
Atuação de Flávio frustra empresários e especialistas
João Sorima Neto
O Globo
No setor privado e no mercado financeiro, a participação do senador Flávio Bolsonaro (PL) na audiência pública do governo americano, para tentar impedir a imposição de novas tarifas de 25% dos Estados Unidos contra produtos importados do Brasil, foi considerada inócua. Alguns classificaram a participação como ‘decepcionante’.
Empresários e gestores consultados pelo O Globo avaliaram que a presença de um senador brasileiro poderia ajudar se ele tivesse levado argumentos econômicos que contrapusessem o tarifaço. Mas isso não foi o que aconteceu: Flávio deslizou para um tom mais político, o que causou desapontamento entre empresas e associações que representam setores afetados.
PIX NA MIRA – Na condição de anonimato, empresários que estiveram na audiência de Flávio ou acompanharam do Brasil seu discurso avaliaram a participação como ‘ruim’. Enquanto esperavam mais argumentos técnicos do senador, em um discurso de cerca de cinco minutos, ele citou temas como corrupção no Brasil, além do uso do Pix e do cartão de crédito. O Pix brasileiro foi um dos alvos do governo americano, sob argumento que prejudicavam bandeiras de cartão de crédito americana.
“O Pix não é um problema a ser corrigido. É uma solução. Ele ampliou a inclusão financeira ao trazer milhões de brasileiros — especialmente os mais pobres — para a economia formal”, disse Flávio.
“Esse avanço também beneficiou diretamente empresas americanas, já que o volume de transações processadas por cartões de pagamento emitidos por bandeiras dos Estados Unidos continuou crescendo paralelamente à ampla adoção do Pix, uma vez que essas empresas prestam serviços que se complementam, e não competem com o sistema brasileiro de pagamentos instantâneos”, reforçou.
NEGOCIAÇÃO – Flávio abordou o tema das tarifas de forma superficial, segundo esses empresários, e afirmou na audiência que o Brasil terá eleições presidenciais em outubro, e que o cenário político estaria diferente em 90 dias. “Impor agora uma tarifa que seria difícil de reverter — premiando aqueles que são responsáveis pelas ações em questão e punindo aqueles que suportaram suas consequências — seria o pior momento possível para agir”, disse. “Não imponham as tarifas ao Brasil, preservem o sucesso do Pix e cancelem esta medida para que possamos negociar”, divulgou sua assessoria.
A avaliação é o Office of the United States Trade Representative (USTR), órgão do governo dos Estados Unidos responsável por desenvolver e coordenar a política comercial americana, é meramente técnico, mesmo com erros de dados no levantamento feito pelo USTR.
Daniel Teles, especialista e sócio da Valor Investimentos, lembra que rito da audiência no USTR permite a participação de elementos externos, como associações que representam os setores afetados, empresas, técnicos do governo e até o senador Flávio Bolsonaro.
“TIMMING” – Com isso, diz o especialista, Flávio, com sua participação, aproveitou o “timmig” das eleições para se fazer presente em uma negociação internacional, mostrando que tem algum tipo de influência ou o mínimo relacionamento com o governo americano para buscar algum impacto para sua campanha.
“Ele sinaliza que ter um bom relacionamento com o governo americano pode ser bom para o Brasil, caso ele ganhe as eleições. Mas acho que o impacto da participação é pequeno. Não acredito que ele vai persuadir o USTR mais do que empresas, que estão levando dados e fatos. Mas também não atrapalha. Eu diria que é neutra a participação”, avalia.
Paulo Bittencourt, estrategista-chefe da MZM Wealth, também considerou como neutro o efeito da participação de Flávio na audiência. “Nem ajuda, nem prejudica, considerando o âmbito da sessão 301. Surte mais efeito a pressão que as empresas americanas estão fazendo para não taxar o país. Mas o impacto para a candidatura de Flávio é péssimo”, avalia o analista.
FRASES INOPORTUNAS – Bittencourt observa que o senador acabou entrando nesse tema com o objetivo de “resolver a questão” e chamou para si a atenção com frases inoportunas como “vamos deixar isso para depois da eleição”. Deu margem para a coleta de material que será usado contra ele na campanha presidencial, diz o analista.
