Uma piada, uma foto e uma crise: os bastidores do dia de tensão no STF

7 thoughts on “Uma piada, uma foto e uma crise: os bastidores do dia de tensão no STF

  1. Brasileiros no Japão trabalham 12h/dia, mas dizem que segurança e qualidade de vida compensam

    Viagens todos os fins de semana e tranquilidade para andar nas ruas são citadas como fatores que atraem; pagamento por hora trabalhada dificulta previsão financeira

    https://www.terra.com.br/noticias/educacao/carreira/brasileiros-no-japao-trabalham-12hdia-mas-dizem-que-seguranca-e-qualidade-de-vida-compensam,df5932e9d5438629292ed44d600c2900lvpsdx3w.html?utm_source=clipboard

  2. Sr. Newton

    Ontem conversando com um jovem sobre o assunto do Xá da Pérsia. saiu com essa frase..

    “Eles estao tirando nós de b**ta.””

    Tive que concordar

    aquele abraço

    A foto diz tudo, dando gargalhadas de todos nós, , depois de um deles ser pego com a boca nos 129 milhões , estão se lixando para o preto, branco pobre e favelado….

    Repare na foto de costas está o Seguidor do Grupo Narco-Terrorista MST……..

  3. “Para que fique registrado historicamente, ainda gostaria de ver o Congresso dos EUA reconhecer que uma injustiça foi cometida contra 30 cidadãos americanos no Caso de Sedição. Nenhum de nós jamais recebeu um centavo de indenização pelos maus-tratos e despesas sofridos, muito menos um reconhecimento oficial de que nosso governo cometeu um erro grave. Apenas comissões do Congresso fizeram tais admissões. Sim, gostaria de ver nosso Congresso se redimir perante a história, apagando ao menos parcialmente o que o Washington Post chamou de “uma mancha negra na justiça americana” e o que os tribunais federais declararam “uma farsa contra a justiça”. Creio que Deus um dia fará isso acontecer.”

  4. “O Grande Julgamento por Sedição de 1944: Uma Memória Pessoal.”

    David Baxter

    Tenho a honra de discutir um evento histórico no qual desempenhei um papel pessoal: o notório Julgamento por Sedição de 1944. Como cristão, há muito perdoei aqueles que foram responsáveis ​​por instigar essa perseguição a cidadãos americanos e não guardo rancor de ninguém. Parte do que tenho a relatar é mera lembrança pessoal, enquanto outra parte é fato indiscutível. Os historiadores devem fazer essas distinções. Escrevo aqui como testemunha da história.”
    https://ihr.org/journal/v06p-23_baxter-html

  5. “O exemplo mais notório e sinistro de perversão da lei ocorreu há mais de vinte anos, e ainda não provocou o alarme e a indignação que tais ultrajes necessariamente despertam em nações viáveis. A farsa obscena e trágica chamada ” Julgamento por Sedição ” começou em 1942 e só terminou em 1947. Foi um ato de terrorismo ao estilo soviético, perpetrado para intimidar os americanos. Trinta homens e mulheres de todo o país, a maioria dos quais nunca tinha ouvido falar uns dos outros e que tinham em comum apenas a crítica contundente à Conspiração Comunista, foram levados a Washington algemados e acorrentados, aprisionados em celas escuras para que não pudessem ler, e submetidos ao julgamento por “conspiração” mais fantástico já realizado fora da União Soviética. O julgamento em si, baseado em pretextos tão transparentes que não poderiam ter sido concebidos para enganar qualquer pessoa inteligente, foi orquestrado em 1944 pelo infame E.E. Eicher, um protegido de Félix Frankfurter e Juiz-Chefe do Tribunal Distrital do Distrito de Columbia, em conluio aberto com um incrível Procurador-Adjunto, Oetje J. Rogge, outro protegido de Frankfurter e admirador de longa data dos bolcheviques, cuja participação na perseguição lhe rendeu a distinção de ser convidado pessoal de Stalin no Kremlin alguns anos depois. O juiz desrespeitoso, Eicher, violou repetida e flagrantemente a Constituição dos Estados Unidos, inúmeras leis e os princípios elementares de equidade e justiça nos quais todas as leis se baseiam. Mas a criatura perversa que presidiu ilegalmente um tribunal federal não conseguiu cumprir a função para a qual fora nomeado. Ele morreu enquanto os artigos de impeachment por improbidade administrativa estavam sendo preparados e antes que pudesse ser levado a julgamento no Senado. Sua morte repentina, supostamente por causas naturais, evitou uma investigação e exposição que nossos inimigos em Washington estavam desesperadamente ansiosos para impedir. O caso absurdo — ridículo, não fosse o sofrimento e a perda irreparável infligida aos infelizes réus e até mesmo a seus advogados — finalmente chegou a um juiz honesto em 1946 e foi arquivado como uma “farsa da justiça”. Mas os elementos criminosos no que é chamado de nosso “Departamento de Justiça”, em um esforço para afligir suas vítimas em potencial o máximo possível, persistiram até que o caso fosse finalmente encerrado por ordem do Tribunal de Apelações no último dia de julho de 1947.[1]”
    https://www.revilo-oliver.com/news/2015/02/oliver-on-homosexuality/

