Gilmar e Fachin conversaram sobre a crise no tribunal
Mariana Muniz
O Globo
O ministro Gilmar Mendes defendeu ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, a retirada de delegados da Polícia Federal que atualmente trabalham nos gabinetes de integrantes da Corte. A proposta será discutida em meio à crise interna provocada pelos desdobramentos das investigações sobre o Banco Master e pela escalada da tensão entre o ministro André Mendonça e integrantes da cúpula da PF. A informação foi revelada pela Folha de S. Paulo e confirmada pelo O Globo.
Gilmar e Fachin conversaram nesta quinta-feira sobre a crise que se instalou no tribunal após a Polícia Federal identificar Alexandre de Moraes como interlocutor do ex-banqueiro Daniel Vorcaro em mensagens apreendidas durante as investigações.
O decano já vinha discutindo a presença de delegados nos gabinetes antes do episódio, mas a controvérsia ganhou novo peso diante dos questionamentos sobre a atuação de policiais que auxiliam diretamente Mendonça nas investigações sob sua relatoria.
RELAÇÃO INADEQUADA – A avaliação de Gilmar é que a presença de integrantes da PF nos gabinetes pode criar uma relação inadequada entre investigadores e ministros responsáveis pela condução dos inquéritos. Nos bastidores, um dos questionamentos levantados durante a atual crise é sobre o grau de influência que policiais cedidos podem exercer sobre a condução das apurações.
Atualmente, seis delegados da Polícia Federal estão cedidos ao Supremo. Quatro trabalham diretamente em gabinetes de ministros e um atua na área de segurança da Corte. André Mendonça conta com dois policiais: Graziela Machado e Thiago Marcantonio. Fábio Shor trabalha com Alexandre de Moraes, assim como Anderson Antonio Ferreira de Souza, enquanto Fábio Lucena está no gabinete de Luiz Fux. Po fim, Raphael de Mello Batista atua na Polícia Judicial.
A eventual adoção da medida, portanto, não atingiria apenas Mendonça, que está no centro do atual embate com a Polícia Federal. Também alcançaria o gabinete do próprio Moraes, pivô da crise desencadeada pelas mensagens de Vorcaro, e o de Fux. Dados divulgados anteriormente pelo Supremo apontam a presença desses cinco delegados na Corte.
TENSÃO – O tema já havia provocado tensão entre o STF, a Polícia Federal e o governo nos últimos meses. Em junho, o Ministério da Justiça enviou ofícios a mais de 50 órgãos públicos solicitando a devolução de policiais federais cedidos para reforçar o efetivo da corporação no combate ao crime organizado. O Supremo, porém, ficou fora da lista. À época, a justificativa apresentada por integrantes do governo foi evitar prejuízos a investigações em andamento.
A possibilidade de retirada dos delegados já havia causado preocupação especialmente no gabinete de Mendonça. Thiago Marcantonio atua como assessor do ministro desde 2025 e auxilia o magistrado em processos relacionados tanto às fraudes no Banco Master quanto às investigações sobre desvios no INSS. A movimentação do governo para recuperar policiais cedidos chegou a ser interpretada por integrantes da PF e do STF como uma tentativa de atingir a estrutura montada pelo relator para conduzir essas apurações.
A discussão ressurge agora em um contexto mais delicado. Mendonça e a cúpula da Polícia Federal vêm acumulando divergências sobre a condução das investigações, que se aprofundaram depois que o ministro determinou à corporação que identificasse interlocutores de Vorcaro mencionados no material apreendido.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Parece que Gilmar Mendes acordou do delírio de organizar uma intervenção no Supremo para impedir André Mendonça de cumprir sua obrigação de investigar Vorcaro, Moraes e quem mais estiver na reta. Conforme denunciamos aqui na Tribuna, seria uma nova versão de golpe de estado. Agora, mudou a estratégia e quer culpar a Polícia Federal por ter feito o contrato de R$ 131,2 milhões com Vorcaro, numa tremenda Piada do Ano, que não tem a menor graça. Será que Gilmar Mendes está com problemas e precisa de atendimento, como parece ser o caso de Moraes, que anda completamente desatinado. (C.N.)
Qualquer semflhança. não é mera coincidência, conforme:
O exemplo mais notório e sinistro de perversão da lei ocorreu há mais de vinte anos, e ainda não provocou o alarme e a indignação que tais ultrajes necessariamente despertam em nações viáveis. A farsa obscena e trágica chamada ” Julgamento por Sedição ” começou em 1942 e só terminou em 1947. Foi um ato de terrorismo ao estilo soviético, perpetrado para intimidar os americanos. Trinta homens e mulheres de todo o país, a maioria dos quais nunca tinha ouvido falar uns dos outros e que tinham em comum apenas a crítica contundente à Conspiração Comunista, foram levados a Washington algemados e acorrentados, aprisionados em celas escuras para que não pudessem ler, e submetidos ao julgamento por “conspiração” mais fantástico já realizado fora da União Soviética. O julgamento em si, baseado em pretextos tão transparentes que não poderiam ter sido concebidos para enganar qualquer pessoa inteligente, foi orquestrado em 1944 pelo infame E.E. Eicher, um protegido de Félix Frankfurter e Juiz-Chefe do Tribunal Distrital do Distrito de Columbia, em conluio aberto com um incrível Procurador-Adjunto, Oetje J. Rogge, outro protegido de Frankfurter e admirador de longa data dos bolcheviques, cuja participação na perseguição lhe rendeu a distinção de ser convidado pessoal de Stalin no Kremlin alguns anos depois. O juiz desrespeitoso, Eicher, violou repetida e flagrantemente a Constituição dos Estados Unidos, inúmeras leis e os princípios elementares de equidade e justiça nos quais todas as leis se baseiam. Mas a criatura perversa que presidiu ilegalmente um tribunal federal não conseguiu cumprir a função para a qual fora nomeado. Ele morreu enquanto os artigos de impeachment por improbidade administrativa estavam sendo preparados e antes que pudesse ser levado a julgamento no Senado. Sua morte repentina, supostamente por causas naturais, evitou uma investigação e exposição que nossos inimigos em Washington estavam desesperadamente ansiosos para impedir. O caso absurdo — ridículo, não fosse o sofrimento e a perda irreparável infligida aos infelizes réus e até mesmo a seus advogados — finalmente chegou a um juiz honesto em 1946 e foi arquivado como uma “farsa da justiça”. Mas os elementos criminosos no que é chamado de nosso “Departamento de Justiça”, em um esforço para afligir suas vítimas em potencial o máximo possível, persistiram até que o caso fosse finalmente encerrado por ordem do Tribunal de Apelações no último dia de julho de 1947.[1]”
https://www.revilo-oliver.com/news/2015/02/oliver-on-homosexuality/
Para fraudar uma eleição reconduzindo um ladrão narco-socialista ao poder, os traficantes supremos transformaram o STF num aparelho de perseguição política, uma espécie de DOPS, onde opositores do regime foram censurados, interrogados e torturados para confessar crimes que jamais praticaram. Com a oposição presa e silenciada, o Gilmar Mendes, um notório corrupto, chefe de jagunços e cúmplice das violações, deseja chutar os agentes da PF do gabinete do André Mendonça.
PS: após o gargalhar dos supremos ladrões, a democracia dos idiotas de nascimento acabou de proibir fotografias não autorizadas do interior da “corte”.