Fachin assume o centro da crise e tenta impedir que o Supremo se divida

5 thoughts on “Fachin assume o centro da crise e tenta impedir que o Supremo se divida

  1. BRICS – A NOVA ORDEM MUNDIAL – BRASIL – RÚSSIA – INDIA – CHINA – ÁFRICA
    Grupo Público

    ⚠️ O TEMPO ATÉ AS ELEIÇÕES É CURTO. AS INSTITUIÇÕES PRECISAM AGIR.
    As suspeitas envolvendo a atuação do ministro André Mendonça não podem ser tratadas como uma disputa política qualquer.
    Se existem elementos concretos indicando possível conflito de interesses, contatos extraprocessuais, favorecimento ou comprometimento da necessária imparcialidade em processos com repercussão política e eleitoral, esses fatos precisam ser apurados com rapidez, rigor e independência.
    E aqui é fundamental fazer uma distinção: ninguém está defendendo condenação antecipada nem afastamento arbitrário de um ministro do STF.
    A questão é outra: é prudente permitir que processos politicamente sensíveis continuem sob a condução de um magistrado enquanto sua própria imparcialidade nesses casos está sendo seriamente questionada?
    O caminho institucional existe.
    A Presidência do STF pode adotar as providências de sua competência para que eventuais situações de impedimento ou suspeição sejam examinadas. Reconhecida uma dessas situações, os processos atingidos podem ser redistribuídos a outro ministro, preservando-se tanto o direito do próprio magistrado quanto a credibilidade das investigações.
    Também é indispensável preservar integralmente as provas e apurar, com a necessária reserva, qualquer possível interferência indevida.
    Isso não é punição.
    É cautela institucional.
    E existe um fator que torna tudo mais urgente: o tempo eleitoral.
    Uma investigação ou processo de enorme repercussão política divulgado às vésperas da eleição pode produzir consequências eleitorais irreversíveis muito antes de se descobrir se aquela acusação era verdadeira, falsa, incompleta ou baseada em prova comprometida.
    Depois da eleição, esclarecer os fatos pode ser tarde demais.
    Por isso, quando houver dúvida objetiva sobre a imparcialidade de quem conduz processos capazes de interferir no ambiente eleitoral, a resposta democrática não é esconder os fatos nem condenar ninguém previamente.
    É investigar rapidamente, preservar as provas, examinar imediatamente eventual impedimento ou suspeição e, quando juridicamente cabível, redistribuir os processos.
    O STF precisa proteger não apenas seus ministros.
    Precisa proteger a imparcialidade da Justiça, a confiança da sociedade e a liberdade das eleições de 2026.
    Democracia também se protege com prevenção.
    #STF #Democracia #Eleições2026 #Justiça #Imparcialidade #EstadoDeDireito #Instituições #SegurançaJurídica #Soberania #Brasil

  2. Por que o sacripanta não reage contra o lixo careca, que tomou como prova o apagamento de mensagens no celular da Débora (“Perdeu, Mané”) e utiliza um artifício para apagar suas mensagens que envia ?

    Deveria (o sacripanta) admitir que a boquinha pode acabar e está desesperado, procurando erro em quem – finalmente um – decide acertar ?

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