
Judicialização eleitoral mais que dobra
Gabriela Echenique
Folha
Partidos acionaram o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) mais que o dobro de vezes que em 2022 e tornaram a pré-campanha de 2026 a mais judicializada da história. Até o dia 15 de agosto, último dia antes do início formal da campanha, foram protocoladas 202 representações na Justiça Eleitoral. São mais de 6 ações por semana.
Na última eleição, em 2022, as campanhas já tinham acionado mais a corte eleitoral durante a pré-campanha, com 84 representações. O crescimento agora é de 140%. Na comparação com as eleições de 2018, quando as campanhas protocolaram 43 ações no mesmo período, o aumento foi ainda maior: 370%.
PROTAGONISTAS – Mais de 80% das ações foram protagonizadas pelas pré-campanhas de Lula (PT) e de Flávio Bolsonaro (PL). O Missão, de Renan Santos, acionou o TSE ao menos nove vezes. O restante foi proposto por Novo, Democracia Cristã, PSD e diretórios estaduais.
Ministros e advogados das campanhas atribuem o aumento não só à polarização política, mas também ao uso de Inteligência Artificial e à desinformação que tomou conta das redes sociais.
Como mostrou o Painel, neste ano, a equipe jurídica da campanha de Lula criou uma central de monitoramento das redes sociais para acompanhar episódios de fake news em tempo real. Tanto é que no primeiro semestre, o PT, de Lula, e o PL, de Flávio, já tinham acionado o TSE mais de 70 vezes.
Adendos, em:
“Nossos ancestrais corruptos entregaram nossos cartões de crédito nacionais a satanistas que os estão utilizando ao máximo para nos destruir e lucrar simultaneamente. Banqueiros cabalistas criam o meio de troca (moeda, crédito) na forma de dívida consigo mesmos, quando os governos poderiam facilmente fazer isso, sem dívidas e sem juros. O “sucesso” hoje depende da cumplicidade nessa fraude massiva e na agenda satânica suicida que ela representa. Mencionar isso resulta em ostracismo.
Em 1976, o informante Harold Rosenthal revelou que essa agenda satânica subversiva já se estendia a todos os aspectos da vida ocidental. Com a farsa da covid e as vacinas obrigatórias, eles tiraram a máscara de sua agenda genocida.
Fomos involuntariamente introduzidos em um culto satânico de sexo, dinheiro e morte baseado na Cabala (Satanismo). Essencialmente, os satanistas se autoproclamam Deus (ou seja, “Escolhidos”). Eles redefinem a realidade para servir aos seus interesses perniciosos. O mal é bom, a mentira é verdadeira, o feio é belo, a doença é saudável, o antinatural é natural, o injusto é justo, etc. Em última análise, o Satanismo venera o sofrimento, a destruição e a morte, e devora a si mesmo.
Intitulada “A Tirania Invisível”, esta chocante entrevista de 17 páginas equipara-se às revelações de Benjamin Freedman e C.G. Rakovsky como um lembrete da verdadeira dinâmica que dirige os acontecimentos mundiais: ou seja, a expansão do monopólio do crédito cabalista a todos os cantos do mundo e a todos os aspectos da vida, ou seja, o comunismo. ”
https://www.henrymakow.com/
Tranqueirada.
A resposta dos Garis, em:
https://www.facebook.com/share/r/1C5kTTQdpB/
A realidade de El Salvador não serve de modelo de segurança para o Brasil
O Estado brasileiro precisa planejar, implantar e executar um sistema próprio de segurança nacional, evitando replicar a ‘política’ de Nayib Bukele.
A começar pela dimensão territorial:
1 – O território de El Salvador é 99,75% menor que o do Brasil:
-El Salvador conta com apenas 21.041 km², extensão que não se compara à escala continental do Brasil, com seus 8.510.346 km².
2 – A população de El Salvador é 97,01% menor do que a população do Brasil:
A disparidade é igualmente gritante, visto que a população salvadorenha é de aproximadamente 6,4 milhões de pessoas, enquanto a brasileira supera os 214 milhões de habitantes.
Um outro exemplo para dimensionar definitivamente o disparate entre os dois Países:
Com cerca de 21.040 km², o território de El Salvador é menor que o de Sergipe, que possui 21.938 km² e é o menor estado brasileiro.
Acorda, Brasil! Presta atenção!