
Ilustração em IA, reproduzida da Gazeta do Povo
Carlos Newton
A extraordinária crise que o Supremo Tribunal Federal está passando foi causada pelos próprios ministros, que jamais poderiam ter admitido que houvesse descumprimento e manipulação de leis em seus julgamentos, e por motivos meramente político-partidários – esta é a verdade dos fatos, que ficará registrada na História Republicana.
As leis existem para que a sociedade possa funcionar em harmonia, sem elas não há regime democrático nem respeito mútuo entre os cidadãos-contribuintes-eleitores, como dizia o jornalista Helio Fernandes, perseguido por sucessivos governos e submetido a censura prévia por dez anos no regime militar, a partir do Ato Institucional nº 5, de 1968, e sendo levantada somente em 1978.
TOFFOLI EM CENA – A manipulação das leis começou em 1964, quando Dias Toffoli presidia o STF e deu um jeito de colocar em votação o cumprimento de pena após julgamento em segunda instância, que é uma espécie de cláusula pétrea do Direito Criminal, adotada por todos os 193 países da ONU, dos quais apenas 75 são considerados democráticos ou semidemocráticos.
Para libertar Lula, Toffoli pós em julgamento essa aberração e seis ministros se manifestaram a favor da estranha tese do trânsito em julgado: Marco Aurélio Mello, Ricardo Lewandowski, Rosa Weber, Gilmar Mendes, Celso de Mello e Dias Toffoli.
E a impunidade então passou a ser institucionalizada, porque os criminosos da elite conseguem estender os processos até a prescrição do crime ou da pena.
FICHA LIMPA – No mesmo 2019, as mulheres de dois ministros (Toffoli e Gilmar) caíram na malha da Receita. Toffoli ilegalmente então criou o inquérito das fake news, nomeou Moras para relator, sem sorteio eletrônico, e nunca mais a Justiça brasileira foi a mesma, com a existência desse inquérito do fim do mundo, que Moraes usa para perseguir quem bem entende.
Dois anos depois, em 2021, para que Lula pudesse se candidatar, o relator da Lava Jato, Edson Fachin, colocou em votação a “incompetência territorial absoluta”, uma excrescência jurídica que também não existe em nenhum dos países da ONU.
Votaram a favor Edson Fachin, Alexandre de Moraes, Rosa Weber, Dias Toffoli, Gilmar Mendes. Ricardo Lewandowski, Cármen Lúcia e Luís Roberto Barroso, numa maioria mais que absoluta, pois apenas três ministros foram contrários: Nunes Marques, Marco Aurélio Mello e Luiz Fux.
VINGANÇA PURA – No comando do ilegal inquérito do fim do mundo, que não acaba nunca, Moraes tornou-se um ditador jurídico a serviço do governo Lula. Passou a perseguir oposicionistas e exagerou tanto que tentou dar ordens a serem cumpridas pela Justiça dos EUA, e somente a partir daí começou sua ruína.
Em 2023 houve o golpe que nem se concretizou, não teve um só tiro nem mortes, mas os supostos golpistas foram julgados com um rigor absurdo e ilegal pelo Supremo.
Com sangue nos olhos e a faca entre os dentes, o relator Moraes conseguiu convencer oito ministros a apoiar suas sandices. Assim, mais de 1,5 mil réus foram considerado “terroristas” e pseudos integrantes de uma quadrilha armada, embora nem se conhecessem entre si nem estivesse empunhando nenhuma arma quando foram presos, a não ser um batom, que mereceu 14 anos de cadeia.
FORA-DA-LEI – Com inaudita soberba, o ditador Moraes foi julgando os golpistas inteiramente à margem da lei. Para elevar as penas, duplicou crimes que são excludentes entre si, como Tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito (Art. 359-L) e Golpe de Estado (Art. 359-M), assim como Dano qualificado (Art. 163, parágrafo único) e Deterioração de patrimônio tombado (Lei 9.605/98).
Além dessa absurda duplicação de leis, para aumentar as penas, Moraes conseguiu condenar todos os incriminados, sem exceção, por crime de associação criminosa armada, sem que ficasse provado o uso de arma por qualquer um dos réus.
O fato concreto é que Moraes conseguiu aprovar essas excrescências jurídicas por unanimidade na Primeira Turma, formada por Cármen Lúcia, Flávio Dino, Cristiano Zanin e Luís Roberto Barroso. Mas quem se interessa?
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P.S. 1 – Nos julgamentos, Moraes levou o Supremo a cometer esses crimes horrendos e não está respondendo por nenhum deles. Todos ficarão impunes, sem afetar em nada o ministro, simplesmente porque ele não tem consciência. Nesta terça-feira, o STF vai decidir se ele será investigado, mas por outros crimes, e o principal é de advocacia administrativa, por vender proteção a um banqueiro criminoso e usar mulher e filhos para serem seus cúmplices.
P.S. 2 – O pior é saber que há outros ministros que são solidários a Moraes e lutam desesperadamente para que ele não seja afastado do Supremo e continue a cometer crimes impunemente. Falta a eles o que sobrava ao historiador Capistrano de Abreu – ter vergonha na cara. Apenas isso. (C.N.)
Para refrescar a memória da raça maldita de soças-comunas patéticos patifes sanguessugas das tetas públicas.
Dino barra quebra de sigilo de Lulinha horas depois de CPMI obter seus extratos bancários
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c39w3nvjklwo
Dino suspende quebra de sigilo de Lulinha e de outros alvos da CPI do INSS
Decisão atinge quebras de sigilos aprovadas em bloco pelo colegiado
O que ele está passando ainda é pouco pelo mal que fez para muitas pessoas. Esse idiota tem em seu lombo as mortes por ele causada. Não só ele mas aquela turma do stf que acompanharam o se voto também pagaram. Acho que ainda é muito pouco, merece sofrer muito mais
Impasse regimental: arrastamento do processo de Moraes
A decisão de Fachin de restringir a pauta do STF exclusivamente à análise da conduta de Moraes é avaliada como um equívoco estratégico que pode paralisar o julgamento.
Como a sessão focará apenas em Moraes, os ministros poderão adotar pedidos de vista sucessivos, prolongando indefinidamente a tramitação do caso.
Pedido de vista é o mais esperado na sessão histórica do STF desta terça-feira
Um pedido de vista (pedido de mais tempo para análise) é dado como praticamente certo na sessão histórica do STF desta terça-feira, marcado por Edson Fachin para decidir se será aberto um inquérito para julgar Alexandre de Moraes.
O uso desse instrumento regimental é o movimento aguardado para ser usado pela ala pró-Moraes — Gilmar Mendes à frente.
Gilmar vai defender, como já fez formalmente a Fachin, que o julgamento deve ser conjunto: no mesmo dia, os casos de Moraes e André Mendonça devem ser apreciados pelo plenário. Motivo:
– São fatos que envolvem uma mesma base de fatos e provas comuns e fragmentá-los podem resultar em “decisões inconciliáveis e desordem procedimental”.
Diz um ministro, que prefere o anonimato:
— Um pedido de vista tem que ser feito até para juntar os dois processos. Não dá para separar coisas que estão misturadas.
O Globo, Opinião, 14/09/2026 05h48 Por Lauro Jardim
Mais uma pérola, um achado na Rede, por isso que querem calar o povo…
A estupefaciente entrevista de Dalmo Dallari, o petista que não ousa dizer seu nome
Advogado conta lorotas espetaculares sobre a Constituição, sobre o impeachment de Collor e sobre os crimes de Dilma
https://veja.abril.com.br/coluna/reinaldo/a-estupefaciente-entrevista-de-dalmo-dallari-o-petista-que-nao-ousa-dizer-seu-nome/
O que dizia o petista….
“Gilmar Mendes é uma figura lamentável do STF”. Entrevista com Dalmo Dallari
https://www.ihu.unisinos.br/categorias/185-noticias-2016/553551-qgilmar-mendes-e-uma-figura-lamentavel-do-stfq-entrevista-com-dalmo-dallari
Gilmar Mendes já prepara o terreno para Flávio
Pode-se acusar Gilmar Mendes de tudo, menos de imprevidente.
Já enviou um advogado de sua confiança para conversar (mais de uma vez) com Flávio.
O Globo, Opinião, 13/09/2026 07h44 Por Lauro Jardim
Lula que se cuide: Gilmar Mendes já costeia o alambrado e se bandeia também para o lado de Flávio.
Sr.. Panorama,
Quando o barco está afundando os ratos pulam fora…..
aquele abraço
Degradação do Judiciário
DALMO DE ABREU DALLARI
Nenhum Estado moderno pode ser considerado democrático e civilizado se não tiver um Poder Judiciário independente e imparcial, que tome por parâmetro máximo a Constituição e que tenha condições efetivas para impedir arbitrariedades e corrupção, assegurando, desse modo, os direitos consagrados nos dispositivos constitucionais.
