
OAB mantém em sigilo a primeira inscrição de Jorge Messias
Carlos Newton
Nesta série de matérias sobre a indicação de Jorge Messias para ministro do Supremo, ficou comprovada a colocação em prática do esquema de aparelhamento da máquina administrativa pelos governos do PT, para que o partido se prolongasse no poder, um assunto que há alguns anos chegou a ser muito comentado, sem que surgissem provas reais de sua concretização.
Como se sabe, essa iniciativa começou nos governos anteriores de Fernando Henrique Cardoso, com a exagerada proliferação de tucanos na estrutura governamental. Encarregado de liderar essa iniciativa, o então superministro Sérgio Motta chegou a falar abertamente sobre o assunto, dizendo que o objetivo era o PSDB ficar no poder por 20 anos, pelo menos.
FICOU PROVADO – Essas reportagens da Tribuna da Internet, ao analisar o que aconteceu na carreira de Procurador da Fazenda Nacional, exibiram provas irrefutáveis de que os dois primeiros governos de Lula da Silva inflaram de forma descontrolada e ilegal os quadros de funcionários.
O esquema funcionava com a convocação de concursos públicos com poucas vagas, para depois nomear todos os aprovados, mesmo os que tirassem notas mínimas.
Desde a criação da carreira, em 1952 (governo Vargas), até final de 2002, no governo FHC, a Fazenda só teve 459 procuradores fazendários. Portanto, durante cinco décadas a média era de 9 nomeações por ano.
PORTEIRA ABERTA – Nos dois governos Lula, foi aberta a porteira – em apenas seis anos, houve uma enxurrada no aparelhamento, pois foram nomeados 1.304 novos procuradores, subindo a média de 9 para 217 nomeações por ano.
Houve uma superlotação tão escandalosa que desde 2015 não aconteceram mais nomeações nesta carreira de procurador da Fazenda. E tão cedo não haverá.
Na véspera de ser aprovado pelos senadores, a indicação do procurador José Messias é um exemplo da baixa qualificação desses supostos servidores de elite produzidos em série pela Escola de Administração Fazendária, que nem existe mais.
O NOVO MINISTRO – Quem conhece Messias pessoalmente sabe de sua incômoda dificuldade para se expressar, é tão desqualificado quanto Dias Toffoli e Nunes Marques, ministros cujo notório saber é absolutamente nulo, o que torna um suplício acompanhar seus votos.
Além disso, há dúvidas procedentes sobre o cumprimento de um dos requisitos do edital do concurso publicado no Diário Oficial da União, exigindo dois anos de prática forense, para conseguir ser nomeado procurador da Fazenda, o que ocorreu em 6 de novembro de 2007.
Existe uma impossibilidade lógica, pois ele se formou no final de 2003 e continuou trabalhando até 14 de junho de 2006 numa agência da Caixa Econômica Federal no Recife, em horário integral, não poderia comprovar ter feito estágio.
FALTA TEMPO – Repetindo, para não haver dúvida. Se Messias declara que trabalhou na Caixa até junho de 2006 em horário integral, seria impossível ter conseguido trabalhar simultaneamente de carteira assinada em escritório de advocacia, também em horário integral, para estar inscrito como estagiário na OAB de Pernambuco.
Ou seja, na primeira nomeação, ele não tinha prática forense ao assumir no BC, mas o edital não exigia. Portanto, só precisava apresentar a carteira da Ordem dos Advogados do Brasil, com registro definitivo após fazer o exame de aptidão.
Porém, na segunda nomeação, em 6 de novembro de 2007, 17 meses depois, Messias teria de cumprir a exigência de dois anos de prática jurídica, que ele jamais teve tempo e condições de obter. Até poderia alegar ter 17 meses de experiência como procurador do Banco Central, mas para completar os dois anos ele precisaria justificar mais 5 meses como estagiário no Recife, com carteira assinada e registro provisório na Ordem.
