Centrão barra avanço bolsonarista e isola Tarcísio em disputa pela liderança da direita

5 thoughts on “Centrão barra avanço bolsonarista e isola Tarcísio em disputa pela liderança da direita

  1. Flavio Bolsonaro é uma opção para candidato a presidente do Brasil? Se isso acontecer, antes de envelhecer, vou comprar uma passagem de ida sem volta para Barra do Piraí.
    Melhor morar no fim do mundo, num quarto de fundo e esquecer que um dia fui brasileiro.
    Tá baixo demais.

  2. Nemum, nem outro.

    É interessante, face às estas questões, retomar o papel dos EUA face ao bolsonarismo versus Foro de São Paulo no Brasil. O primeiro não é de plena adesão ao ideário nrte-americano, face à busca da hegemonia por este da Nova Ordem Mundial. O bolsonarismo está mais afeitos a questões de costumes conservadores que a questões econômicas liberais, que realmente importam.

    Trump reza na cartilha conservadora de costumes, mas tem, nas sua ações, a total e completa determinação econômica. É só em países, como o Brasil, que se pode, na falta de pão, oferecer ideologia pro povo. Se não tem pão, dar-se brioche, digo, ideologia, ao pvo na falta de pão. Relativamente ao identitarismo, que não merece muito esforço pra ser derrotado, cortou verbas, no mundo, da USAID, levando à inanição as Ongs “anti-imperialistas”, que eram sustentadas pelo desorientado Biden. Não se o ouve discorrendo sobre esta questão. É tão inmsignificante e não determinante que sequer merece atenção.

    Ao que parece, o anti-democratismo envergonhado do bolsonarismo, que o esconde por oportunismo, sua real tendência, sua teocracia e a vontade de substituir as oligarquias patrimonialistas por uma dinastia, não estão plenamente de acordo com as imposições da Nova Ordem Mundial, que exige resolutos posicionamentos no campo da Economia.

    No Brasil podemos falar de um certo lulobolsonarismo, dado que, do ponto de vista estratégico e das determinações fundamentais econômicas, pouco difere um lado do outro. O Goveno Lula pouco diferece do do Bolsonaro e vice-versa.

    Os EUA venceram o lulismo, responsável pela liderança do reacionário, atrasado e extemporâneo Foro de São Paulo, com ares de vitória deste. Derrotar um sem exaltar o outro lado. O bolsonarismo não é um aliado confiável, à medida que se lhe falta uma clara definição no campo que interessa, o econômico, fixado que está em questões superestruturais, ideológiocas e fantasiosas, tal como seu adversário, o lulismo.

    Nem Milei, que reza na cartilha liberal, alcançou o decisivo apoio e aliança estratégica com os EUA. Muito menos o indeciso e indefinido bolsonarismo alcançará tal graça.

    Daí que, mantendo sob sigilo as imposições ao Aparato Petista, pra liberar seu player maior, Moraes, esteja passando como uma vitória deste. Virão anistia, entregar-se-á as terras raras e a censura será amenizada. Ou o acordo será rompido.

    Trata-se de derrotar um sem dar louros ao outro. ambos não passíveis de confiança como estratégico face aos desafios da Nova Ordem Mundial.

    Será que alternativa, como Tarcísio, entrou no pacote?

    Se é necessário derrotar o totalitarimso e adesismo ao Eixo Ditatorial do Aparato Petista, nada indica que o bolsonarismo seria uma sólida e profícua aliança na América Latina.

  3. Se não é Tarcísio ou Flávio sobra quem?

    Não creio que o Centrão praticará suicídio. Ou o articulista sonha com a adesão à candidatura da múmia Lula pelo Centrão?

  4. Saída intempestiva de Kassab do governo Tarcínico tem a ver com 2026

    Como foi preterido pelo ex-mito, que resolveu apoiar o filho Flávio para a Presidência, o governador Tarcínico deverá ser então candidato à reeleição em SP, por não ter, como fantoche que é, votação suficiente e depender sobretudo do apoio do ex-mito para tentar se eleger presidente.

    Com isso, ficou também frustrada a pretensão que Kassab tinha de ser candidato ao governo de SP.

    E, então, sem a perspectiva pessoal de poder ser candidato a governador de SP, Kassab dá um’ tchau’ para Tarcínico e saí a campo atrás dos ‘ratinhos’ da vida para tratar de seus interesses pessoais e partidários quanto a quem ‘apoiar’ para presidente em 2026. É isso.

    Pois, como é sabido, Kassab é um dos expoentes da política como ‘negócio’.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *