/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2026/w/e/inQ7pGS22fWX3YaAOlbA/eduardo-bolsonaro-zelle.jpg)
Eduardo vira alvo de críticas nas redes: ‘Vassalagem’
Deu no O Globo
Uma declaração do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) viralizou na rede social X e levou o nome do parlamentar aos assuntos mais comentados na manhã desta quinta-feira. No vídeo, o filho 03 do ex-presidente sugere mecanismos financeiros dos Estados Unidos “semelhantes ao Pix” que podem servir para “ir pra uma mesa de negociação com bons argumentos” com os americanos. A declaração tem sido reproduzida em outros perfis e alvo de críticas.
Os Estados Unidos, onde atualmente reside o parlamentar, recomendaram um novo tarifaço de 25% sobre produtos brasileiros exportados para o território americano. No documento do Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), o Pix aparece entre os principais pontos questionados. O texto diz que o Banco Central favorece o sistema de pagamentos ao atuar simultaneamente como regulador e proprietário da plataforma, impor seu uso e limitar taxas cobradas por concorrentes americanos.
PROPOSTA – No vídeo, Eduardo propõe uma negociação com o governo americano: “Os Estados Unidos têm mecanismos muito semelhantes ao Pix, como, por exemplo, o Zelle, que é o Pix dos Estados Unidos, aqui é o Zelle. Então dá pra você ir pra uma mesa de negociação com os americanos”, disse Eduardo.
Nas redes, perfis têm usado o trecho para criticar o deputado: “Prestar vassalagem trocando o Pix pelo Zelle? kkk”, postou o perfil Allan dos Panos. O termo “vassalagem” também está entre os comentados na manhã de hoje.
DEFESA DO PIX – Desde a decisão do governo americano, a reação governista e do próprio presidente Lula têm sido de defender o Pix, amplamente citado no documento, e associar a taxação ao encontro do presidente Donald Trump com Flávio e Eduardo Bolsonaro, ocorrido na semana passada.
Ainda na terça-feira, parlamentares começaram a postar termos como “Tariflávio” e “o Pix é nosso”, além da frase “Bolsonaros inimigos do Brasil”. Já Lula, em evento em Goiás, chamou Flávio de “imbecil”.
“Ele foi pedir arrego. `Trump, dá uma porrada no Lula, taxa o Lula, porque o Lula vai ganhar as eleições, não deixa, prejudica o Lula´. Imbecil. Ele não sabe que ele não vai prejudicar o Lula, ele vai prejudicar é o povo brasileiro, os empresários brasileiros, o agronegócio”, afirmou, complementando: “Esses filhos do Bolsonaro conseguem ser piores que ele. São vendilhões da Pátria. Foram pedir para que um país estrangeiro se intrometesse nas decisões brasileiras. São traidores”, disse.
CARTA – Na terça-feira, logo após as primeiras notícias sobre o tarifaço, Flávio afirmou que pediu diretamente a Trump para que não impusesse tarifas sobre as empresas brasileiras.
Ele também enviou uma carta ao secretário de Estado, Marco Rubio, defendendo a não adoção das medidas e passou a argumentar que um eventual governo seu em 2027 teria condições de negociar “de igual para igual” com os Estados Unidos.
DIFERENÇA – O sistema citado por Eduardo no vídeo é operado por uma rede de bancos americanos, diferentemente do Pix, administrado pelo Banco Central. Diferentemente do sistema brasileira, a transferência não é 100% gratuita.
A Febraban, que representa os maiores bancos nacionais, saiu em defesa do Pix em reação ao USTR, lembrando que o sistema não é um produto comercial, mas um meio de pagamento que favorece a competição e permite a participação das instituições financeiras.
“O Pix é uma infraestrutura de pagamento, e não um produto comercial, que favorece a competição e o bom funcionamento do sistema de pagamentos e consequentemente da atividade econômica. Trata-se de um modelo aberto e não discriminatório, com participação de bancos, fintechs, instituições financeiras nacionais e estrangeiras”, diz uma nota divulgada pela entidade.
Que coisa ridícula!
Ainda não se caiu na real que os EUA estão preocupados é com a concorrência desleal do crime organizado.
A preocupação com o PIX é que facilita a ação do crime organizado.
Os EUA tem ferramentas legais muito mais poderosas pra combater a concorrência do crime organizado.
Se a discussão for sobre a capacidade investigativa dos EUA em relação a organizações criminosas transnacionais, o PIX representa apenas uma pequena parte do universo de movimentações financeiras que podem ser rastreadas.
Alguns pontos ajudam a entender a dimensão da diferença:
1. O PIX é predominantemente doméstico
O PIX foi criado pelo Banco Central do Brasil para transferências dentro do sistema financeiro brasileiro.
Isso significa que:
• Ele opera principalmente entre instituições financeiras do Brasil.
• Não é o principal mecanismo utilizado para comércio internacional.
• Não substitui a infraestrutura global de pagamentos.
2. O dólar domina as transações internacionais
A maior parte do comércio mundial, financiamento internacional, transporte marítimo, commodities e operações bancárias globais continua sendo liquidada em dólares.
Quando uma operação passa:
• por bancos americanos;
• por bancos correspondentes nos EUA;
• por sistemas de compensação em dólar;
ela pode deixar rastros sujeitos à legislação e à supervisão americana.
3. Os EUA possuem acesso a um ecossistema muito maior
Além do sistema bancário, existem dados provenientes de:
• operadoras de cartão de crédito;
• corretoras internacionais;
• bolsas de valores;
• empresas de tecnologia;
• provedores de nuvem;
• sistemas de remessas internacionais;
• registros corporativos;
• movimentações de comércio exterior.
Uma organização criminosa que opere internacionalmente dificilmente consegue funcionar apenas com PIX.
4. O crime organizado depende de converter recursos
Mesmo que um grupo receba recursos por PIX, em algum momento costuma precisar:
• comprar bens;
• importar mercadorias;
• adquirir equipamentos;
• movimentar recursos para outros países;
• lavar dinheiro por empresas de fachada;
• converter valores em moedas estrangeiras.
Essas etapas frequentemente geram rastros em sistemas que extrapolam o PIX.
5. O verdadeiro poder está na integração de
dados
O diferencial das autoridades americanas não é um sistema específico de pagamento, mas a capacidade de cruzar informações de:
• bancos;
• empresas;
• alfândegas;
• telecomunicações;
• registros societários;
• transações internacionais.
Por isso, sob a ótica de uma investigação financeira internacional, o PIX é apenas um dos possíveis pontos de observação. O conjunto formado pelo sistema financeiro em dólar, pelas redes globais de pagamentos, pelo comércio internacional e pela infraestrutura tecnológica sob jurisdição dos EUA tende a fornecer um volume de informações muito mais amplo do que aquele obtido apenas por transferências PIX realizadas dentro do Brasil.
Em outras palavras: para um criminoso que atua exclusivamente dentro do Brasil, o PIX pode ser relevante. Para organizações transnacionais que movimentam recursos através de fronteiras, empresas, comércio exterior, criptomoedas e sistema bancário internacional, o PIX é apenas uma peça de uma engrenagem muito maior.
ChatGpt
Em outros termos, o PIX é uma agulha no paiol das informações que os EUA tem pra investigar as transações do crime organizado.
Só serve como propaganda governamental absolutamente inócua.
Se tem alguém que está pensando que o PIX posa dar conta de ocultar as transações internacionais do crime organizado, está absolutamente equivocado.
Neste aspecto pode ser desprezado.
Agulha num paiol.
As redes sociais anestesiam sentimentos. Perde-se a capacidade de refletir.
O celular traz desconexão. E o feed, ruptura.
O Globo, Cultura, 04/06/2026 12h33 Por Ruth de Aquino
Talvez isso explique o fato de bestas como Bananinha terem seguidores.
Comparação em trilhões de dólares (2025)
Pix (Brasil)
≈ US$ 6,2 trilhões
Sistemas dos EUA
ACH: US$ 47,1 trilhões
FedNow: US$ 0,85 trilhão
Fedwire: US$ 1.000 trilhões
Total
≈ US$ 1.048 trilhões
Mas é muito banana! Tinha que desaparecer do mapa junto com a familícia toda, incluindo a vagava da Micheque.
Que gente ordinária, mentirosos e sem escrúpulos.
O Brasil tem que extirpar essa família da vida pública de qualquer maneira.
O que está acontecendo, já passou todas as medidas.
CANA NELES!
Isso nos EUA, dá cadeia perpétua no mínimo.
José Luis
Eduardo Bolsonaro nega ter defendido troca do Pix: “Patifaria”
Ex-deputado disse que nunca propôs substituição por ferramenta americana e avaliou que suas declarações foram tiradas de contexto
Kevin Lima
04/06/2026 16:46, atualizado 04/06/2026 16:46
Fonte: Metrópoles
https://www.metropoles.com/brasil/eduardo-bolsonaro-nega-ter-defendido-troca-do-pix-patifaria
Como sempre, O Globo, a prostituta decadente dos traficantes petralhas, mente descaradamente sobre tudo o que vem dos Bolsonaros. Eduardo, em nenhum momento, sugeriu trocar o PIX, uma criação do governo Bolsonaro, que na época da implementação foi criticada pelo PT.