  6. Alexandre de Moraes ri de todos nós, os bobos da Corte

    A imagem que sintetiza o grau de degradação moral do STF: Moraes gargalhando no cafezinho do tribunal

    O fotógrafo Brenno Carvalho fez a imagem que sintetiza o grau de degradação moral do STF.

    Na saída da sessão de ontem, ele flagrou Alexandre de Moraes gargalhando em um grupo do qual faziam parte Gilmar Mendes, Cristiano Zanin e Edson Fachin.

    Talvez a piada fosse mesmo engraçada, mas a questão é outra: como alguém pode fazer piada neste momento no STF?

    A gargalhada de Alexandre de Moraes, de um histrionismo que mostra que o valentão tem certeza de que sairá impune, é sintomática de um Supremo que perdeu qualquer traço de compostura e de respeito pelos cidadãos.

    A verdadeira piada somos nós, e não há dúvida de que viramos literalmente os bobos da Corte.

    Eles desmandam, e nós somos obrigados a obedecer por força da Constituição que os próprios ministros desrespeitam; eles se metem com patifes, e nós não podemos ir além dos resmungos ou somos processados; eles interferem no processo eleitoral, e não temos instrumentos para impedi-los de fazer isso.

    O ovo da serpente foi chocado, repita-se, quando o país aceitou que o STF violasse a Constituição a pretexto de defendê-la, como se os limites constitucionais não fossem suficientes para impedir avanços autoritários, aliás indevidamente aumentados para parecer mais ameaçadores do que eram.

    Substituiu-se a fantasia autoritária pela realidade autoritária.

    Nasceram, assim, Alexandre de Moraes e os seus inquéritos ilegais e infinitos.

    Nasceu o “defensor da democracia” que prende, intimida e amordaça, sem quaisquer limites para o exercício da sua truculência natural, porque protegido pelos pares que a ele se associaram na orgia despótica e por uma imprensa cúmplice na sua ingenuidade, pecado jornalístico só não maior do que a venalidade.

    Nasceu o amigo de Daniel Vorcaro, fraudador do clube do charuto, do whisky Macallan e das prostitutas de luxo, que presenteou a família Moraes com um contrato de R$ 131 milhões, cartões de crédito com limites estratosféricos, “experiências vip” e proposta de sociedade em jato particular.

    Mas nada disso, claro, tem importância para o PGR amigão.

    Nasceu o político que, sob a cobertura da toga, articula a sua blindagem com o presidente da República e com os presidentes do Senado e da Câmara para que o país continue sob o seu cabresto.

    Somos os bobos da Corte, como não rir de tantos palhaços?

    Fonte: Metrópoles, Opinião, 03/09/2026 18:01 Por Mario Sabino

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *