Charge do Clayton (O Povo/CE)
Pedro do Coutto
A crise que chegou ao Supremo Tribunal Federal já não cabe na moldura de uma disputa entre Alexandre de Moraes e André Mendonça. O problema ganhou dimensão maior: envolve a forma como a própria Corte administra acusações que atingem seus integrantes, o uso de informações sigilosas, a atuação da Polícia Federal e a crescente dificuldade de separar o conflito jurídico da disputa política que atravessa o país.
Às vésperas da sessão extraordinária desta terça-feira, a Polícia Federal entregou aos ministros Cristiano Zanin e Gilmar Mendes a íntegra dos dados extraídos do celular de Daniel Vorcaro, atendendo a solicitações feitas pelos próprios ministros. O material será analisado no contexto do julgamento que envolve a relação entre o empresário e Alexandre de Moraes.
MENSAGENS DE VORCARO – Há um detalhe importante. O relatório que desencadeou parte da atual controvérsia registra 52 mensagens enviadas por Vorcaro a um número identificado pela Polícia Federal como pertencente a Moraes, e não simplesmente 52 telefonemas não atendidos. As mensagens foram encaminhadas entre outubro e novembro de 2025, período que antecedeu a primeira prisão de Vorcaro. A diferença é relevante porque, em uma crise dessa natureza, precisão factual é parte da própria credibilidade do debate.
O que precisa ser esclarecido não é apenas quantas vezes Vorcaro tentou estabelecer contato com Moraes, mas qual era a natureza dessa relação, em que contexto ocorreu e se houve alguma consequência institucional ou jurídica decorrente dela. Por isso, o conteúdo integral do aparelho ganhou importância. Ao ampliar o acesso dos ministros às informações, reduz-se o risco de que o julgamento seja construído a partir de recortes isolados. Ao mesmo tempo, aumenta a responsabilidade da Corte para distinguir fato comprovado, indício e interpretação.
A sessão ocorre em um Supremo marcado por decisões conflitantes. Edson Fachin suspendeu decisões de André Mendonça e Flávio Dino envolvendo a Polícia Federal e levou ao plenário questões relacionadas aos procedimentos que atingem Moraes. A medida procurou recolocar o conflito dentro de uma moldura institucional e evitar que decisões individuais produzissem uma sucessão de disputas dentro da própria Corte.
CONFRONTO – Esse é o ponto mais delicado. Um ministro determina providências que atingem a Polícia Federal; outro interfere nessas medidas; o presidente do Supremo suspende decisões anteriores; paralelamente, existe outro processo envolvendo questionamentos sobre um integrante do tribunal. Para a sociedade, o resultado é uma imagem desconfortável: a Corte encarregada de resolver os grandes conflitos nacionais passou a administrar um conflito interno de proporções excepcionais.
Seria simplista transformar o episódio em uma disputa entre “torcidas” de Moraes e Mendonça. Moraes não representa sozinho o Supremo, assim como Mendonça não representa uma corrente política da instituição. O problema é mais sério: está em jogo a capacidade da Corte de preservar critérios objetivos quando seus próprios ministros passam a ocupar o centro dos acontecimentos que deveriam julgar.
O caso Dark Horse acrescentou outra camada à crise. Flávio Dino retirou o sigilo de documentos relacionados à investigação conduzida pela Polícia Civil de São Paulo e determinou o envio do material à Polícia Federal. A documentação envolve suspeitas relacionadas à destinação de recursos públicos e à produção do filme sobre Jair Bolsonaro. A investigação, segundo informações oficiais, apura possíveis desvios de recursos provenientes de emendas parlamentares. Entre os alvos está o deputado Mário Frias. São alegações investigativas, não conclusões definitivas.
LIMITES DE ATUAÇÃO – O problema político está justamente na convergência dos casos. De um lado, uma investigação colocou sob escrutínio a relação entre Vorcaro e Moraes. De outro, uma apuração sobre o financiamento de Dark Horse envolve personagens ligados ao campo político de Jair Bolsonaro e recursos públicos. No meio estão diferentes ministros, inquéritos e interpretações sobre os limites de atuação de cada autoridade.
