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Paulo Sérgio está detido desde o final de novembro
Rafaela Gama
O Globo
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou o ex-ministro da Defesa Paulo Sérgio Nogueira a trabalhar, ler e fazer cursos para abater parte da pena recebida por participação na trama golpista. Sentenciado a 19 anos de prisão, o general está detido no Comando Militar do Planalto, em Brasília, onde também cumpriu pena Augusto Heleno, o ex-ministro do Gabinete de Segurança, antes de ser liberado para a prisão domiciliar na semana passada.
Na decisão, proferida nesta quarta-feira, o magistrado também determinou que a defesa do militar deverá indicar, no prazo de cinco dias, em quais cursos superiores ou profissionalizantes ele tem interesse em se matricular. De acordo com a Lei de Execuções Penais, o condenado tende a abater um dia de sua pena a cada 12 horas de frequência escolar ou três dias de trabalho. Moraes também autorizou o general a receber, ao longo da próxima semana, visitas presenciais e por videoconferência, com duração máxima de 30 minutos e horário marcado.
TRÂNSITO EM JULGADO – O ex-ministro está preso desde o fim do mês passado, quando sua sentença passou a transitar em julgado. Ele foi condenado por ter instrumentalizado a estrutura do Ministério da Defesa, pasta a qual comandava, para dar respaldo técnico a alegações infundadas sobre vulnerabilidades das urnas, mesmo após auditorias independentes e testes públicos apontarem a plena confiabilidade do sistema eletrônico.
Segundo o acórdão do STF, ao difundir desinformação com aparência de relatório oficial, Nogueira contribuiu para “semear desconfiança deliberada” e fortalecer o discurso que alimentou a mobilização golpista.
INSTALAÇÕES SIMPLES – No Comando Militar do Planalto, tanto Paulo Sérgio quanto Augusto Heleno foram alocados no terceiro andar do prédio. As instalações são consideradas simples, com uma sala mobiliada, com escrivaninha, cadeira, armário, TV e cama. Além disso, há banheiro privativo, frigobar e ar-condicionado.
As salas especiais são vigiadas por guardas que se revezam durante o dia e a noite. Os presos não podem sair dos locais e precisam cumprir horário para banho de sol e receber visita. Eles receberão café da manhã, almoço e jantar preparados no rancho, refeitório dos quartéis. O ex-ministro do GSI, no entanto, foi autorizado por Moraes, no último dia 22, a cumprir prisão domiciliar em função da idade avançada e do diagnóstico de Alzheimer recebido pelo general.
“Quando 740 crianças morreriam no mar e todos os países disseram “não”, um homem — que tinha todos os motivos para permanecer em silêncio — disse “sim”.
O ano era 1942.
O navio vagava pelo Mar Arábico como um caixão flutuante.
Havia 740 crianças polonesas a bordo. Órfãs. Sobreviventes de campos de trabalho soviéticos, onde seus pais haviam morrido de gripe ou de fome. Elas haviam escapado pela rota do Irã, mas um castigo ainda mais cruel as aguardava.
Ninguém as queria.
O Império Britânico — a maior potência da época — recusou-lhes acesso a porto após porto ao longo da costa indiana.
“Não é nossa responsabilidade. Sigam adiante.”
A comida estava no fim. Não havia remédios. O tempo estava acabando.
Maria, de doze anos, segurava a mão do irmão de seis. Havia prometido à mãe moribunda que cuidaria dele.
Mas como proteger alguém quando o mundo inteiro lhe vira as costas?
Então a notícia chegou a um pequeno palácio em Gujarat.
O governante era Jam Sahib Digvijay Singhji, marajá de Nawanagar. No sistema imperial, ele era apenas um príncipe menor. Os britânicos controlavam os portos, o comércio e o exército. Ele tinha todos os motivos para obedecer — e ficar em silêncio.
Quando seus conselheiros lhe disseram que 740 crianças estavam à deriva no mar, depois de os britânicos recusarem sua entrada em qualquer porto da Índia, ele fez apenas uma pergunta:
— Quantas crianças?
