou 28 respiradores da loja de vinhos FJAP por R$ 2,9 milhões.
Superfaturamento: Investigação da Polícia Federal indicou superfaturamento de 133% na compra desses equipamentos, que eram inadequados para pacientes com Covid-19, segundo o Conselho Regional de Medicina do Amazonas.
Irregularidades: A compra foi feita sem licitação e a empresa fornecedora, uma adega/importadora de vinhos, não teria capacidade técnica ou comercial para a venda de equipamentos hospitalares.
Prejuízo: A denúncia da Procuradoria Geral da República (PGR) estima um prejuízo de mais de R$ 2 milhões aos cofres públicos.
Consequências: Wilson Lima foi denunciado pela PGR e tornou-se réu no Superior Tribunal de Justiça (STJ) por conta desse esquema.
O caso ficou conhecido por envolver uma “triangulação” para o desvio de verbas públicas durante a emergência de saúde.
Como Wilson Lima deve ser amigo de “Missão dada, missão cumprida” e também do Supremo Tayayá Federal, nada lhe aconteceu, tanto que foi eleito governador mais uma vez. E acabou de renunciar para tentar o Senado. Certamente, o povo do Amazonas votará no patife
Mas há notícias boas: os gestores do Canto da Peixada (Ayrão com Emílio Moreira) entenderam que mantendo os preços como nos tempos gloriosos iriam perder muitos clientes, pisaram no freio e voltou a ser muito frequentado. Já o Tambaqui de Banda é para se ir hoje e voltar bem mais tarde.