
Gilmar se aborreceu e depois saiu fazendo beicinho…
Luísa Martins
Folha
O ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), adotou uma série de provocações de cunho religioso para criticar a atuação do ministro André Mendonça, que é pastor evangélico na Igreja Presbiteriana do Brasil.
O decano acusou Mendonça de atuar com viés político-eleitoral e esperar o início das campanhas para expor as mensagens que, segundo a PF (Polícia Federal) o ex-banqueiro Daniel Vorcaro enviou ao ministro Alexandre de Moraes.
EM NOME DE DEUS – “Em outra oportunidade eu disse: separem o Supremo das eleições. Contrário do que se faz aqui. Tentaram arrastar o STF para esse tipo de prática e pensam que vão ficar imunes e impunes. Em nome de Deus. Como em nome de Deus já se fez muita patifaria.”
Gilmar também citou a liminar em que Mendonça determinou o afastamento do diretor-geral da PF (Polícia Federal), Andrei Rodrigues, das funções -medida depois revertida por decisão do ministro Flávio Dino.
“O sujeito tem que se algemar antes de fazer esse tipo de coisa. Quando ele tiver em tentação, tem que pedir que Deus interceda e não faça. Porque submeter uma instituição com tantos problemas a esse tipo de vexame é de uma falta de noção que eu jamais vi.”
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Gilmar Mendes fez uma tremenda burrice ao atacar a religiosidade de André Mendonça. Diante dessa ofensa, muitos evangélicos que estavam indecisos vão abandonar Lula e votar em Flávio Bolsonaro. Tomado pela fúria política, Gilmar não raciocinou (?), deixou-se levar pela emoção e acabou provocando a ira divina. Com aliados iguais ao decano do STF, Lula vai perder votos de montão. (C.N.)
Gilmar tem razão. Em nome de Deus já foram cometidas várias atrocidades. Hoje é usado politicamente, por gente sem escrúpulos.
Ao atacar a religiosidade de Mendonça Gilmar só expressa seu desespero.
Vai perder votos e diminuir os já irrisórios 17%, mantidos desde 2.022.