Charge do J. Bosco ( O Liberal)
Mariana Muniz
O Globo
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) marcou para o dia 14 de julho uma reunião com representantes de empresas de pesquisa com o objetivo de destravar o debate sobre critérios de transparência, metodologia e fiscalização dos levantamentos eleitorais. O tema veio à tona depois que uma decisão liminar do presidente da Corte, ministro Kássio Nunes Marques, suspendeu a divulgação de uma pesquisa da AtlasIntel que apontou os impactos do caso Banco Master na imagem do senador Flávio Bolsonaro (PL) e causou desconforto em alas do Judiciário e da política.
Com o encontro, deve ficar para o início de agosto a continuação do julgamento da liminar de Nunes Marques. A reunião foi articulada por integrantes da cúpula do tribunal como forma de ampliar o debate sobre a atuação dos institutos de pesquisa. A expectativa é que as discussões possam subsidiar os ministros na definição de parâmetros para a divulgação de pesquisas em ano eleitoral.
LIMITES DE ATUAÇÃO – Nos bastidores, ministros avaliam que o caso ultrapassou a discussão específica envolvendo Flávio Bolsonaro, apontado como provável candidato do PL à Presidência da República, e passou a levantar questões mais amplas sobre os limites da atuação da Justiça Eleitoral e a autonomia metodológica dos institutos.
Todos os sete integrantes do TSE, além de Nunes Marques, devem ser convidados para o encontro, que vai contar com a participação dos principais institutos de pesquisa credenciados para atuar no país.
A avaliação de interlocutores do TSE é que a Corte terá a oportunidade de fixar balizas para futuras controvérsias envolvendo pesquisas eleitorais antes do início mais intenso da campanha de 2026, reduzindo a possibilidade de judicialização durante o período eleitoral.
DISCUSSÃO – O julgamento foi interrompido em 9 de junho, após pedido de vista da ministra Estela Aranha. À época, interlocutores do tribunal afirmaram que um dos objetivos da magistrada era justamente abrir espaço para uma discussão institucional sobre o tema antes da conclusão do caso.
A expectativa pela retomada ganhou força nas últimas semanas depois que a Procuradoria-Geral Eleitoral apresentou parecer pela rejeição da ação movida pelo PL contra a AtlasIntel. No documento, a Procuradoria sustenta que a Justiça Eleitoral deve adotar postura de intervenção mínima na metodologia das pesquisas e afirma que eventuais questionamentos precisam estar amparados em provas objetivas de manipulação.
A decisão de Nunes Marques provocou repercussão entre ministros do tribunal e representantes do setor, além de reação entre uma ala do Supremo Tribunal Federal (STF). Integrantes da Corte passaram a defender a realização de um diálogo com os institutos para discutir questões relacionadas à transparência dos levantamentos, à formulação dos questionários e aos limites da intervenção judicial sobre esse tipo de pesquisa.
Jose Oliver Oliveira Oliveira
autônomo conta própria na empresa Autônomo e trabalha em Autônoma/conta própria
Mora em Campo Grande
A MORTE DO MINISTRO TEORI ZAVASCKI E DO ASSASSINATO DO DELEGADO QUE INVESTIGAVA O CASO. COISAS NÃO ESCLARECIDAS.
Eu publiquei umas frases soltas para chamar a atenção.
Agora, vou colocar tudo junto, para mostrar que minha perplexidade de quase dez anos faz sentido.
Se não, vejamos.
1. O Ministro do Supremo Teori Zavascki era o encarregado do processo da Lavajato, anulou as interceptações telefônicas envolvendo a presidente afastada Dilma Rousseff, feitas por Sergio Moro.
2. Interrompeu as férias para cuidar das “famosas” delações. Voltou no avião de um amigo, que caiu misteriosamente.
3. Registros da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) mostram que o avião estava com os certificados atualizados.
4. Agora, a ex-juíza Luciana Bauer, que atuou na 17ª Vara Federal de Curitiba conta que denunciou os crimes e foi agredida por sergio moro.
5. Ela contou a agressão a quem? Ao Ministro Teori Zavascki.
6. O Delegado da Polícia Federal, Adriano Antônio Soares, que investigava a morte do Ministro foi mandado para Florianópolis.
7. Pergunto: Quem o mandou e para quê?
8. Oficialmente, dizem que para participar de um curso de capacitação interna da Polícia Federal. Um “cursinho de atualização”. Logo em Florianópolis?
9. Em 31 de maio de 2017, provavelmente foi atraído a uma cilada, num bordel, junto com o colega, Delegado Elias Escobar e lá assassinados por um leão de chácara, Nilton César de Souza Júnior. Na época, era apresentado como leão de chácara. Fui pesquisar agora e aparece como “comerciante” de cachorro quente.
10. O assassino não tinha porte de arma, mas usou uma pistola 380.
11. Tenho uma matéria, do dia, assim: “De acordo com informações do Copom (Centro de Operações Policiais Militares), os dois delegados teriam chegado ao local de táxi. Um terceiro homem teria entrado logo em seguida, iniciando uma intensa troca de tiros.”
12. Na mesma matéria que tenho: “Está sendo apurada a participação de outros dois indivíduos não localizados até o momento”, afirmou a PF.”
13. Depois, as notícias mudaram completamente.
14. O assassino ficou três semanas internado no hospital e foi liberado no dia 21 de junho. Dois dias depois, a Justiça de Santa Catarina concedeu ao suspeito o direito de responder ao processo em liberdade. Ou seja, mata dos delegados da PF e passa dois dias preso.
15. O assassino foi treinado no “Clube de tiro .38”, na cidade de São José, na Grande Florianópolis.
16. QUE CLUBE É ESSE?
17. Pertence ao marido da deputada Júlia Zanatta.
18. Neste clube treinaram os filhos do ex-presidente, agora presidiário condenado.
19. No mesmo Clube também foi treinado lá o “MILIONÁRIO” ADÉLIO BISPO, famoso por ter burlado a segurança de um candidato e lhe dado uma facada sem sangue.
Repost: Ricardo José Martins. 🤔
Exemplo de pesquisa.
Na rua, o senhor poderia me responder a algumas perguntas?
Sim.
O senhor acha o o Brasil é um país corrupto?
Não.
E se eu der essa nota de cem reais o senhor muda de opinião?
Mudo na hora, cadê a nota de cem?
Fazer pesquisa em favela, presídio, sem teto, beneficiários de bolsa família tem alguma influencia nos resultado?
Para os eleitores de Loola, não, não influencia em nada.