É uma combinação explosiva porque processos distintos começam a ser percebidos como partes de uma mesma guerra política. Quando isso acontece, a confiança na Justiça passa a depender não apenas do resultado dos julgamentos, mas também da percepção de imparcialidade de quem os conduz.
É preciso resistir a dois extremos. O primeiro é concluir antecipadamente que existe corrupção no Supremo apenas porque um banqueiro investigado manteve contatos com um ministro. Isso seria transformar indícios em sentença. O segundo é considerar que qualquer questionamento a um integrante da Corte constitui automaticamente ataque às instituições. Também seria um erro. Instituições democráticas não são protegidas pela ausência de investigação, mas pela capacidade de investigar com regras, transparência e independência.
CRISE DE CONFIANÇA – Também seria precipitado falar em renúncia de Moraes ou Mendonça como consequência necessária dos acontecimentos. O que existe, até aqui, é uma crise de confiança que exige esclarecimentos, transparência e decisões institucionalmente defensáveis.
O Supremo não pode pedir à sociedade que confie cegamente nele. Precisa oferecer razões para que essa confiança seja reconstruída. A sessão desta terça-feira será importante exatamente por isso. Mais do que definir o destino de uma investigação envolvendo Alexandre de Moraes, o plenário terá a oportunidade de estabelecer limites para a própria Corte: como investigar seus ministros, preservar as provas, impedir decisões contraditórias e evitar que divergências internas sejam interpretadas como guerra de facções.
O Brasil não precisa de um Supremo dividido entre vencedores e derrotados. Precisa de uma Corte capaz de demonstrar que nenhum de seus integrantes está acima das regras que a própria instituição aplica aos demais.
POLÍTICA E JUSTIÇA – Essa talvez seja a verdadeira questão colocada pelo celular de Vorcaro. O aparelho deixou de representar apenas um conjunto de mensagens e passou a funcionar como um espelho da crise institucional brasileira. Quanto mais informações aparecem, maior é a necessidade de separar política de Justiça, suspeita de prova e conflito pessoal de interesse público.
Se a Corte conseguir fazer essa separação, poderá sair fortalecida de uma de suas maiores crises internas recentes. Se não conseguir, o problema deixará de ser apenas o conteúdo das mensagens de um banqueiro. Passará a atingir a própria confiança da sociedade na instituição que deveria representar, acima das disputas políticas, a última palavra da Justiça brasileira.
“A sessão ocorre em um Supremo marcado por decisões conflitantes. Edson Fachin suspendeu decisões de André Mendonça e Flávio Dino envolvendo a Polícia Federal ”
Sr do Coutto, conte o caso como o caso foi.
Enquanto fingia discordar do abuso do traficante Dino, o ministro Fachin anulou, sem autoridade legal, uma decisão tomada num julgamento da 2a turma do STF, algo gravíssimo. No frigir dos ovos, fez exatamente o que determinou o Rocabomle Seboso.
Pra pagar pedágio para os militantes petralhas, o Sr do Coutto mistura alhos com bugalhos, ao jogar o Dark Horse na latrina do Moraes.
“Também seria precipitado falar em renúncia de Moraes ou Mendonça”, como é que é? O Sr parece viver numa bolha, então vou lhe atualizar: o ministro Mendonça viaja de avião junto com o povão.
Pra encerrar, veja a “defesa” do psicopata abusador Alexandre de Moraes. Ele quer enfiar o ministro Mendonça nos processos da “trama golpista” e das “fake news” (onde JÁ investiga ilegalmente o colega).
Abrólhos!
Agora você sabe por que razão Suprema Corte tem sua própria carta no Jogo INWO (Illuminati New World Order)!
A parte inferior da carta da Suprema Corte diz: “Usando sua ação, a Suprema Corte pode cancelar uma ação de qualquer outro grupo do governo. Sim, isso inclui grupos do governo fora dos EUA. Não faça perguntas. Você não quererá saber.”
Observe o triângulo satânico com o Olho-Que-Tudo-Vê na parte superior, supervisionando as ações da Suprema Corte. O autor do jogo, Steve Jackson, está dizendo que a Suprema Corte dos EUA opera sob o olho atento dos Illuminati. Você se lembra do presidente Franklin Roosevelt? Diversos programas do Novo Acordo (New Deal) foram derrubados pela Suprema Corte durante os anos iniciais da administração Roosevelt, pois os juízes mostraram ser mais conservadores do que o presidente. Enfurecido, Roosevelt ameaçou fazer o Congresso aprovar um aditamento à Constituição, para expandir o número de juízes na Suprema Corte, permitindo assim que ele indicasse mais juízes que fossem alinhados com sua ideologia. (Isto soa familiar para você?).
Felizmente, os obstáculos constitucionais para conseguir a aprovação desse aditamento provaram ser insuperáveis, de modo que Roosevelt abandonou a ideia. Entretanto, os Illuminati aprenderam a lição; é necessário controlar os juízes para que a Suprema Corte marche em sintonia com os poderes Executivo e Legislativo. Como os juízes da Suprema Corte dos EUA exercem o cargo vitaliciamente, essa mudança para uma corte iluminista requereu tempo para acontecer. Entretanto, por volta do tempo em que os mandatos dos presidentes Truman e Eisenhower terminaram, transformações suficientes tinham ocorrido por morte dos juízes, de tal forma que os Illuminati passaram a controlar a Suprema Corte.
Os Illuminati perceberam que o sistema judicial possuía grande potencial para criar grandes mudanças de paradigma por meio de sua capacidade de criar novas leis simplesmente por decreto! Como todos sabiam que os juízes da Suprema Corte ocupavam seus cargos vitaliciamente, a raiva contra qualquer decisão particular era mais fácil de reprimir do que contra o Congresso ou contra o presidente. As pessoas sabiam que “elegiam” os congressistas e o presidente, de modo que estavam muito mais propensas a entrar em ação contra essas autoridades do governo do que contra os juízes.
Transformações tremendas ocorreram como resultado de decisões dos tribunais, em geral, e da Suprema Corte especificamente. Assim, você pode ver que a Suprema Corte operou totalmente sob o olhos dos Illuminati, exatamente como essa carta do jogo INWO demonstra. Considere os anos das transformações dramáticas:
* 1963 — A Palavra de Deus foi lançada para fora das Escolas Públicas.
* 1973 — O aborto foi legalizado e o cenário para o aborto a pedido foi preparado, resultando em mais de 60 milhões de mortes de bebês nos EUA.
* 2003 — A homossexualidade foi legalizada, desse modo completando a rebelião nacional contra Deus.
O plano dos Illuminati para criar a Nova Ordem Mundial e seu super-homem, o Anticristo, está em execução e os nove juízes que atualmente estão na Suprema Corte estão marchando em sintonia com as transformações políticas, militares e econômicas necessárias para finalizar os planos para que o Homem do Pecado possa aparecer.”
O pai chega em casa vestido numa novíssima camisa do PT, entra no quarto do filho e beija o retrato de Che Guevara na parede.
O rapaz espantado pergunta:
– Que é isso pai? Ficou maluco?
Logo você que é o maior “coxinha”, “reaça” de primeira vestindo a camisa do PT?
– Que nada filho!
Agora sou petista!
Conversamos tanto sobre o Partido que você me convenceu!
PT! PT! VIVA O PT! – grita o velho.
O rapaz, membro do DCE da universidade onde já faz um curso de quatro anos há oito anos e fiel colaborador da JPT não se aguenta de tanta alegria!
– Senta aí companheiro!
Vamos conversar!
O que foi que te levou a essa decisão?
O pai senta-se ao lado do filho e explica:
– Pois é… cansei de discutir contigo e passei a achar que você tem razão.
Por falar nisso, lembra do Luís, aquele que te pediu dois mil reais da tua poupança emprestado para dar entrada numa moto?
– O que tem ele?
Pergunta o filho…
– Pois é…
Liguei pra casa dele e perdoei a dívida.
E fiz mais!
Falei que ele não precisa se preocupar com as prestações, pois vou usar oitenta por cento da sua mesada para pagar o financiamento!
– Pai!!!!!
Você ficou louco?
Pirou?
– Filho, lembre-se que agora nós somos petistas “Perdoar dívidas e financiar o que não é nosso com o que não é nosso é a nossa especialidade!
Temos que dar o exemplo!
E tem mais!
Agora 49% do seu carro eu passei para sua irmã.
Vendi pra ela quase a metade do seu carro!
Dessa forma você continua majoritário mas só podendo usá-lo em 51% do tempo!
– Mas o carro é meu, papai!
Não podia fazer isso!
Não pode vender o que não é seu!
– Podia sim!
A Dilma fez isso com a Petrobrás e você foi o primeiro a apoiar!
Só estamos seguindo o caminho dela!
O garoto, incrédulo e desolado entra em desespero, mas o pai continua:
– Outra coisa!
Doei seu computador, seu notebook e seu tablet para os carentes lá do morro.
Agora eles vão poder se conectar!
– Pai! Que sacanagem é essa?
– Não é sacanagem não, filho!
Nós petistas defendemos a doação do que não é nosso, lembra?
Doamos aviões, helicópteros, tanques…
O que é um computador, um tablet e um note diante disso?
Prestes a entrar em colapso, o garoto recebe a última notícia:
– Filho, lembra daquele assaltante que te ameaçou de morte, te espancou e roubou teu celular?
Vou agora mesmo retirar a queixa e depois para a porta da penitenciária exigir a soltura dele, dizendo que ele é inocente!
– Pai… pelo amor de Deus… Você não pode fazer isso… O cara é perigoso!
– Perigoso nada!
É direitos Humanos que nós pregamos, filho!
Somos petistas com muito orgulho!
– Mas o cara me espancou! Me roubou, pai!
– Alto lá!
Não há provas disso!
Isso é estado de exceção!
O rapaz é inocente!
Nós fizemos a mesma coisa com os companheiros acusados no mensalão!
– Mas ele estava armado quando a polícia chegou!
– E daí?????
Ele estava armado mas quem prova que a arma era dele?
A revista Veja?
Isso é coisa de reaça, filho!
– Papai, você ficou doido!
E o pai finaliza:
– Fiquei doido?
Na hora de defender bandido que roubou uma nação você é petista, mas se roubarem você, deixa de ser.
Na hora de doar, perdoar dívidas e fazer financiamentos com o que é dos outros, você é petista.
Mas se fizer o mesmo com você, deixa de ser.
Na hora de dilapidar o patrimônio nacional, vendendo o que é mais precioso e não pertence ao PT e sim ao povo, você é petista, mas se vender metade do que é seu, você deixa de ser!
– PEGA AS SUAS COISAS E SUMA DAQUI!
– Vou pra onde, papai?
Perguntou chorando…
– Agora você é um dos sem-teto que você defende, seu moleque cagão!
E vai se consultar com médico cubano, porque eu cancelei teu plano de saúde!
Dois dias depois o moleque bateu na porta curado.
Não era mais petista e não havia mais DCE ou JPT.
E nem chamava o pai de “reaça”.
E o milagre da educação aconteceu.
(Diogo Mainardi)
Sensacional!!
comecou muito bem o jteatro.
pgr , depois de 7 anos de moraes investigar, prender, cancelar., julgar os proprios processos que se dizia vitima, desconhecendo totalmente dirritos basicos e constituicao!, pede a nulidade dos atis do mendonca?
qual é o oleo de periba que vende em brasilia para dustrntar tamanha cara de pau ????
comeca mal e o fachon rlogiando os doutos como gurizinho com medo de aoanhar dos valentões??
ah ! brasil
tomara me engane
tomara
Concordo, os sinais são péssimos.
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desculpem os erros mas a indignacao confinde cerebro e movimentos
acabou
como é que o nunes marques me encontra uma descul0a furadissoma destas??
estas gravacoes devem ter coisas tenebrosas mesmo.
todo mundo encagaçado .
a sessão nem comecou e a pizza ja está pronta.
ah! brasil pais vagabundo e de vagabundos.
o cirpo fala
retrato de uma farsa muito bem combinada
flavio dino ao falar recostado na cadeira completamente relaxafo como se estivesse tomanfo uma cervejinha com amigos.
relaxadissimo.
alguem percebe algum tipo de preocupação com o assunto?
e eu ainda acompanho esta mixordia
Chupeta de Baleia vai se arrebentar nas pizzas que estão chegando….
Sr. Pedro
Veja os comunistas em ação….
https://www.uol.com.br/flash/?c=6aa85bb7be812c162a3ba66c