HORÁRIO INTEGRAL – Surge aí a impossibilidade lógica. Como comprovar esses 5 meses adicionais como estagiário, se nesse período ele ainda estava trabalhando de horário integral na Caixa? Afinal, o Fórum não funciona à noite.
Portanto, se Messias apresentou carteira assinada em escritório de advocacia durante esses 5 meses, foi fraude, com toda certeza.
Aliás, como ele poderia provar que não houve essa ilegalidade? Bem, a única maneira de o futuro ministro do STF demonstrar que não cometeu fraude é ele exibir sua carteira da OAB pernambucana na sabatina do Senado.
TUDO NORMAL – Se tiver sido aprovado no exame da Ordem e feito a inscrição definitiva como advogado antes de ser nomeado procurador do Banco Central, em 14 de junho de 2006, no primeiro concurso que fez, não terá havido fraude, tudo normal.
Porém, 17 meses depois, em 6 de novembro de 2007, ao ser nomeado novamente, desta vez para procurador da Fazenda, ele precisaria comprovar dois anos de prática forense, que ele não teve, porque estava trabalhando em horário integral na Caixa Econômica, conforme consta em seus currículos.
Ou seja, há dupla possibilidade de fraude, conforme a Tribuna da Internet afirmou desde a primeira matéria da série, publicada dia 20, segunda-feira passada.
OAB CONIVENTE – Essa evidência agora aumenta, devido ao comportamento da OAB de Pernambuco. Messias era inscrito inicialmente lá, mas cancelou em 2009 e fez transferência para Brasília. Com essa manobra, conseguiu retirar do site todo os dados de sua suposta inscrição original como estagiário.
A legislação e as normas internas do Conselho Federal obrigam que a Seccional da OAB em cada Estado mantenha o registro histórico do advogado que se transferiu. Porém, se você acessar o site da OAB-PE para saber a data de inscrição, a resposta é “Nenhum resultado para Jorge Rodrigo Araujo Mesquita”, quando no mínimo deveria constar: “Inscrição como advogado efetivo no dia tal e depois transferência para Brasília”.
O famoso Cadastro Nacional dos Advogados também exibe a mesma falta de transparência. É como se Messias jamais tivesse se registrado em Pernambuco. Só aparece o segundo registro dele na OAB-DF, em 2009, sob nº 31.448.
OUVIDORIA – Na tentativa de quebrar essa barreira de corporativismo e cumplicidade, o repórter então buscou a Ouvidoria da OAB, indagando o seguinte: “Não consigo acessar a lista de inscritos. Gostaria de nº e data de inscrição do advogado Jorge Rodrigo Araujo Messias. Gratíssimo pelo atendimento”.
A resposta foi decepcionante: “Vimos informar que foge a nossa competência a prestação de informação pessoal de nossos inscritos na Seccional Pernambuco, sem a respectiva anuência, exceto por ordem judicial. Os dados públicos encontram-se disponíveis no Cadastro Nacional dos Advogados – CNA, cujo site informamos: https://cna.oab.org.br/”.
A tréplica da Tribuna da Internet demonstrou nossa indignação diante de tamanha desfaçatez.
“É um absurdo a OAB ocultar um dado banal como a data de inscrição de um advogado, numa época em que as instituições devem ser transparentes ao máximo. Exigir decisão judicial é um comportamento antidemocrático e nada republicano. Espero que revejam essa postura injustificável e vergonhosa”.
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P.S – Amanhã encerraremos essa série de reportagens, que foram publicadas para demonstrar que a imprensa livre resiste e cumpre seu dever de zelar pelo interesse público, que está a exigir notório saber e reputação ilibada para nomeação ao Supremo, na forma da lei. (C.N.)
Há muito tempo a oab vendeu a alma ao diabo
“”…Governo Lula faz ofensiva final por Messias e negocia cargos e emendas para tentar garantir aprovação…..””
Sr. Newton
Não entendi..
O Belzebu de Nove Dedos está negociando cargos e emendas, (propinas) para aprovar o lambedor de corredores e limpa-privadas para o cargo de Ministro..??
Mas, o Roy R. disse que isso não existe no Desgoverno do Amor do Belzebu….
O que mudou.??
Vamos aguardar as narrativas para passar o paninho com kaol para o Belzebu
Ah, esqueci, essa noticia saiu no Òrgão de Propagando Soviética da Foice & Martelo & Belzebu….
aquele abraço
Como se sabe, essa iniciativa começou nos governos anteriores de Fernando Henrique Cardoso, com a exagerada proliferação de tucanos na estrutura governamental. Encarregado de liderar essa iniciativa, o então superministro Sérgio Motta chegou a falar abertamente sobre o assunto, dizendo que o objetivo era o PSDB ficar no poder por 20 anos, pelo menos.
Tragam mais um Oscar….
A Máfia Tucanostra de São Paulo fez esse aparelhamento da máquina muito bem feito, até porque ficaram mais de 20 anos no comando do Estado….
Agora para limpar essas “fezes” deixada pela Máfia vai durar muitas décadas…
aquele abraço
O NOVO MINISTRO – Quem conhece Messias pessoalmente sabe de sua incômoda dificuldade para se expressar, é tão desqualificado quanto Dias Toffoli e Nunes Marques, ministros cujo notório saber é absolutamente nulo, o que torna um suplício acompanhar seus votos.
Mais um Oscar….
Uma conta simples de somar 1+1 o Limpador de Privadas vai dizer que é 13….
aquele abraço
Às vésperas de sabatina de Messias, governo Lula empenha R$ 12 bilhões em emendas parlamentares em abril.
R$ 12 bilhões!
Acorda, Brasil! Presta atenção.
Lula vai ter duas derrotas em uma semana?
Presidente corre risco com Messias e PL da Dosimetria, feito sob encomenda para favorecer o ex-mito
A sessão para analisar o veto total de Lula ao PL da Dosimetria será conjunta, do Senado e da Câmara, na quinta-feira (30), véspera do feriado de 1º de Maio, e o quórum para a derrubada é de metade mais um das duas Casas.
Ou seja, é preciso que 257 dos 513 deputados e 41 dos 81 senadores fiquem em Brasília, atrasem viagens, praias e passeios para votar na véspera do feriado.
Também tensa, a votação de Messias para o STF foi marcada para esta quarta-feira, 29, mas é só na CCJ e no plenário do Senado, exige muito menos políticos em Brasília e Messias aplainou o terreno no STF e no próprio Senado.
A previsão é que seja aprovado, cinco meses depois de anunciado, mas não dá para apostar; se ele passar, será com placar apertado. O maior obstáculo é Alcolumbre.
O PL da Dosimetria, aprovado pelo Congresso e vetado por Lula, altera o Código Penal e a Lei de Execução Penal, com efeito retroativo, para impedir, ou limitar, a soma de penas para crimes similares, especialmente contra o Estado Democrático de Direito.
Um efeito seria a redução das penas, com troca do regime fechado para semiaberto ou aberto.
O alvo formal são os condenados pela invasão de Planalto, Supremo, Câmara e Senado no 8/1, mas o objetivo real é melhorar a vida do ex-mito, que foi condenado por tentativa de golpe, a 27 anos de prisão, e isso pode cair para 13 anos (a quem fale em apenas 2 anos), apressando o fim efetivo do regime fechado.
Lula vetou integralmente o projeto e as relações entre Executivo e Legislativo, já nada bem, seguiram a regra, nua e crua, de que “tudo que está ruim sempre pode piorar”. Uma regra que continua bastante válida no caso, ao menos, até a eleição.
O ex-mito tem uma base sólida no Congresso e Lula vive às turras com a Câmara de Hugo Motta e numa gangorra com o Senado de Alcolumbre.
A bola está de novo com o Congresso, que vai manter o veto de Lula ou derrubá-lo, para reavivar seu projeto original.
Fonte: O Estado de S. Paulo, Política, Opinião, 27/04/2026 | 20h18 Por Eliane Cantanhêde
Mais subsídios:
A comprovação da prática forense é bastante ampla.
No caso, os candidatos que tiveram deferidos sua documentação para constar na lista definitiva, comprovaram esse requisito, conforme a banca examinadora.
https://repositorio.enap.gov.br/jspui/bitstream/1/5496/11/edital-54%20inscricoes.pdf
E o trabalho como Técnico Bancário na CEF, com foco na prática forense, pode servir como comprovação.
Tradução para o Brasil , suas Instituições e Poderes nestes instantes apodrecidos da Vida Nacional……..” A FAMIGLIA QUADRILHA QUE ROUBA UNIDA, PERMANECE UNIDA. TODOS ESTÃO SE LOUCPLETANDO IMPUNE E CINICAMENTE E A CLEPTODITADURA ESTÁ IMPLANTADA DEFINITIVAMENTE.”
Ordem dos Amigos dos Bandidos
Carlão velha guarda do Jornalismo…limpo e informativo.
Artigo digno de quem não faz parte. do “partido de Joaquim Silvério dos Reis”.
Nota 10 para nossa querida Tribuna da Internet…
E quanto ao criminoso … cúmplice de Bandido…que por ora “almeja” o antro stf… Só lamento por sua aprovação …mais um caso seja “aprovado” que ENLAMEIA uma instituição que há tempos se igualou a residência dos suínos.
Lamentável.
YAH SEJA LOUVADO SEMPRE…
Senhor editor, o teor deu artigo certamente não vai agradar aos esquerdistas que frequentam o site.
Mas é jornalismo, dos bons, mostra a realidade dos fatos quando questiona até a OAB pernambucana.
Fazer jornalismo de compadrio, de favorecimento ideológico não é jornalismo , é propaganda politico partidária.
Segue uma lista de jornalistas que abandonaram a profissão e viraram propagandistas de esquerda.
Vera Magalhães
Bernardo Melo Franco
Bela Megale
Miriam Leitão
Vinicius Torres Freire
Dora Kramer
Gerson Camaroti
Merval Pereira.
Eliane Cantanhede
Portanto quando são publicados aqui de imediato sei que é falacioso, é opinião amestrada, e costumo dizer, são apenas carregadores de penicos para honra e glória de seu suserano.
Parabéns pelo artigo, sabemos a intenção do patrono dele, o aparelhamento.
Fonte, eu mesmo, James.
Folha online soltou agora pouco que houve semana passada um encontro secreto entre Alcolumbre e Messias. Disse também que o líder Jose Guimarães está negociando cargos em agencias e MUITAS emendas do tipo RP2 com a camara alta.
Estão tentando empurrar o Bessias goela abaixo de qualquer jeito.
Carlos Newton, para quem quiser acesso às provas da fraude no caso do “Bessias”, os links estão mostrados a seguir.
Isso deveria ser mostrado e divulgado amplamente à imprensa pelos senadores na sabatina da CCJ no Senado nesta 4ª feira 29/4/2026.
A Advocacia-geral da União divulgou uma Nota Pública dia 24/4/2026 tentando explicar a denúncia sobre Jorge Messias não ter sido aprovado dentro das vagas do concurso realizado para o cargo de procurador da Fazenda Nacional:
https://www.gov.br/pgfn/pt-br/assuntos/noticias/2026/nota-publica-1
Relembremos então como ocorreu a fraude, comprovando que o então advogado-geral da União, Dias Toffoli, e o então ministro da Fazenda, Guido Mantega, agiram, em 2007, para colocar no cargo de procurador da Fazenda Nacional o Jorge Messias e vários outros candidatos não classificados dentro das 27 vagas existentes.