Sem o respeito aos direitos e aos órgãos e instituições encarregados de protegê-los, o que resta é a lei do mais forte, do mais atrevido, do mais astucioso, do mais oportunista, do mais demagogo, do mais distanciado da ética.
Essas considerações, que apenas reproduzem e sintetizam o que tem sido afirmado e reafirmado por todos os teóricos do Estado democrático de Direito, são necessárias e oportunas em face da notícia de que o presidente da República, com afoiteza e imprudência muito estranhas, encaminhou ao Senado uma indicação para membro do Supremo Tribunal Federal, que pode ser considerada verdadeira declaração de guerra do Poder Executivo federal ao Poder Judiciário, ao Ministério Público, à Ordem dos Advogados do Brasil e a toda a comunidade jurídica.
Se essa indicação vier a ser aprovada pelo Senado, não há exagero em afirmar que estarão correndo sério risco a proteção dos direitos no Brasil, o combate à corrupção e a própria normalidade constitucional. Por isso é necessário chamar a atenção para alguns fatos graves, a fim de que o povo e a imprensa fiquem vigilantes e exijam das autoridades o cumprimento rigoroso e honesto de suas atribuições constitucionais, com a firmeza e transparência indispensáveis num sistema democrático.
Segundo vem sendo divulgado por vários órgãos da imprensa, estaria sendo montada uma grande operação para anular o Supremo Tribunal Federal, tornando-o completamente submisso ao atual chefe do Executivo, mesmo depois do término de seu mandato. Um sinal dessa investida seria a indicação, agora concretizada, do atual advogado-geral da União, Gilmar Mendes, alto funcionário subordinado ao presidente da República, para a próxima vaga na Suprema Corte. Além da estranha afoiteza do presidente -pois a indicação foi noticiada antes que se formalizasse a abertura da vaga-, o nome indicado está longe de preencher os requisitos necessários para que alguém seja membro da mais alta corte do país.
É oportuno lembrar que o STF dá a última palavra sobre a constitucionalidade das leis e dos atos das autoridades públicas e terá papel fundamental na promoção da responsabilidade do presidente da República pela prática de ilegalidades e corrupção.
https://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz0805200209.htm
“…A comunidade jurídica sabe quem é o indicado e não pode assistir calada e submissa à consumação dessa escolha inadequada…””
Indicado pela Rainha da Corrupção….
O Gângster sabia o que estava á fazer.
“Guerrilha interna expõe vísceras do STF em franca decomposição”
UOL, Opinião, 13/09/2026 20h50 Por Josias de Souza
Tucanaldo de Azedo,
Mortadela Lima
Leonaldo Sakamorto..
Mumia Lixão
Os quatros militantes ainda não jogaram á toalha..
Estão na linha de frente para salvar o Chandyroca de Pinheiros….
O PIX do dia 30 deve ser bem gordo…
aquele abraço
“….Mensagens mostram que ‘A Turma’ de Vorcaro lamentou saída de Toffoli de relatoria do Master
Conversas falam em corrida para fechar negócios, segundo a PF
Mensagens obtidas na investigação apontam que milicianos tinham até férias de fim de ano….”
Amigo do Amigo do Meu Pai…..
Emilinho ainda surfando nas centenas de bilhões roubados dos meus cofres públicos….
Emilinho é um serial killer não vai parar nunca…
alguns querem o regime do Xing Pinga por aqui, mas tem um problema que os soças-comunas não enxergam
Lá Emilinho com tantos roubos nas costas seria enviado para o paredão do fhcastrista…
aquele abraço
Lula deve muito a Moraes para ‘largar’ sua mão e fingir distância do ministro enrolado com Vorcaro
Foram tantas decisões de Alexandre de Moraes que ajudaram o projeto Lula (PT) de poder que fica difícil, mesmo para os padrões de canalhice da política brasileira, “largar a mão” do ministro do STF.
Lula deve a Moraes até a recente reconciliação com Davi Alcolumbre: convocou o amigo “para um café” e fez dele seu articulador político. Moraes levou o presidente do Senado, quase sob vara, para beijar a mão de Lula.
Não dá para Lula fazer o que fez à lobista Roberta Luchsinger, sócia do seu filho Lulinha, e dizer que Moraes lhe é estranho ou que mal o conhece.
Matou no peito. Moraes ocupou o espaço deixado pela esquerda durante o “furacão Bolsonaro”, cumprindo o papel de infernizar o governo do inimigo do PT.
Mão forte em 2022. Sem Moraes, e tantas decisões desfavoráveis ao adversário no TSE, até reduzindo-lhe tempo de TV, Lula talvez não tivesse sido eleito.
