
“Anistia é perdão, não impunidade”, diz Esperidião Amin
Deu na CNN
O senador Esperidião Amin (PP-SC), relator do PL (Projeto de Lei) da Dosimetria no Senado, defendeu que a anistia representa perdão e reconciliação, não impunidade. Em entrevista ao Bastidores CNN, Amin comentou sobre o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao texto da dosimetria.
Questionado se a anistia ou a dosimetria poderiam enfraquecer o exemplo necessário para evitar novos episódios de destruição como os ocorridos em janeiro de 2023, o senador argumentou que o Brasil tem uma longa tradição de anistias. “Primeiro, a nossa história tem mais de 35 anistias. Eu não acho que isso foi ruim para o país. Eu acho que foi bom”, declarou.
PACIFICAÇÃO – Para o parlamentar, a anistia representa um instrumento de pacificação social. “A anistia não é impunidade. A anistia é perdão. É algo muito mais importante. É reconciliação e não envenenamento”, afirmou. Amin destacou que grandes democracias mundiais utilizaram mecanismos semelhantes para superar momentos de tensão política e social.
O senador citou exemplos históricos de reconciliação nacional, como o caso dos Estados Unidos após a Guerra Civil e a formação da União Europeia após conflitos sangrentos. “Você já imaginou como é que foi nos Estados Unidos depois da Guerra Civil, onde morreram centenas de milhares de americanos mortos por americanos?”, questionou.
Amin também mencionou o processo de votação da anistia na Constituinte de 1988, lembrando que parlamentares de diferentes espectros políticos, incluindo figuras como Fernando Henrique Cardoso (PSDB), Michel Temer (MDB) e o próprio Lula, apoiaram o mecanismo. O senador criticou a postura contraditória do atual governo em relação ao tema: “Então, de repente, a anistia agora faz mal à saúde?”
CRÍTICAS – O relator do PL da Dosimetria fez duras críticas à postura do governo federal. “O presidente da república vai ter que provar que não é amigo íntimo do Maduro. Eu não sou eu. Eu não conheço o Maduro. Nunca tive nenhuma relação com ele”, afirmou, fazendo referência à proximidade de Lula com o presidente venezuelano.
Segundo Amin, o governo enfrentará uma contradição ao se opor à anistia e à dosimetria. “Vai ser uma luta existencial do governo, porque vai negar-se a si próprio. Cada vez que for contra a anistia, contra a dosimetria e cada vez que, sendo responsável pela unidade do país, apostar na fratura, no confronto”, concluiu o senador.
Ex PDS malufista que virou um bobalhão sem credibilidade.
Outro que se mete em enrascada como seguidor do ex-mito
Está envolvido na disputa interna da raia bolsonarista e duela com o ex-vereador carioca Carluxo (PL), forasteiro em SC, e com a deputada federal catarinense Carol de Toni (PL) pelas duas vagas de senador na chapa bolsonarista.
A Anistia que passou representou um prêmio e subsidio mantenedor de futuros renovados e reaplicados mercenários subversivos, conforme atestado em suas sucessivas e incansáveis ações coroadas pelo êxito sabotador e corrupto nos mesmos então aprimorados moldes como “livre, leve e solta” organização criminosa, sem freio ou reprimenda, de quem por deveres constitucionais, defensivos, morais e éticos, distanciado só observa como órgão contaminado!
“Guerra dos Meninos”, pela RPL-PNBC-DD-ME, a mega solução, via evolução X Guerra dos marmanjos por mais dos me$mo$. Fala sério, Esperidião, vide CANAL LIVRE DA BAND, há mais de 40 anos. Brasil de Calças Compridas versus Brasil de Calça Curta, conforme Teotônio Vilela. AFINAL DE CONTAS QUE PROJETO DE PAÍS é esse do qual o General Mourão fala: “lideranças que deveriam tranquilizar e unir a nação em torno de um projeto de país e deixaram que o silêncio ou o protagonismo inoportuno e deletério criasse um clima de caos e de desagregação social”. SERÁ o mesmo Projeto que o saudoso Teotônio Vilela aventou como estritamente necessário e inevitável há mais de 40 anos, pelo Canal Livre da Band, tal seja um projeto novo e alternativo de país, capaz de fazer o Brasil deixar de ser um Gurizão de calça curta e tornar-se uma Nação de calças compridas. https://www.tribunadainternet.com.br/2026/01/10/relator-da-dosimetria-invoca-tradicao-de-anistias-e-critica-postura-de-lula/#comments https://www.facebook.com/euamomusicass/videos/502998860685421 https://www.youtube.com/watch?v=scuw1o5d2sohttp://www.tribunadainternet.com.br/mourao-quer-liderar-a-oposicao-e-diz-que-lula-chegou-com-espirito-de-revanche/?fbclid=IwAR1jx5Z-eKDYjGqDLLKXirnkMv67AfU1dPejdmGsGBEJmPaT6fLFqmqfXeQ https://www.youtube.com/watch?v=scuw1o5d2so
Esse “turco” é um dos poucos (único que me recordo) “filhote da ditadura” como dizia Leonel ainda em atividade. Foi da Arena e serviu aos militares sendo nomeado prefeito de Florianópolis sem receber um único voto sequer. Esse cabeça de ovo aí não me engana ã!
Esperidião Amin foi prefeito “biônico” de Florianópolis, o que significa que ele foi nomeado para o cargo durante o período da Ditadura Militar no Brasil, e não eleito diretamente pelo voto popular, algo que era comum para prefeituras de capitais nessa época.
Ele iniciou sua carreira política assim, como Prefeito Biônico, mas depois foi eleito para outros cargos, como deputado, governador e senador.
Prefeito Biônico: A nomeação ocorreu no contexto do regime militar, que controlava as eleições para prefeitos de capitais e outras cidades importantes, contornando o voto.
Filosofar contra a esquerda é passar batom em boca de porco.
Figueiredo anistiou ladrões, assassinos, terroristas, assaltantes, sequestradores e outro tanto de pilantras; são esses que estão aí agora posado de bons moços defensores de democracia, lá queriam um golpe de estado para estabelecer o comunismo, alguns são réus confessos, Gabeira é um deles, um ex marido da Dilma é outro.
De nada adiantará , senador Esperidião Amin (PP-SC), relator do PL (Projeto de Lei) da Dosimetria ” papagaiar e bostejar ” Brasil afora , de que a Dosimetria , não significa garantia de impunidade , mas senador Esperidião Amin (PP-SC) acha que esta enganando o trouxa .