— Setecentas e quarenta, Majestade.
Ele fez uma pausa e disse calmamente:
— Os britânicos podem controlar meus portos.
Mas não controlam minha consciência.
Essas crianças vão atracar em Nawanagar.
Os conselheiros o alertaram:
— Se desafiar os britânicos—
— Então que seja — respondeu ele.
E enviou uma mensagem ao navio:
“Vocês são bem-vindos aqui.”
Quando autoridades britânicas protestaram, o marajá manteve-se firme.
— Se os fortes se recusam a salvar as crianças — disse ele —
eu, que sou fraco, farei o que vocês não fazem.
Em agosto de 1942, o navio conseguiu entrar no porto de Nawanagar sob o sol escaldante do verão.
As crianças desceram como fantasmas — exaustas, com os olhos vazios, muitas fracas demais para andar. Haviam aprendido que esperar o bem era perigoso. A esperança já havia machucado demais.
O marajá estava esperando no cais.
Vestido simplesmente de branco, ajoelhou-se para ficar à altura dos olhos delas. Com a ajuda de intérpretes, disse palavras que não ouviam desde a morte de seus pais:
— Vocês não são mais órfãos.
Agora vocês são meus filhos.
Eu sou o Bapu de vocês — seu pai.
Maria sentiu a mão do irmão apertar a sua. Depois de meses de rejeição, aquelas palavras pareciam irreais.
Mas ele falava sério.
Ele não construiu um campo de refugiados.
Ele construiu um lar.
Em Balachadi, criou algo extraordinário — uma pequena Polônia na Índia. Professores poloneses que compreendiam o trauma. Comida polonesa temperada com memória. Canções polonesas em um jardim indiano. Uma árvore de Natal sob um céu tropical.
— O sofrimento tenta apagar quem você é — dizia ele. —
Mas sua língua, sua cultura e suas tradições são sagradas. Vamos preservá-las aqui.
Crianças que haviam sido informadas de que não tinham lugar no mundo finalmente encontraram um.
Voltaram a rir. A brincar. A estudar. Maria viu o irmão correr atrás de um pavão nos jardins do palácio — e seu corpo lembrou, novamente, o que significava estar seguro.
O marajá os visitava com frequência. Sabia nomes. Celebrava aniversários. Assistia às peças escolares. Consolava crianças que choravam por pais que jamais voltariam. Pagava médicos, professores, roupas e comida com seu próprio dinheiro.
Por quatro anos, enquanto o mundo era rasgado pela guerra, 740 crianças viveram não como refugiadas, mas como uma família.
Quando a guerra terminou e chegou a hora de partir, muitos choraram. Balachadi havia se tornado o único lar verdadeiro que conheceram.
Essas crianças cresceram e se espalharam pelo mundo — tornaram-se médicos, professores, engenheiros, pais, avós. E nunca esqueceram.
Na Polônia existe hoje a Praça do Bom Imperador. Escolas levam seu nome. Ele recebeu a maior honraria do país.
Mas o monumento original não foi feito de pedra.
Foi feito de 740 vidas salvas.
Hoje, aos 80 anos, eles ainda se reúnem. Contam aos netos sobre um rei indiano que se recusou a transformar compaixão em cálculo político.
Em 1942, quando reinos fecharam suas portas, um homem — sem obrigação alguma e com todos os motivos para se calar — olhou para o sofrimento e disse:
“Agora eles são meus filhos.”
E assim, o mundo mudou — silenciosamente, para sempre, e de forma irreversível.”
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Acabou a farsa da “defesa da Democracia”, mas há muito caminho pela frente pra derrotarmos a cleptocracia.
O trem é pra 30 anos, como fôramos avisados.
https://www2.senado.leg.br/bdsf/bitstream/handle/id/515712/noticia.html?ref=thegadsdenpost.com
Mais um seguidor do ilusionismo do ex-mito que se ferra de verde e amarelo.
