Mauro Campbell é corregedor do Conselho Nacional de Justiça
Eduardo Barretto
Estadão
O corregedor nacional de Justiça e ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Mauro Campbell afirmou nesta quinta-feira, 4, que deveria “receber um salário à altura do que eu trabalho para o País” e reclamou de obrigações da magistratura. Em abril, contudo, ele auferiu um supersalário de R$ 141 mil, segundo dados do STJ consultados pela Coluna do Estadão.
Trata-se da folha de pagamento mais recente divulgada pela Corte e a última antes de começar a valer a regra aprovada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) que limita as remunerações totais a cerca de R$ 79 mil.
MAL REMUNERADO? – “Eu não tenho a remuneração à altura dos milhares de processos que eu julgo no Superior Tribunal de Justiça. Eu já bati a casa de 130 mil recursos julgados em 18 anos. Eu desafio um juiz fora do Brasil que tenha se aproximado a essa cifra. Não invejo, não sei se julguei bem todos os 130 mil processos, não. Mas me esmerei o que pude. E deveria, sim, receber um salário à altura do que eu trabalho pelo País”, afirmou o ministro em entrevista ao canal “STF em Foco”, coordenado pelo advogado Leonardo Estephan.
A declaração aconteceu durante o Fórum de Lisboa, conhecido como “Gilmarpalooza” e organizado pelo decano do STF, ministro Gilmar Mendes.
Em abril, Campbell recebeu R$ 141 mil de salário no STJ. Em março, R$ 122 mil e, em fevereiro, R$ 127 mil, cifras até duas vezes acima do teto constitucional de R$ 46,3 mil, equivalente ao salário de integrantes do STF.
SUPERESTRUTURA – Como ministro do Superior Tribunal de Justiça, Mauro Campbell tem à sua disposição um gabinete com dezenas de funcionários, incluindo juízes e assessores.
No contracheque de maio, já começarão a valer a decisão do Supremo que limitou penduricalhos e indenizações a até 70% da remuneração de juízes, promotores e procuradores. Na prática, as remunerações podem chegar somente a R$ 78,7 mil, se as novas regras forem realmente aplicadas.
Procurados, Cambpell, o STJ e o Conselho Nacional de Justiça não responderam. O espaço segue aberto.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – A saída é lembrar a Constituição sugerida pelo historiador Capistrano de Abreu, com dois artigos. O primeiro é: “Todo brasileiro precisa ter vergonha na cara”. E o segundo: “Revogam-se as disposições em contrário”. (C.N.)
o Lula vai apresentar alguma proposta de formalização do Estado Narcotraficante, que detém co controle de 25% da população e em processo de expansão pra Amazônia Lega, e Nordeste o integrando ao Estado oficial, o Cleptopatrimonialista?
Já há experiências bem sucedidas.
FARC
O governo colombiano reconheceu as FARC como parte beligerante em processos de negociação e celebrou acordos de paz.
Isso não significou reconhecer um Estado das FARC, mas reconhecer que eram um ator armado com controle territorial relevante.
ELN
O governo colombiano também realizou negociações oficiais e mesas de diálogo com o ELN.
Novamente, sem reconhecimento de soberania territorial.
Casos de reconhecimento implícito
Em algumas prisões brasileiras, autoridades historicamente negociaram com lideranças do Primeiro Comando da Capital ou do Comando Vermelho durante crises e rebeliões.
Isso representou o reconhecimento de fato de sua capacidade de comando, mas não de autoridade legítima.
No México, governos locais e federais em diferentes períodos admitiram publicamente que determinados cartéis exerciam controle sobre certas regiões.
ChatGpt
Lula é um jacu de gaiola inútil, incapaz de exercer a soberania no território brasileiro, usa este mote pra que os EUA não mexam nos territórios autônomos.
Mas não vos preocupeis, o Paraguai é logo ali, mas apresseis, pois a fila já é longa.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c202vzl1l9zo
Lá não é só bom pra viver e trabalhar, mas pra empreender também.
https://www.poder360.com.br/poder-economia/mais-de-230-empresas-brasileiras-ja-produzem-no-paraguai/
não acredito que mauro campbell tenha dado esta entrevista neste tom. inacreditável.