Caminho liberado. Depois, Moraes liderou as ações contra Bolsonaro, da inelegibilidade à prisão, removendo da campanha a maior ameaça à reeleição do petista.
Ideia inescrupulosa. Por tudo, seria desconfortável “largar a mão” de Moraes. A ideia dos ativistas, apresentada como “bastidor”, não faz sentido nem para Lula.
Diário do Poder, Opinião, 11/09/2026 0:00 | Por Cláudio Humberto
MUNDO-USA=Julgamento por Sedição I.
BRASIL=Julgamento por Sedição II.
Adendos, em:
https://www.revilo-oliver.com/news/2015/02/oliver-on-homosexuality/
Adendos, em:
https://ihr.org/journal/v06p-23_baxter-html
Moraes fez mal a muita gente e agora está pagando pelos crimes cometidos
Sr. Newton
O Chandyroca de Pinheiros vai ter um encontro com a Justiça, e não vai ser nada bom para o careca….
Esquece aquele papo furado de Pai da Pátria do Século XXI, Redentor e Fiador da Demogracinha Bostileira, aquele que Salvou o Estado Pornográfico de Dinheiro……
A propósito, agora entendi o grande motivo do Chandyroca salvar a Ré-pública
aquele abraço
A operação suprema para blindar Moraes no Caso Master
Ministros do Supremo querem pedir vista do pedido de providências e depois suscitar nulidades processuais nas chamadas questões preliminares
Aliados do ministro Alexandre de Moraes no STF intensificaram, ao longo do fim de semana, a articulação para barrar o pedido de providências apresentado pelo ministro André Mendonça contra o ex-relator do inquérito das fake news.
A estratégia da ala ligada a Moraes é a seguinte: Em um primeiro momento tentar adiar a discussão para depois das eleições.
Ministros como Gilmar Mendes e Flávio Dino têm enviado recados ao presidente da Corte, Edson Fachin, falando sobre os impactos eleitorais do julgamento do pedido de providências, marcado para a próxima terça-feira.
A ideia desse grupo é fazer um pedido de vista já no início da sessão, antes mesmo da discussão das chamadas preliminares – que são questões processuais e formais inerente a qualquer julgamento.
Assim, seria possível, na visão dessa ala, preservar o Tribunal de eventuais impactos eleitorais. Esse caminho já foi pavimentado com a guerra de ofícios do final de semana.
Os ministros da ala Alexandrina vão argumentar que não tiveram tempo para analisar todas as provas do caso Master até o momento e que Mendonça demorou a derrubar o sigilo de boa parte das investigações.
Neste aspecto, essa ala pretende alegar, inclusive, que parte do material ainda está sob sigilo ou sob custódia da Polícia Federal.
No entanto, a ala ligada a Mendonça pretende antecipar votos justamente para obrigar a Corte, ao menos, a discutir as questões preliminares do julgamento. O próprio presidente da Corte avalia adotar essa providência.
Caso o pedido de vista não dê certo, a turma alinhada a Alexandre de Moraes deve suscitar dois tipos de nulidades a princípio: um alegar parcialidade do julgador, no caso o ministro André Mendonça, e argumentar que não houve por parte dos magistrados acesso integral às provas.
“Se um dos membros do colegiado possui essas informações, é prerrogativa dos demais membros do tribunal acessar aquilo que fundamenta a decisão que lhes cabe proferir. E, não deveria ser necessário lembrar, o plenário não é órgão do relator, mas colegiado cujos integrantes exercem jurisdição em condições iguais, sem hierarquia entre si”, disse Gilmar Mendes no ofício encaminhado a Fachin na noite deste domingo, 13.
Sobre esse último aspecto, a súmula vinculante 14 do STF deixa bem claro que “é direito do defensor, no interesse do representado, ter acesso amplo aos elementos de prova que, já documentados em procedimento investigatório realizado por órgão com competência de polícia judiciária, digam respeito ao exercício do direito de defesa”.
Mendonça, no entanto, nega que esteja agindo de forma parcial ou que tenha dificultado acesso as provas. Em resposta ao presidente do STF, o magistrado alegou que a divulgação de todo o material “colocaria em risco todo o seguimento e êxito das investigações”.
Outro ponto que – ironicamente – deve ser discutido pela turma alinhada a Moraes é a mistura das figuras de acusador, vítima e juiz por parte do ministro André Mendonça.
Justamente um argumento utilizado pelas defesas dos réus do 8 de janeiro ao questionarem a conduta de Moraes em todo aquele processo.
O Antagonista, Brasil, 14.09.2026 07:29 Por Wilson Lima