Se iludiou com a promessa do ex-mito de que, com o golpe, assumiriam o poder e mandariam no Brasil, instalando uma ditadura no país.
Mas o mundo de poder que o ex-mito prometia, associando ambição e estupidez, deu com os burros n’água.
Faltou leitura ao general, que estragou o que tinha desejando o que o ex-mito (prometia, mas) não tinha como entregar. Mais precisamente de Epicuro, que ensina: “Não estragues o que tens desejando o que não tens”.
Senhor Jose guilherme schossland , algo semelhante esta acontecendo mundo afora , pós bombardeios e destruições de vários países , pelos países membros da OTAN , ISRAEL obrigando seus nacionais sobreviventes á retirarem-se para outros países , sendo que o continente Europeu é o que mais recebem essas vítimas , de seus próprios dirigentes .
Ação nazi/fascista/comunista/khazariana, pró Quarto Reich, segundo Benjamim Fulford, em:
https://www.oevento.pt/tag/mafia-khazariana/
https://youtu.be/qDqUOMfzQS4?si=XNhNI1qlUVcmqoAS&sfnsn=wiwspwa
“Rabino Weiss expõe verdades sobre Israel: “NÂO é um estado judeu”
Adendos, em: Os combinadosdribladores!
https://www.instagram.com/reel/DR4_xueDz3z/?igsh=MWZta3U3aHRsdXd3bg==
“A Ingrupidora khazaria”(Décima TERCEIRA Tribo). Esse é o Trump que se transformou na parte de Deep State que eu esperava que ele nunca fosse. Ele só tem que dizer aos americanos deprimidos que é proibido usar drogas. Não é permitido.
Não é mais difícil do que isso. Bem, ele não pode acusar a Venezuela porque há americanos drogados quebrando a lei em casa. De que planeta é ele? Mas isto não é sobre drogas e o problema do Trump em drogar americanos. Isto é sobre algo completamente diferente. Possivelmente que ele mesmo queira controlar e ganhar dinheiro com o tráfico de drogas. Ouça o que Aaron Russo diz 35 minutos depois do vídeo numa entrevista com Alex Jones. “Ele (N Rockefeller) contou-me cerca de 11 meses antes do 9-11…
Vai haver um evento. Depois vamos para o Afeganistão, depois vamos para o Iraque e depois vamos para a Venezuela”.
(Sabemos que os psicopatas gostam de controlar o petróleo)
Isto foi planeado pelo Deep State há muito tempo. O mesmo na questão Israel-Palestina. Uma idade de cerca de 3500 anos dos judeus desde o início começou e criou conflito (que não temos merda nenhuma para fazer aqui). Mas também não é sobre os judeus originais. Isto é sobre um bando de trolls inteligentes do dinheiro que nos escravizaram sob o seu sistema de empréstimo inteligente e que, em algum momento, ao longo da história, se sentaram e se perguntaram: o que faremos se nos apanharem? Se eles conseguirem revelar-nos e entender o que estamos a fazer. Precisamos de um plano B, uma porta das traseiras. Uma saída de emergência.
– Eu sei o que estamos a fazer! Estamos nos convertendo ao judaísmo. Eles são “povo de Deus” (certo). Então, tornamo-nos intocáveis. E todo mundo que “choram” nós acusamos de ser “anti-semitas”.
Adendos, em:
https://youtu.be/N3NA17CCboA?si=sF-x0HuBwBJPoB_h
Essa possibilidade de ler livros pra diminuir a pena é muito suspeita, porque é difícil provar que o apenado realmente leu o que teve em mãos. Há um ex-presidiário que recebeu muitos livros enquanto estava preso, mas não os leu, nem imagina do que se tratava tudo que chegou às suas mãos. Porém, sem qualquer ironia, para os graúdos que agora estão presos, segue a sugestão de alguns livros: Crime e Castigo, O Processo, Em Busca do Tempo Perdido, e Memórias do Cárcere.