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Moraes tentou pressionar Moraes e foi repelido na hora
Roseann Kennedy
Estadão
O ministro André Mendonça, relator do caso Master no Supremo Tribunal Federal (STF), e o ministro Alexandre de Moraes tiveram uma discussão tensa nesta segunda-feira, 31. Moraes chamou Mendonça para conversar após saber que seria alvo de um pedido de informações encaminhado à Procuradoria-Geral da República (PGR) a respeito de suas conversas com o banqueiro Daniel Vorcaro.
Como Mendonça ainda não havia protocolado o pedido no órgão ministerial — o que só ocorreu nesta terça-feira —, o relator indagou como o colega havia ficado sabendo antecipadamente, questionando se informações da Polícia Federal sobre o caso estariam vazando previamente para Moraes.
MENSAGENS REVELADORAS – O clima na Corte se deteriorou ainda mais nesta terça-feira, quando Mendonça decidiu derrubar o sigilo sobre a troca de mensagens entre Moraes e o dono do Banco Master.
No ofício encaminhado à PGR, Mendonça solicitou esclarecimentos sobre os diálogos em que Vorcaro citava a necessidade de “proteção” e mencionava o procurador-geral Paulo Gonet e o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues.
O pedido engloba ainda dados que apontam que Moraes editou a minuta do contrato de R$ 131,2 milhões do escritório de sua esposa, Viviane Barci de Moraes, com o Banco Master, além de indícios de vazamento de datas e horários de diligências da Operação Compliance Zero.
CARTÕES DE CRÉDITO – As provas contra Moraes são arrasadoras, envolvem até cartões de crédito para os filhos do ministro. O administrador do escritório Barci de Moraes, Guilherme de Toledo Benazzi, entrou em contato com Vorcaro para tratar da emissão dos cartões. E Vorcaro autorizou cartões de crédito com limite de R$ 300 mil para filhos de Moraes, aponta mensagem.
Já o advogado Ciro Soares enviou foto ao lado do procurador-geral da República, Paulo Gonet, segundos antes de intermediar uma ligação telefônica entre ele e o banqueiro Daniel Vorcaro. Gonet disse que sentia saudades de Vorcaro e chamou banqueiro de ‘máquina’
ABRIR INQUÉRITO – Moraes coordenava eventos privados com autoridades organizados pelo banqueiro Vorcaro, segundo mensagens extraídas pela Polícia Federal no celular do dono do Master. As mensagens mostram que Moraes vetava convidados, mandava convites para autoridades e até receberia um troféu de Vorcaro.
“Alexandre morre se vc fizer isso. Aliás nos mata”, disse Vorcaro a uma funcionária que sugeriu colocar o presidente do União Brasil, Antonio Rueda, como um dos moderadores do evento.
Diante dessas provas, Mendonça não descarta solicitar a abertura formal de uma investigação contra Moraes no STF. Por rito regimental, a instauração de um inquérito contra um integrante do tribunal depende de autorização do Plenário. Como apurou a Coluna do Estadão, caso decida avançar com esse pedido, Mendonça só o fará após uma consulta prévia ao presidente da Corte, ministro Edson Fachin, para avaliar os impactos institucionais da medida sobre o Supremo.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Mendonça não tem alternativa. É obrigado a convocar o plenário para abrir a investigação. Moraes vai ser afastado da função e ser condenado por corrupção. Não há como mantê-lo no Supremo e uma prisão preventiva de Moraes faria um bem enorme à democracia brasileira. (C.N.)
Problema nos dizeres da foto. Atenção, fantasma !
Não há como mantê-lo no Supremo e uma prisão preventiva de Moraes faria um bem enorme à democracia brasileira
Será que ela deixará de ser relativa ?
Esse cabeção poderia seguir o gesto do Getúlio
Clap! Clap! Clap! Nota da redação primorosa, sem nada tirar, nem por.
Cadeia para o careca do Master, PGR, Diretor da PF, Dona Vivi e filhos do Violador de direitos humanos, do amigo do Amigo do meu pai, do apagador de imagens.
Isso sim que é formação de quadrilha.
Já passaram do estágio de “formação de”
Mendonça dá xeque-mate em Moraes…
https://noticias.uol.com.br/colunas/walter-maierovitch/2026/09/01/mendonca-da-xeque-mate-em-moraes.htm?cmpid=copiaecola
Lex Luthor tem um encontro com a Justiça..!!!
È só aguardar….
Toffoli libera participação de Renan em debates e financiamento de campanha…
https://noticias.uol.com.br/eleicoes/2026/09/01/toffoli-libera-participacao-de-renan-em-debates-e-financiamento-de-campanha.ghtm?cmpid=copiaecola
amigo do amigo do meu Pai…
Sr, Newton
Será que a Foice & Martelo & Narcola soltou a mão do Lex Luthor.??
Colocou em primeira mão a Careca do Lex Luthor no Site do UOlixo com várias notícias sobre as mensagens trocadas com o banqueiro-corruPTo…..
Muito sinistro..
Não há como mantê-lo no Supremo e uma prisão preventiva de Moraes faria um bem enorme à democracia brasileira. (C.N.)