Concurso para procurador da Fazenda Nacional:
Edital ESAF nº 80 de 1º de dezembro de 2005, publicado no DOU de 2/12/2005, seção 2, págs. 86 a 92:
https://repositorio.enap.gov.br/bitstream/1/5484/3/edital-80%20abertura.pdf
https://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?jornal=3&pagina=86&data=02/12/2005
O resultado final foi divulgado pelo Edital ESAF nº 66, de 22/6/2006, publicado no DOU de 23/6/2006, Seção 3, págs. 51 a 55:
https://repositorio.enap.gov.br/bitstream/1/5484/12/edital-66-resul-final.pdf
Pág. 51:
https://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?data=23/06/2006&jornal=3&pagina=51
pág. 52: Jorge Rodrigo Araújo Messias obteve a classificação 86, fora das 27 vagas
https://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?data=23/06/2006&jornal=3&pagina=52
Portaria de Toffoli (AGU) e Guido Mantega (ministro da Fazenda do então governo de Lula) no DOU de 7/11/2007, Seção 2, pág.2:
https://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?data=07/11/2007&jornal=2&pagina=2
Demais candidatos (deve ter muita gente do PT) não classificados sendo beneficiados pelo mesmo esquema, restante da tabela, DOU de 7/11/2007, Seção 2, pág.3:
https://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?data=07/11/2007&jornal=2&pagina=3
Acho que não conheces as regras de concursos. No caso, em 2007, foi criada a denominada super receita que exigiu um grande aumento no número de PGFN.
Imagino que não conheces o Princípio constitucional da Legalidade para os atos da Administração Pública (caput do art. 37 da Constituição Federal).
A Lei nº 11.457, de 16 de março de 2007, criando a chamada “Super Receita”, ao juntar as fiscalizações da Receita Federal, da Previdência Social e do Trabalho, pelo art. 18 criou 1200 cargos de Procurador da Fazenda Nacional:
“Art. 18. Ficam criados na Carreira de Procurador da Fazenda Nacional 1.200 (mil e duzentos) cargos efetivos de Procurador da Fazenda Nacional.
Parágrafo único. Os cargos referidos no caput deste artigo serão providos na medida das necessidades do serviço e das disponibilidades de recursos orçamentários, nos termos do § 1º do art. 169 da Constituição Federal.”
Por isso, para poder ir se preenchendo esses “novos” cargos, foi determinado então “novo” “concurso público”, convocado pelo Edital ESAF nº 35, de julho de 2007, para exatamente mais 250 vagas nesse cargo:
https://bibliotecadigital.enap.gov.br/bitstream/1/5501/3/edital-35.pdf
Entretanto, os aprovados no “concurso público anterior”, iniciado pelo Edital ESAF nº 80, de 1/12/2005, somente poderiam ser chamados na ordem sequencial de classificação, como determinado neste item do edital:
12 – DA HABILITAÇÃO, DA NOMEAÇÃO E DA LOTAÇÃO
12.1 – A aprovação no concurso assegurará apenas a expectativa de direito à nomeação, ficando a concretização desse ato condicionada à OBSERVÂNCIA das DISPOSIÇÕES LEGAIS pertinentes, do exclusivo interesse e conveniência da Administração, da RIGOROSA ORDEM DE CLASSIFICAÇÃO e do prazo de validade do concurso.
12.2 – A nomeação dos candidatos aprovados e classificados será feita de acordo com a disponibilidade orçamentária e obedecerá à classificação obtida no concurso
O último dos aprovados estava na classificação 577.
O que fizeram Toffoli e Mantega, por uma portaria conjunta de 6/11/2007, foi “acrescentar” 67 candidatos, incluindo o Jorge Messias, deslocando-os para o final da “lista de aprovados que não se classificaram dentro do número de vagas (27) oferecido” (anexo 2 do Edital ESAF nº 66, de 22/6/2006 – lista de aprovados), e “criando” para eles novas “classificações inexistentes”, de 578 em diante, e que ao mesmo tempo pudessem permitir uma artimanha para eles serem nomeados e lotados “em algum local”, o que “violou” frontalmente as regras dos itens 12.1 e 12.2 do edital do concurso público, que “exigiam” ter que se observar a “rigorosa ordem de classificação” desse concurso.