“Se não havia certeza que um ato dele poderia se converter num benefício político para a campanha, então que não fizesse. Isso vai acabar sendo usado contra. Tenho ouvido na Faria Lima avaliações, diante disso, que a candidatura de Flávio pode não crescer entre novos eleitores”, afirma.
DECISÃO TÉCNICA – O economista e ex-ministro da Fazenda, Maílson da Nóbrega, avalia que o USTR não vai tomar uma decisão técnica apenas com o argumento de que haverá uma eleição presidencial no Brasil e este não é o melhor momento para impor tarifas, segundo disse Flávio Bolsonaro em sua participação, afirmando que o cenário político deve mudar em 90 dias.
“Não tem impacto a participação dele. A proposta do Flávio, que é o adiamento das tarifas, não deve ser acolhida pelo USTR, que é um órgão técnico, que se baseou num estudo, ainda que com erros, para impor essas tarifas ao Brasil. Esse órgão não vai tomar uma decisão de comércio importante apenas porque vai acontecer uma eleição no Brasil”, diz o economista e ex-ministro da Fazenda, Maílson da Nóbrega, que pondera, entretanto, sobre a imprevisibilidade do governo Trump, que “até na Copa do Mundo interferiu”.
TIRO NO PÉ – Ele avalia que a participação de Flávio pode ser, inclusive, um tiro no pé para sua campanha, já que o tarifaço — se for implementado — dá argumentos para o governo Lula taxar o senador como “impatriota” e “entreguista”.
Um gestor, que prefere não se identificar, concorda que se prevalecer a avaliação de que a tarifa está associada a um embate político brasileiro, isso pode fortalecer a narrativa do governo Lula de defesa dos setores produtivos e da soberania comercial. Nesse caso, há risco de o episódio cair na conta da oposição, inclusive do próprio Flávio, especialmente se houver impacto sobre exportadores, emprego ou preços.
Com um picolé de chuchu deste disputando com o jacu de gaiola neandertal, este deve caminhar resoluto pro seu impeachment.
Coordenador da campanha de Flávio, Rogério Marinho vira alvo de ‘fogo amigo’ no PL
O Globo, Política, 10/07/2026 03h30 Por Letícia Pille — Brasília
É sempre assim quando o candidato não decola: o coordenador é o culpado.
Base aliada de Flávio no Rio foi desbaratada pela PF
A Polícia Federal deflagrou sucessivas fases da Operação Unha e Carne e outras ações recentes que atingiram fortemente os palanques e aliados de Flávio no Rio de Janeiro.
Os principais impactos da atuação da PF sobre a chapa incluem:
Márcio Canella: O ex-prefeito de Belford Roxo e então pré-candidato ao Senado Federal foi alvo de uma das fases da Operação Unha e Carne, que investiga um esquema bilionário de lavagem de dinheiro e organização criminosa.
Durante buscas, ele foi preso em flagrante por porte ilegal de arma de fogo.
Cláudio Castro: O ex-governador do Rio e aliado de primeira hora de Flávio desistiu de sua candidatura ao Senado após se tornar alvo de operações da PF e ser declarado inelegível pelo TSE.
Outros Nomes: Deputados e aliados próximos de Flávio, como Sóstenes Cavalcante e figuras influentes ligadas à Alerj também foram afetados por desdobramentos de investigações, o que levou a uma desestabilização da base bolsonarista no estado.
Esses reveses vêm impondo uma grave crise na pré-campanha Flávio, forçando o Rachadinha e o ex-mito a redesenhar constantemente as chapas majoritárias no Rio, considerado um dos berços políticos do grupo.
E empresários fazem doações para o PSB de Alckmin
Um grupo de abonados doou em maio R$ 375 mil ao PSB, partido de Geraldo Alckmin, segundo a prestação de contas da sigla.
A maior contribuição partiu de Marcelo Medeiros, sócio da Cambuhy Investimentos e Lanx Capital, além de conselheiro da Alpagartas (dona da Havaianas), da Eneva e da Votorantim S.A. Repassou R$ 200 mil ao partido.
Ex-presidente do Banco Central, Armínio Fraga também abriu a carteira e doou R$ 100 mil. O economista, aliás, foi escolhido para integrar uma força-tarefa para estudar reformas no Federal Reserve, o BC americano.
