
Gasto ultrapassou R$ 40 milhões em 2025
Gabriela Echenique
Folha
Os custos e financiamentos de programas de assistência à saúde de senadores ultrapassaram R$ 40 milhões em 2025. O valor é dez vezes maior do que o custo da mesma assistência oferecida aos deputados. O levantamento foi feito pelo Ranking dos Políticos a partir de dados da Lei de Acesso à Informação.
A comparação leva em conta o gasto com cada parlamentar. Na Câmara dos Deputados, o gasto médio foi de R$ 6.200 por beneficiário por ano, ou R$ 520 por mês. Já um senador custou, em média, R$ 64 mil aos cofres públicos, ou R$ 5.300 por mês.
CUSTO PER CAPITA – Quando se leva em conta o custo de uma pessoa ao SUS (Sistema Único de Saúde), a diferença é 46 vezes maior. O investimento per capita na rede pública é de R$ 116 por mês.
O Programa de Assistência à Saúde oferece atendimento médico-hospitalar e odontológico aos parlamentares, aos ex-senadores e seus dependentes. Os parlamentares pagam uma contribuição mensal e uma taxa de coparticipação, que variam conforme a Casa e a faixa etária do beneficiário.
No Senado, o custo com indenizações, restituições e pagamentos por tratamentos de longo prazo ultrapassou R$ 40 milhões no ano passado, enquanto os senadores contribuíram com apenas R$ 5 milhões. Isso significa que eles custearam menos de 13% do programa. O restante foi pago pelos cofres públicos.
GASTOS NA CÂMARA – A situação é diferente na Câmara, onde os parlamentares bancaram praticamente todo o programa. A Casa gastou R$ 8,2 milhões com a saúde dos deputados e eles contribuíram com R$ 8,3 milhões – deixando um superávit no final do ano.
“Há uma assimetria escancarada no Congresso. Enquanto a Câmara praticamente se autofinancia, o Senado depende de recursos públicos para bancar quase 9 em cada 10 reais gastos com a saúde de seus parlamentares”, afirmou Luan Sperandio, diretor de operações do Ranking dos Políticos.
A instituição sugere aperfeiçoamentos no programa para garantir maior sustentabilidade, como a ampliação da participação financeira dos próprios parlamentares, a revisão do limite de idade para dependentes e a redefinição das regras de reembolso para apenas situações excepcionais. “Enquanto o Senado não assumir uma fatia bem maior desse custo, vai continuar sendo o contribuinte, e não o próprio beneficiário, a pagar a conta”, disse Sperandio.
Eles merecem, acho ainda pouco. Deveriam ter mais acesso a mordomias.
O pior de tudo é que foi tudo por nada, mentiras, factoides, casuísmos, golpes, ditaduras, estelionatos eleitorais, eleições do nada por coisa nenhuma em termos de mudanças de verdade, sérias, estruturais e profundas, décadas e até séculos de tempo perdido, ou pior ainda, foi tudo pelo estado de coisa$ e coiso$ que aí está, não obstante o prazo de validade vencido há muito tempo, mas, não obstante tudo, ao que parece, dominados e movidos pela loucura por dinheiro, poder, vantagens e privilégios, sem limite$, ele$ não se fazem de rogados e nem se dão por achados. PORTANTO, A MENOS QUE DEUS SEJA DE FATO BRASILEIRO, tenha piedade do povo e interceda por nós de alguma forma, obrigando o establishment de plantão, gerado e protegido pelo militarismo e o partidarismo, politiqueiro$, e seus tentáculos velhaco$, enquanto donos de fato da república e do país, capturado pelos me$mo$ há 136 anos, a procederem no sentido das mudanças de verdade, sérias, estruturais e profundas, em prol da democracia de verdade, enquanto poder e governo do povo para o povo, vai continuar tudo como dantes no velho quartel de Abrante$, como soe acontecer há 136 anos, até porque, nós, na nossa insignificância de simples mortais, na condição de vítimas, reféns, súditos escravos dos me$mo$, de mãos atadas e bocas amordaçadas não podemos fazer nada a não ser apenas sugerir com projeto próprio, novo e alternativo de política e de nação, pacificamente, as mudanças que, a nosso ver, se fazem necessárias há muito tempo, posto que de fato resolvem o país, a política e a vida da população, para que todos possam viver e conviver, pacífica e satisfatoriamente, como irmãos, como temos feito há cerca de 40 anos, e como fizemos nas ruas do país em Junho de 2013, com a RPL-PNBC-DD-ME, a nosso ver, a mega solução, via evolução, com a posterior devolução da bola das mudanças ao congresso nacional para que agissem na forma legal, legitimamente, no sentido de levá-las a efeitos, posto que necessárias, improrrogáveis e inadiáveis há muito tempo, o qual, infelizmente, por sua vez, até esta parte da história, tem respondido apenas com bolas nas costas do povo brasileiro, que, em sã consciência, não suporta mais o continuísmo da mesmice dos me$mo$. https://tribunadainternet.com.br/…/quatro-decadas…/… https://tribunadainternet.com.br/…/com-o-brasil…/…
Depois dizem que estão zelando a saúde do povo.
IMPOSTO É ROUBO
Na Europa os políticos usam o SUS local e o Estado não reembolsam nenhum tratamento em hospitais de grife. Pagam de próprio bolso qualquer seguro saúde que tenham.
O nosso Senado deve ser, per capita, a câmara parlamentar mais cara do mundo. Já é mais do que tempo de revisitar os privilégios e mordomias que os 81 senadores têm, absolutamente injustificáveis quando considerada a realidade do povo brasileiro. E proibir que o próprio Senado decida sobre isso (aliás, também se aplica à Câmara).
Isso é roubo. Coitado de quem trabalha nesse país governado por ladrões e traficantes.
E o Defunto 9F diz que o SUS é a 8a. Maravilha do Mundo……
Ele mesmo frequenta o Sírio Libanês…..