
Rubio diz que investigação sobre Pix não cabe a ele
Johanns Eller
O Globo
O secretário de Estado americano, Marco Rubio, reforçou em uma carta enviada a Flávio Bolsonaro a posição do governo Donald Trump de defender a imposição de tarifas ao Brasil. A carta enviada pelo homem-forte de Trump na última terça-feira (23), obtida com exclusividade pela equipe da coluna, é uma resposta à correspondência do início de junho em que o presidenciável do PL fez um apelo para os Estados Unidos não adotarem um novo tarifaço contra o país.
Na mensagem, Flávio alegou que a imposição de novas sanções à economia brasileira pelo governo Trump traria “sérios danos” à população e disse estar confiante na sua vitória na eleição presidencial de outubro, o que poderia redefinir as relações entre Brasília e Washington. A campanha do bolsonarista divulgou o texto horas após o USTR anunciar a conclusão de uma investigação aberta sob a chamada Seção 301, que apura eventuais práticas comerciais de outros países que prejudiquem os EUA.
GERENCIAMENTO DE CRISE – A iniciativa foi uma tentativa de gerenciamento de crise, já que a ofensiva do governo Trump reverteu os benefícios que a visita de Flávio ao presidente americano vinha rendendo, por ter acontecido dias antes do anúncio da classificação do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas.
O estrago provocado na campanha do bolsonarista pelo anúncio de que o governo dos EUA queria mais tarifas sobre os produtos brasileiros foi ainda maior porque, no mesmo dia em que divulgou a medida, Donald Trump postou em suas redes sociais uma foto ao lado de Flávio Bolsonaro no Salão Oval, o que reforçou a tese de interferência eleitoral da Casa Branca e associou Flávio às ameaças de novas sanções.
Na resposta ao brasileiro, Rubio ainda agradeceu o apoio à classificação do CV e o PCC como terroristas pelos EUA e chamou de “generosa” a proposta de Flávio de criar uma equipe de transição junto ao governo Trump caso seja eleito presidente. A ideia estava na mensagem enviada ao americano no início do mês. No entanto, não cedeu um milímetro na questão das tarifas e nem comenta as preocupações listadas pelo filho de Jair Bolsonaro em sua carta.
POSIÇÃO AMERICANA – No telegrama, Rubio reafirmou a posição dos EUA sobre políticas que supostamente prejudicariam a economia americana, entre elas o Pix, mas afirmou que as investigações comerciais que propuseram um novo tarifaço não são lideradas por ele e sim por Jamieson Greer, chefe do Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR na sigla em inglês).
“O Embaixador Greer deixou claro que nós permanecemos com diferenças substanciais em relação à solução das irregularidades apontadas nesta investigação. São questões relacionadas ao comércio digital, sistemas de pagamento eletrônico, tarifas preferenciais injustas, combate à corrupção, proteção à propriedade intelectual, acesso ao mercado de etanol e o desmatamento ilegal”, escreveu o secretário de Estado dos EUA.
Sem convidá-lo diretamente, o americano frisou que os trâmites da investigação comercial incluem uma consulta e uma audiência públicas coordenadas pelo USTR, oportunidades nas quais o caso do Brasil poderia ser debatido junto ao governo americano.
AUDIÊNCIA – “Qualquer parte interessada no Brasil pode participar do período de consulta pública e da audiência aberta que o Escritório do Representante de Comércio dos EUA organizará em 6 de julho. A consulta ficará aberta até 1º de julho. Solicitações para participar da reunião deverão ser feitas até 22 de junho”, afirmou Rubio.
Na última terça-feira, Flávio anunciou que se inscreveu para falar na audiência do USTR e viajará aos EUA para participar do encontro. Nas redes, o pré-candidato retratar a iniciativa como um esforço para sensibilizar a administração Trump e evitar novas sanções ao Brasil, possivelmente indicando a possibilidade de derrota de Lula nas urnas.
A perspectiva de alternância de poder em Brasília é um dos pilares da pressão econômica e diplomática de Trump sobre o país, mas Rubio optou por uma postura mais comedida na carta para Flávio.
PONTE DIRETA – Disse que os EUA estão atentos ao “otimismo” eleitoral de Flávio e agradeceu a ideia de criar uma ponte direta entre Brasília e Washington durante a transição de governos, mas enfatizou que o governo americano está disposto a “trabalhar cooperativamente com os líderes escolhidos pelo povo brasileiro” para resolver as diferenças comerciais entre os dois países.
Em outras palavras, mesmo a linha dura do trumpismo admite que os EUA não terão outra opção a não ser conviver e dialogar com o presidente eleito em outubro. Rubio e Flávio se encontraram durante o périplo do filho 01 de Jair Bolsonaro por Washington no fim de maio. O presidenciável publicou uma foto com o secretário de Estado nas redes e exaltou o encontro antes da conclusão da investigação comercial americana.
“Seguimos fortalecendo relações internacionais, defendendo a liberdade, a democracia e os valores que unem milhões de brasileiros e americanos”, escreveu Flávio Bolsonaro.
AMEAÇA TARIFÁRIA – No início de junho, o governo dos EUA concluiu duas investigações comerciais que propuseram, separadamente, a imposição de um novo tarifaço à economia brasileira.