Já o bilionário Salo Seibel, dono do grupo Ligna, contribuiu com R$ 50 mil. O empresário e o irmão Hélio, de uma das famílias mais ricas do Brasil, são assíduos doadores de campanha.
Para completar, Pedro Wongtschowski, ex-chairman do grupo Ultra e membro do Conselhão de Lula, repassou R$ 25 mil.
O Globo, Política, 11/07/2026 07h21 Por Rodrigo Castro / Lauro Jardim
Sr. Newton
O “intelectualóide” da Academia da Fumaça e Pó voltou a sujar o blog novaente..
sujou todo com excrementos de ratos por todo o Blog…
Vai dar trabalho para fazer esse limpeza no blog.
Mas como sabemos que o Sr. é mais perverso que o Cabeça de Ovo Podre e o Boca de Esgoto juntos temos certeza que a limpeza será completa..
Entonces.
Aguardamos a detonação desse ser parasitário em .;
3,2,1….
e vamos em frente…
Nosso Editor-Chefe é o Terror dos Comunas Parasitas…
Há dois anos, (2024), nosso Editor-Chefe exterminava do Blog mais dois comunas que pensavam que aqui era a Casa da Mãe Joana..
Para refrescar a memória….
SOLIDARIEDADE – Como editor de blog formador de opinião, sou solidário aos robôs, que exercem uma profissão livre, que não exige diploma e requer apenas que a pessoa escreva bem e saiba defender teses, travar polêmicas.
Os que estão em atividade hoje são os últimos robôs humanos, que têm sentimentos, amores e aflições. São uma espécie em extinção, porque estão destinados a desaparecer.
Serão substituídos pela chamada Inteligência Artificial instalada nos computadores, que fará o mesmo serviço gratuitamente e sem as crises de temperamento que caracterizam a grande maioria dos humanoides.
ESPAÇO LIVRE – Aqui na Tribuna da Internet, os robôs humanos podem trabalhar à vontade. Basta que sigam as regras de cordialidade e respeito entre debatedores. Nada de palavrões e ofensas. De resto, o espaço é livre. Simples assim.
Portanto, não dá para entender por que destratam tanto os comentaristas, se sabem que serão deletados. Nas últimas semanas, expulsamos três humanóides. Um deles era um bolsonarista, que se assinava Alloan e gostava de ofender os rivais. Hoje ele enviou oito comentários e eu os deletei prazerosamente
Detonei também dois humanóides lulistas, Batista Filho e Renato. ambos muito inteligentes, mas passaram a se divertir esculhambando o editor do blog, que às vezes é mais vingativo do que o Alexandre de Moraes, podem acreditar. Assim, não custa nada os robôs obedecerem às regras.
Nosso Editor-chefe é mais vingativo que o Lex Luthor…
Não adianta Lambão, aqui você não vai se criar….
Estamos vigilantes….
E veja que avisei várias vezes…..
eh!eh!eh!eh
É nisso que dá confiar num neófito que deveria estar nas saias da mamãe.
Luis Nassif abocanhou quase R$ 6 milhões dos
governos Lula e Dilma; a pauta do jornalista petralha era defender o projeto petista e escrachar os tucanos; não mudou nada!
https://www.abroncapopular.com.br/politica/luis-nassif-abocanhou-quase-r-6-milhoes-dos-governos-lula-e-dilma-a-pauta-do-jornalista-petralha-era-defender-o-projeto-petista-e-escrachar-os-tucanos-nao-mudou-nada/189
Luís Nassif recebeu R$ 5,7 milhões e Paulo Henrique Amorim faturou R$ 2,6 milhões dos governos petistas
Mamadores Profissionais das Tetas Públicas
Afinal,
para manter a manutenção daquelas big-mansões da Vila Madalena e Leblon tem um custo muito alto……
A propósito, quanto recebem os funcionários das Mansões.???
Morrendo de rir até 2109.
Congrats
Mais uma detonação concluída com sucesso
Nosso Editor-Chefe é o Terror dos Comunas Parasitários
Comuna não é gente..!!
eh!eh!eh!eh
aquele abraço….
PS
Eu avisei….