A classe C não vê em Lula nem em Flávio a promessa de um futuro melhor, diz pesquisador

9 thoughts on “A classe C não vê em Lula nem em Flávio a promessa de um futuro melhor, diz pesquisador

  1. Enquanto dependermos de exportação de de produtos primários, não cresceremos e a renda média ficará estagnada. Teemos que focar na reindustrialização e tecnologia própria. isso demora e exige um plano de longo prazo e que todos os governantes remem na mesma direção. E não é priorizando a macroeconomia, sacrificando a microecnomia que muitos do mercado querem que a população se sentirá melhor, ao conytrário.

    Infelizmente, os candiatos não falam sobre isso. Talvez somente Lula comente sobre a necessidade de agregarmos valor às exportações e produzirmos as coisas aqui..

  2. Carlos Newton

    Na vida tudo tem limites, inclusive minha paciência para aturar desaforos. Aqui no Blog, temos poucas regras. Não aceitamos palavrões nem ofensas a ninguém, inclusive aos articulistas e comentaristas. Assim, é fácil conviver por aqui.

    Mas há quem não aceite opiniões contrárias e ofenda os demais participantes que não comunguem as mesmas ideias e teses.

    DISSE JACO – O comentarista que se assina Jaco é um robô do PT que passou os limites e ofendeu justamente o editor do blog, na seguinte postagem:

    Qualquer pessoa com o mínimo de informação,sabe quem são os aliados do Flávio Bolsonaro. Nem vou perder meu tempo.

    O CN, no RJ, apoia essa rapaziada….gente de bem…que paga em dinheiro e faz o bem protegendo as pessoas… mediante a pagamento é claro. Ninguém é de ferro.

    CN é um pessoa de bem,temente a Deus e desapegado.
    Quase uma Madre Teresa de Calcutá.

    DESCARTÁVEL – Essas coisas as pessoas como Jaco falam de longe, fica fácil. Não ligo a mínima para idiotas como ele, que não me conhece e não sabe que sou mais perverso do que Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, somados.

    Então, com um prazer quase sexual, estou deletando do blog esse imbecil, que é um robô pago pelo PT para passar o dia inteiro lendo a Tribuna, é um reles viciado em opinar e vai ter de arranjar outro espaço para vomitar suas depressões.

    E vamos em frente, sempre respeitando a opinião dos outros.

  3. Vento virou, favoritismo se esvaiu e Lula tenta mudar de assunto

    Não tem muito de onde buscar votos na segunda etapa da corrida

    O vento virou, e o favoritismo que vinha sendo atribuído a Lula desde o escândalo “Dark Horse” e os entreveros na família Bolsonaro se esvaiu diante das revelações das andanças de Lulinha por gabinetes estrelados de Brasília.

    Levado de volta ao incômodo tema da corrupção às vésperas do início da campanha na TV, e sem ter mais como se esquivar de debates e sabatinas como fez até aqui, o petista busca desesperadamente mudar de assunto.

    O irônico é ter de contar com o Congresso, que já está em ritmo de letargia eleitoral, para ter alguma boa notícia para apresentar ao eleitor.

    Os conselheiros da campanha petista sabem que o presidente não tem muito de onde buscar votos na segunda etapa da corrida

    (…)

    Fonte: O Globo, Política, Opinião, 26/08/2026 01h00 Por Vera Magalhães

  4. Lula ignora sinais de uma economia doente

    Grandes empresas estão na chuva

    Num espaço de duas semanas, a grande rede varejista Casas Bahia e a gigante petroquímica Braskem anunciaram que entrarão em recuperação judicial ou extrajudicial.

    Querem repactuar suas dívidas com bancos e fornecedores. Uma deve R$ 17,3 bilhões, a outra renegociará um espeto em dólares equivalente a R$ 56,5 bilhões. A economia brasileira está doente.

    Antes delas, foi a vez da varejista Marabraz. Noutro grupo, ficaram a Raízen, produtora de açúcar e distribuidora de combustíveis, mais o grupo Pão de Açúcar. Em outros tempos, ele teve 800 lojas e mostrava-se como modelo de expansão e vitalidade do empresariado brasileiro. Até em Angola se meteu.

    Como o governo e o empresariado são maus pacientes, só admitem a doença quando precisam ir para o hospital. As Casas Bahia, como a Braskem, foram vítimas de encrencas com que conviveram, julgando-se onipotentes.

    Antes fossem. As repórteres Maeli Prado e Maria Clara Matos mostraram que, entre o segundo trimestre de 2023 e o deste ano, as empresas que recorreram à recuperação judicial saltaram de 3.823 para 6.341.

    A taxa Selic está acima dos dois dígitos desde 2022, e o crédito para capital de giro bateu em 23%. A consequência disso foi uma alta na taxa de inadimplência das pessoas jurídicas, que saiu do patamar de 1,5% em 2020 para 4%. Com menos gente pagando em dia, a banca acautela-se e empresta menos.

    A doença da economia pegou o varejo, os setores de transporte e infraestrutura, até mesmo o agronegócio. Camila Abdelmalack, economista-chefe da Serasa Experian, estima que haja hoje 9,1 milhões de empresas no vermelho, 8,6 milhões das quais micro ou pequenas. Algumas perderam competitividade, outras não.

    Em qualquer caso, não era isso que o ministro Fernando Haddad prometia durante a campanha pelo Lula 3.0. A redução nos gastos públicos reduziria a pressão inflacionária e permitiria a queda dos juros, mas até hoje esse tema só aparece, às vezes, durante a campanha. Nesta, nem isso.

    Crises como a da dívida externa (1982) e a do câmbio (1999) só acordaram as fábricas de felicidade do governo quando elas chegaram-lhes ao queixo.

    Nos dois casos, a dificuldade foi desmentida durante períodos pré-eleitorais e reconhecida logo que as urnas mantiveram no governo os mestres-cucas das omeletes.

    O déficit do governo federal duplicou nos últimos 12 meses, indo de 0,7% para 1,4% do PIB. Vem o ministro da Fazenda, Dario Durigan, e diz que isso se deve aos juros.

    Ouça-se e o presidente do Banco Central, e ele dirá que os juros estão onde estão porque o governo gasta além de suas posses. Arrecadou 5,6% acima da inflação e gastou 6,3% além do que podia.

    Lula 3.0 não trata dos maus sinais que a economia lhe manda. Como a eleição pode tirar do caminho os candidatos derrotados, mas não removerá um único problema, caso ele seja reeleito, entregará o paciente doente a si mesmo.

    De novo, ele só ofereceu seus simpáticos chapéus, que não resolvem problema algum.

    Fonte: O Globo, Política, Economia, Opinião, 26/08/2026 00h05 Por Elio Gaspari

  5. Nunca tantas empresas deveram tanto ao mesmo tempo no Brasil; o que acontece?

    Com a Braskem, o Brasil bate recorde de R$ 180 bi em dívidas em recuperação judicial e extrajudicial

    Empresas de diferentes setores recorrem a mecanismos de reestruturação de dívida, refletindo o impacto de juros altos e mudanças de mercado

    (…)

    O Estado de S. Paulo, Economia, 26/08/2026 | 05h30 Por Camila Farani

    https://www.estadao.com.br/economia/camila-farani/com-a-braskem-o-brasil-bate-recorde-de-r-180-bi-em-dividas-em-recuperacao-judicial-e-extrajudicial/

  6. “colunista do O Globo”

    Se é colunista do Globo, o puteiro alugado pela facção PT/STF, não tem autoridade moral para falar sobre nenhum Bolsonaro.

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