A primeira delas é a citada na carta de Marco Rubio a Flávio Bolsonaro. Aberta em julho de 2025, mira o Pix e supostas defasagens nas medidas de combate à corrupção e à pirataria, entre outros pontos, e propôs a taxação de 25% sobre produtos brasileiros. Na ocasião, o governo Lula divulgou uma nota na qual classificou a proposta de novas tarifas como “injustificáveis” e falou em “sabotagem” por parte dos Bolsonaro.
A segunda investigação do USTR, concluída na sequência, propôs a alocação de tarifas de 12,5% sobre a economia brasileira e de outros países. Os EUA sustentam que o Brasil, e a União Europeia e a cidade autônoma de Hong Kong, na China, falharam em adotar políticas para proibir a exportação de produtos vinculados ao trabalho forçado.
“O Partido Liberal do Canadá sempre foi comunista.”
27 de junho de 2026
https://www.henrymakow.com/
Extraido do mesmo link:
“O pai de Justin Trudeau era, na verdade, Fidel Castro. Em 1968, o desertor russo Igor Gouzenko alertou que seu falso pai, Pierre Elliot Trudeau, ” se tornaria outro Castro e transformaria o Canadá em outra Cuba ” . Mark Carney está terminando o trabalho.
O “pai” corno de Fidelito, Pierre Elliot Trudeau (1919-2000), foi primeiro-ministro do Canadá de 1968 a 1979 e de 1980 a 1984. Seu dossiê foi destruído porque ele era um agente comunista (Illuminati). A maioria dos “líderes” são maçons. O objetivo da Maçonaria é a tirania mundial dos Rothschild (judeus cabalistas, ou seja, satânicos), ou seja, o comunismo ou “globalismo”. O comunismo é o capitalismo monopolista (ou seja, controlado por banqueiros). Trudeau deu os primeiros passos para a normalização da homossexualidade e para tornar os canadenses de origem europeia uma minoria, ou seja, o “multiculturalismo”. O filho de Castro seguiu os passos de seu falso pai.”
PS. Continua…..
Quem tem palavra cumpre. Não é igual aos políticos tupiniquim que prometem e não cumprem
Esse é um típico do ” morde e assopra ” das baratas , como é o caso do Flávio Bolsonaro .
Neste mundão de Deus, nosso Senhor, que parece do diabo, Trump e seu quadrilhão internacional, loucos por dinheiro, poder, vantagens e privilégios, sem limite$, temem apenas uma pessoa, tal seja o tb norte-americano, Papa Leão XIV, que, aliás, conta com mais de 1, 5 bilhão de seguidores em todo o mundo, e que crescem vertiginosamente nos EUA, sua terra natal, na ordem inversa do apoio popular a Trump que só despensa, só desce a ladeira na sua própria casa. SEJA BEM-VINDO AO BRASIL, Leão de Deus, da verdade, da boa-fé, do ser humano, da Humanidade, da Justiça maior e das boas novas. Igrejas que se deixam dominar por partidos e pela loucura por dinheiro, poder, vantagens e privilégios, sem limite$, a nosso ver não são Igrejas de Jesus Cristo mas isto sim hospícios anticristo perigosíssimos para o sucesso do bem-estar do conjunto da Humanidade. https://www.facebook.com/photo?fbid=1483089203831193&set=pcb.1483089743831139
Essa proposta de equipe de transição juntamente com os americanos é de lascar.
Os “patriotas” gostaram da proposta de submissão? Para mim é o cúmulo da sabujice. Fazer o quê? Vai ver que os “patriotas” gostam da ideia de virarmos colônia novamente.
Que tempos.
É tão eleitoralmente suicida que até parece fake news da Globo.
Ninguém seria tão burro a esse ponto.
Kusô tarê , da Academia da Fumaça e do Pó…
Quem vai comentar será nosso Editor Chefe com mais uma detonação para o Bem da Humanidade e do Blog…
A propósito, ele é mais perverso que o Kinder Ovo e o Boca de Sacola juntos…..
Não tem tempo a perder com subserviente, lacaio, sabujo como Rachadinha e sua trupe?
Pela resposta, já deve estar de saco cheio de Rachadinha e Bananinha.
Não há, na verdade, quem suporte a proximidade dessa gente, à exceção de bolsotários, manipulados à distância.
foto de 4 idiotasa! clã imundo e serviçal de trump, que não vota no Brasil. clã nojento, incluindo a madrasta. escrevir aqui, ontem, sobre toda a canalhice que envolve a familia do golpista preso.
Senhor Vicente Limongi Netto , infelizmente no Brasil é permitido á seus inimigos (corruptos , ladrões e lesa-pátria) internos nacionais BR a ” conspirarem e tramarem ” impunemente juntos á governos estrangeiros abrindo-lhes caminho p/intervenção externa , contra seu próprio país , a se inscreverem e candidatarem á cargo eletivos na estrutura dos Estado Nacional , como se nada tivesse acontecido .
Babacas. Acham-se donos da pátria e querem dar o país de mão beijada ao baixinho Rubio (Little Rubio, como foi chamado pelo próprio Trump).
Atenção: depois de ser eleito, não há tratamento para o câncer.