Dark Horse: o que a PF pediu à Ancine para esclarecer sobre o filme de Bolsonaro

6 thoughts on “Dark Horse: o que a PF pediu à Ancine para esclarecer sobre o filme de Bolsonaro

  1. Caros tribunários:

    Como vamos nos livrar dessa oligarquia zero km que estamos engendrando com as próprias mãos?

    Já não bastam as dinastias centenárias que há gerações dominam o Brasil? Agora estamos fabricando uma nova, ainda mais perigosa, e empurrando para a Presidência o seu representante mais truculento. Essa família é perigosíssima. Nenhum membro dela pode voltar e sentar-se na cadeira presidencial, pois nunca mais vamos tirá-los de lá.
    Só com muito derramamento de sangue.
    Não podemos permitir isso, em hipótese alguma.

    Pensem bem no que já temos: um ladrão instalado em Curitiba, outro ladrão que provavelmente chegará ao Senado da República e que já roubava no Rio de Janeiro, um ladrão autoexilado que conspira 24 horas por dia contra o Brasil, e um ladrão que quer ser presidente da República.
    Todos com viés autoritário. Todos cheirando a ditadura de cabo a rabo.
    Como é possível acreditar que essa família tem condições de consertar o complexo Brasil?

    Eles são um bando de oportunistas atrás de dinheiro e de poder duradouro. Nada além disso.
    E ainda tem a Michele. Mulher que nunca trabalhou de verdade e, mesmo assim, declara no Imposto de Renda quase um milhão de dólares. Como isso é possível?
    Só tem uma explicação:

    Fruto de roubo!

    Ela finge ser uma fundamentalista religiosa. Apenas finge. É uma impostora que usa a fé como disfarce e tem potencial real de criar um caos teocrático.
    Uma verdadeira bomba atômica.

    Não esqueço da Janja também. Arrivista política que vai tentar ficar com o espólio do Lula. Mas isso é bem mais complicado e, pelo menos, não cheira a oligarquia familiar.

    Do lado de lá, o Lula também se lambuzou. Todos sabemos.

    O Lulinha e os outros filhos aproveitaram o poder do pai e vivem tranquilos graças ao dinheiro roubado. A diferença é que esses outros filhos estão desativados, fora do baralho político.

    Sobra o Lulinha, que quando o Lula largar o osso, também será o seu fim de linha.

    O consolo é que não há uma dinastia pronta para se perpetuar. O lulismo e o PT tendem a se desintegrar.

    Nada de oligarquia!

    Já do outro lado, o que se constrói é exatamente o contrário:

    Uma família inteira se posicionando para ficar décadas no poder, com mão pesada, truculência e a mesma velha fome de dinheiro e mando.
    O destino do Brasil está nas mãos dos brasileiros sensatos.

    Confesso sem rodeios: troco mais quatro anos do Lula por cem anos dessa nefasta família.

    José Luis

    • Confesso sem rodeios: troco mais quatro anos do Lula por cem anos dessa nefasta família.

      Amigão, não faça isso com o povo brasileiro, (33%) aquele que acorda 4 horas da madrugada para pagar o aluguel do filho do Narcola em Madri…

      As duas Famiglias não valem o que tem dentro do penico….

      Defender um bandido como o Narco-Ladrão em detrimento da outra que não vale nada, não faz sentido..

      Narcola está destruindo o Brasil, é só ver o que acontece todos os dias no Páis..

      Seu voto é sagrado, o Narco-Ladrão não merece.

      aquele abraço

  2. CÂMARA

    Dos 513, 485 são eleitos com ajuda da cota partidária, que inclui os votos dados ao partido ou coligação
    Só 28 deputados são “donos’ do mandato

    DENISE MADUEÑO

    da Sucursal de Brasília

    Dos 513 deputados federais eleitos, apenas 28 receberam votos suficientes para se eleger sozinhos, independentemente dos seus partidos. O restante conseguiu sua vaga na Câmara com a ajuda da cota partidária, que inclui os votos dados ao partido ou coligação e aos seus candidatos.
    Em São Paulo, que tem 70 deputados federais, apenas os petistas José Genoino (306.988 votos) e Aloizio Mercadante (241.559 votos) podem se sentir donos dos seus mandatos.
    Como outros 26 deputados eleitos no país, eles receberam mais votos do que o quociente eleitoral do seu Estado. Essa é a primeira condição, segundo a lei, para preencher as vagas na Câmara.
    O quociente eleitoral é o resultado da divisão do número de votos válidos pelo número de vagas do Estado na Câmara. O quociente de São Paulo foi de 223.017 votos.
    “O mandato é do partido, do cidadão e do deputado. A votação expressiva aumenta a respeitabilidade no Congresso e a responsabilidade na atuação parlamentar. Não represento só os eleitores do PT”, afirmou Genoino. O PT tem cerca de 100 mil filiados no Estado.
    Fidelidade partidária
    O líder do PSDB na Câmara, Aécio Neves (MG), outro deputado que integra o grupo seleto de donos do mandato, considera que o levantamento mostra a importância de criar mecanismos de fidelidade partidária.
    “A regra mostra que os parlamentares se elegem com os votos do partido e, portanto, é necessário que as questões programáticas sejam respeitadas por eles”, disse.
    Aécio afirmou ainda que a mudança de partido durante o mandato se transforma em “estelionato eleitoral”, porque o parlamentar é eleito com o partido.
    Como Genoino, Aécio se elegeu em outras ocasiões com a ajuda do voto partidário. O líder do PMDB na Câmara, Geddel Vieira Lima (PMDB-BA), outro “dono” do mandato, afirmou que sua votação expressiva foi resultado da ação do partido. “Foi o PMDB que me ofereceu os instrumentos para essa votação”, disse.
    Com voto, sem mandato
    A divisão do quociente eleitoral pela soma de todos os votos dados à legenda (partido e coligação) e a seus candidatos resulta no quociente partidário, o número de vagas a que cada partido ou coligação tem direito.
    Nesse cálculo, os deputados mais votados (chamados puxadores de votos) contribuem com a eleição de outros da mesma coligação. O partido ou coligação que não atingir o quociente eleitoral não tem direito a vaga na Câmara.
    O deputado Lindberg Farias (PSTU-RJ), por exemplo, foi um dos deputados que receberam grande número de votos (73.791 votos). Só que seu partido no Rio de Janeiro não atingiu o número mínimo de 154.652 votos (o quociente eleitoral).
    Na bancada de 46 deputados eleitos pelo Rio de Janeiro, 25 obtiveram votação menor do que a de Lindberg, mas, por causa do quociente partidário, conseguiram se eleger.
    O grande número de votos não concede direitos especiais ao deputado. Todos representam apenas um voto durante as sessões na Câmara.

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