Tem comunistalha que vai se rasgar todo de raiva..
eh!eh!eh!eh
Demais da conta….
Editorial: Moraes tem de sair do Supremo
Opinião do Estadão: Ministro do Supremo tem a obrigação de renunciar, sob pena de arrastar a Corte para sua crise pessoal
Diante das gravíssimas revelações feitas por este jornal sobre sua relação com o Master, o ministro tem a obrigação de renunciar, sob pena de arrastar o Supremo para sua crise pessoal
Alexandre de Moraes não tem mais condições de seguir como ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e deveria pedir exoneração do cargo, para o bem da própria Corte. As revelações feitas pelo Estadão de que Moraes ajudou a elaborar o contrato milionário entre o escritório de advocacia de sua mulher, Viviane Barci de Moraes, com o Banco Master, de Daniel Vorcaro, desmentem categoricamente que o ministro fosse alheio ao acerto e a todas as suas implicações éticas e legais.
Para começar, participar da elaboração de um contrato é exercício de advocacia, atividade incompatível com a magistratura. Mas as mensagens do celular de Vorcaro tornadas públicas hoje pintam um quadro muito mais grave.
O banqueiro, pivô do maior escândalo da história do sistema financeiro nacional, tratava Moraes como alguém a quem podia recorrer para influir no curso de investigações. “Não conseguimos reverter isso com Paulo ou Andrei?”, perguntou, em referência ao procurador-geral Paulo Gonet e ao diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues.
Em outra mensagem: “Se o Andrei conseguir atrasar pra outra semana, pois tem feriado, o banco não quebra. Tenta chamar ele e sensibilizar isso se achar possível”. Dois dias antes de ser preso, Vorcaro perguntou: “Acha que segunda já tenho que estar fora?”.
Não se sabe o que Moraes respondeu. Pouco importa, porque já não se pode negar o que está diante dos olhos: um investigado por fraudes bilionárias buscava num ministro informação, orientação e intervenção sobre atos da PF e da Procuradoria-Geral da República (PGR), enquanto seu banco pagava somas exorbitantes ao escritório de sua família – contrato que tem as digitais do próprio Moraes.
Há perguntas que só uma investigação responderá. Moraes procurou Gonet? Falou com Andrei? Tentou retardar diligências? Transmitiu informações sigilosas?
Dependendo das respostas, podem estar em jogo ilícitos de imensa gravidade, como prevaricação, advocacia administrativa, obstrução de justiça e corrupção passiva. Gonet não pode continuar tratando esse material como “insuficiente”, como já o fez no passado, sem cair ele mesmo em suspeição.
Gonet arquivou anteriormente uma representação contra o ministro. Agora surgiram evidências novas, e uma delas envolve o procurador-geral nominalmente: Vorcaro pedia a Moraes que recorresse ao próprio Gonet para conter a investigação. André Mendonça já cobrou esclarecimentos da PGR e avalia os próximos passos. Se isso ainda não basta para abrir uma investigação formal e independente, é difícil saber o que bastaria.
Investigar, porém, resolve apenas parte da crise. As suspeitas recaem justamente sobre o uso do poder que Moraes continua exercendo. O homem que lhe pedia ajuda para alcançar o chefe da PF e o procurador-geral era o dono do banco que despejava dezenas de milhões de reais no escritório de sua mulher.
O ministro participou pessoalmente do contrato e agora pode ter de ser investigado pelas mesmas instituições sobre as quais Vorcaro esperava que ele exercesse influência. Essa situação é incompatível com a normalidade institucional.
Moraes tem direito à presunção de inocência, ao devido processo e a todas as garantias legais que tantas vezes negou a outros, mas essas garantias não obrigam o Supremo a carregar, por tempo indefinido, o peso de um ministro cuja permanência compromete a autoridade da própria Corte.
O STF já errou demais no caso Master. Dias Toffoli, que também mantinha negócios com Vorcaro, só deixou a relatoria do caso depois que sua posição se tornou insustentável.
Agora a crise atinge Moraes em outro patamar – o mesmo ministro que tantas vezes invocou a defesa do STF e do Estado Democrático de Direito para justificar o exercício de seus poderes. Chegou a hora de demonstrar que seu compromisso com as instituições vale também quando o sacrifício é seu.
Moraes tem de deixar o Supremo. Sua responsabilidade criminal será apurada, mas a responsabilidade institucional já se impõe. Se ele se recusar a retirar esse peso da Corte, sua permanência terá de ser enfrentada por quem a Constituição encarregou de julgar crimes de responsabilidade de ministros do STF: o Senado.
Defender o Supremo, agora, significa impedir que a crise de um ministro se torne a crise da instituição.
O Estado de S. Paulo, Opinião, 01/09/2026 | 18h22 Por Editorial
O sesquicentenário Estadão chutou o balde!
Não há como mantê-lo no Supremo e uma prisão preventiva de Moraes faria um bem enorme à democracia brasileira. (C.N.)
Tem comunistalha patético burro de duas patas da Academia da Fumaça e Pó que vai se rasgar todo de raiva, e o pior, pelo avesso….
eh!eh!eh
chupa que a cana é doce…
Chola mais, como diz o Cebolinha